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Quem nunca sonhou em voar em uma vassoura,trocar as aulas de matemáticas pelas aulas de poções ou ter na cabeceira da cama uma foto que traz cinco segundos de uma bela lembrança?
Pode ser que sonhos continuem sonhos, mas temos que concordar que J.K.Rowling conseguiu realizar nas páginas de sua série de sete livros um pouco do que cada criança e cada adolescente (e alguns adultos de alma sempre jovem, claro) sempre sonharam.
A literatura e o cinema andam ao mesmo tempo juntos quanto separados. Muitos filmes são produzidos após grandes Best Sellers da literatura serem descobertos pelo público leitor, como aconteceu como o nosso bruxo.
É impossível dizer que o filme é fiel ao livro, por ser, digamos “cruelmente” modificado em favor de manter uma história coerente na tela, para não deixar nenhum espectador bocejando.
Porém, como eu, tenho certeza que muitas pessoas cresceram com os personagem do filme, perderam, ganharam, e se apaixonaram, como nas telas, e faltando cenas ou não, o filme sempre nos dá um friozinho na barriga com aquele Q a mais, que só o cinema nos oferece.
E essa jornada, com certeza ainda não acabou. Esperamos agora pelo sétimo e último filme, e que junto da espera, traga o mesmo efeito deste, onde uma sala de cinema ri junto, comemora junto e funga junto, ao secar as lágrimas depois de mais um final intrigante e emocionante.
Interessante o tema abordado pelo professor Régis sobre o enem, assim como ele tenho muitas criticas a esse sistema de seleção. Creio que uma maior valorização ao níveis primários e secundários, trariam sim, um maior ganho aos estudantes. Não vejo nenhuma melhora no ensino público e isso conseqüentemente, impossibilita o acesso a universidade. O que nos afasta da universidade é o despreparo que temos nas escolas públicas, principalmente as estaduais. Mas ao governo interessa a imposição de um sistema sem uma pré avaliação com a sociedade sobre isso. E ...nem sabemos se aqueles que acertam as charadinhas sabem redigir uma redação e pensar antes disso sobre um tema.
Por que o que sonhamos não dá sempre certo?
Por que o que queremos às vezes não é o correto?
Estamos sendo controlados e agindo como cegos
À beira de um precipício de perdição
Corremos em uma alameda escura e fechada
Não é mais tão bela e arborizada
Podemos sentir suas brisas frias
O frio já nos tomou conta inteiramente
Não há mais como fugir nem ao menos posso reagir
Sinto que desperdicei minha vida
Agora vejo ela passar rapidamente
Como se estivesse no meu ultimo minuto de vida
Mas com a vontade de viver eternamente
Não existe tema mais delicado para ser abordado do que o tema relacionamento. As opiniões são diferentes, os desejos são diferentes, as pessoas são diferentes, a convivência é diferente....não existe nada em um relacionamento que não é avaliado com o conceito de "cada caso é um caso..."
Mas tem uma coisa em particular que me chama muita a atenção sobre os relacionamentos...temos empregos importantes, rodas de amigos, familiares, bens, acesso ilimitado a qualquer tipo de informação...e por vezes parece que nos falta o que na verdade é o conceito mais antigo do mundo, que mesmo com toda a tecnologia que vemos por aí não se deu por vencido ou ultrapassado: o amor entre duas pessoas. Estar ao lado de alguém, receber atenção, carinho e parceria, ter alguém para esquentar o pé frio na hora de dormir ou simplesmente para ver um filme no fim de semana comendo um balde de pipoca é uma das coisas mais valorizadas hoje em dia. E tem gente que simplesmente não consegue suportar a idéia de estar sozinha. Quem não tem um amigo que, quando solteiro, decide que não quer sair, que não quer estar perto de outros casais, simplesmente se fecha em casa para um período de hibernação, até que apareça o próximo namorado(a)?
Refletindo sobre isso, certa vez um amigo meu disse: "somos uma sociedade carente".... E quer saber? Ele está completo de razão! Praticamente todos os seres humanos largam tudo o que estão fazendo para dedicar-se a um caso de paixonite aguda. O conceito de "você nasceu, agora tem que crescer, namorar, casar e ter muitos filhos" é ainda muito presente em todas as nossas vidas. E não é uma pressão da sociedade propriamente dita...gostamos de estar com alguém e pronto.
E todos nós que estamos, ou já estivemos em qualquer tipo de relacionamento na certa já devemos ter no mínimo escutado duas "regras"...Primeiro: relacionamento é soma de forças. Segundo: Nenhum relacionamento dá certo sem que ambos saibam ceder de vez em quando. Concordo plenamente tanto com a primeira quanto a segunda regra, tive relacionamentos que acabaram quando pelo menos uma delas não foi respeitada. Mas atento também para um outro tipo de força extremamente destruidora, de relacionamentos e de pessoas: a anulação. Quantos são os casos de pessoas que anulam completamente a sua personalidade e cedem a todas as vontades e caprichos de seu parceiro(a) pelo puro medo de ficar sozinho(a)? Muitos, podem ter certeza disso (eu mesma já fiz isso). E isto traz problemas tanto quando o relacionamento acaba, e você percebe a enorme energia e tempo gasto tentando agradar alguém que lá no fundo não te merecia, pelo simples fato de não te aceitar da exata maneira que você é; quanto quando o relacionamento continua e você se vê cada vez mais emparedado, confuso e distante, não sabendo mais quem você é, o que você gosta e o que te faz feliz.
Sempre que aparecer uma adversidade em um relacionamento, temos que refletir....posso chamar a decisão que estou tomando para amenizar as coisas como uma forma de ceder ou como uma forma de me anular? Quão feliz eu posso ser amando outra pessoa muito mais do que a mim mesma?
Outras perguntas importantes a serem feitas: merecemos entrar na vida de alguém e não sermos vistos como uma prioridade? merecemos estar com a primeira pessoa que aparecer na nossa frente, mesmo que ela não seja lá essas coisas, pelo puro e simples medo de estarmos sozinhos? A pessoa com quem estou me valoriza tanto quanto eu valorizo ela (ou vice versa)? Estar com esta pessoa realmente me faz feliz?
Nesse mundo competitivo, saímos de nossas casas dispostos a mostrar como somos capazes e independentes...para chegarmos em casa depois de um dia de trabalho e sentirmo-nos vazios. Queremos mostrar que somos importantes para o mundo quando lá no fundo o que mais desejamos é ser importante na vida de alguém...
Que contraste....uma casca grossa....um coração de manteiga.
Nesta onda de doenças misteriosas de origens mal explicadas que assolam o mundo, fico imagindo quando vão inventar a Gripe da Girafinha. Sim, por que é tanta gripe, tanta bactéria, tanta doença surgindo, que em breve teremos a Gripe da Girafinha, a gripe do Totó, a gripe do Incenso e a gripe do Pai-Nosso...
Já pensou? Um belo dia você acorda e lá está estampado nos principais noticiários do mundo:
“ - Cuidado com a Gripe da Girafinha, está contaminando todos que tem contato com girafas nas grandes cidades e pode causar danos irreversíveis à sua saúde. Ninguém ainda viu nenhum amigo contaminado com ela e os médicos ainda não sabem bem o que ela provoca, mas garantem ter observado indivíduos que a contraíram, e afirmam que a cada espirrada os seus pescoços cresciam tanto que chegavam às alturas dos céus, levando o indivíduo a pensamentos lunáticos e estranhos de libertação do sistema, de felicidade interior e paz de espírito... Afastem suas crianças das girafas urbanas, pois elas são agentes transmissores desta terrível doença. Ainda não sabem a cura para a tal felicidade que a Gripe da Girafinha está causando por aí, mas já estão trabalhando para resolver este problema.”
E a gripe do Totó:
“ – Seu Totó está com a bactéria “Au-Au nº VI”. Quem entrar em contato com um cachorro de estimação (ou seja, o planeta todo) pode estar fadado a pegar esta bactéria mortal que faz você ter um surto de amizade e amor incondicional pelos seus parentes, amigos e colegas de trabalho. Os médicos dizem também que você pode perder sua voz original e emitir estranhos latidos, que formam frases do tipo ‘eu te amo’, ‘eu te gosto’, melhorando sua comunicação com todos, acabando com a confusão que está aí fora. Cuidado com os cachorros, se você tiver um em sua casa, livre-se dele já, pois pode ser que tenha um surto repentino de amizade e confiança pelos seus amigos mais queridos.”
Enfim, a lista de doenças horrendas e mortais que assolam nosso mundo está ficando inumerável a cada dia que passa. Um belo dia você acende um incenso e já surge alguém dizendo que ele causa a doença da ilusão, onde você corre o risco de ver lindos anjos e fadas na sua fumaça. Ou num outro dia você começa a rezar o Pai-Nosso e alguém lhe fala para tomar cuidado, pois isto pode lhe causar um tipo raro de câncer... Que horror.
Ainda bem que há pessoas bem intencionadas que trabalham pelo nosso bem estar, que tanto interesse tem em nos entupir de vacinas contra estas coisas malvadas que podem nos deixar felizes e livres do feudo... digo, do mal que nos assola, né? Ainda bem que temos laboratórios com medicamentos milagrosamente prontos para nos ajudar na cura. Ainda bem que temos todo um sistema montado para nos causar medo e dizer o quanto as doenças estão crescendo e matando mais e mais a cada dia que passa...
Pois é, o medo...
O medo é um dos fatores que pode deixar nosso sistema imunológico destruído, ficando assim, suscetível às gripes e doenças as mais variadas. Por isto é importante você estar feliz, bem alimentado, bem exercitado, forte, consciente de tudo e de bem com a vida. Aliás, uma amiga diz que pessoas felizes não incomodam ninguém!
Então, gente, não vamos sentir medo, assim, não correremos o risco de pegar a Gripe da Girafinha ou a Bactéria do Totó...
Mãe só tem uma, diz certo ditado. É verdade. Cada um de nós tem a sua. Mas as mães são muitas. E são sempre diferentes – não há ser humano igual a outro. No entanto, são mães e nisso são todas iguais – desde que se tornam mães, nunca mais deixarão de ser. Existe ex-namorada, ex-esposa, ex-amante e até ex-amiga. Não pode, não é possível, contudo, existir ex-mãe. A mãe é sempre mãe.
Toda mãe é um começo. Toda mãe é infinita. Com a mãe começa o ciclo da vida, com ela se perpetua o ciclo da espécie. Cada mãe gesta, cada mãe espera, toda mãe acolhe – no ventre, a semente; no peito, o novo ser. Toda mãe é também um fim. Fim enquanto destino, finalidade. É para ela que nos voltamos quando tudo está indo mal. À comum severidade do pai opõe-se o colo da mãe. A comidinha da mãe. O conselho da mãe. Cada mãe ajuda como pode. Mãe não erra, mãe se engana – disse certo ancião.
Toda mãe teve pai e para ser mãe precisou do pai. Toda mãe foi filha. E toda filha deseja ser mãe. As que não desejam é porque desejam, mas não estão sabendo ainda. Cada mãe quer ver a filha mãe. Cada filha quer ver a mãe por perto na hora de ser mãe. Nem todas as mães são felizes, infelizmente, apesar de o poeta ter afirmado o contrário.
Há mães e mães. Há mães que perdem o juízo e sacrificam os filhos recém-nascidos. Melhor não lembrar – são matricidas de que nunca mais gostaríamos de ouvir falar. Há mães que sacrificam os filhos sem matá-los, no entanto. São mães que fazem da superproteção uma dose quase fatal. Melhor esquecê-las – não são matricidas, mas também envergonham a maternidade. Há mães que se sacrificam – estas são as mais numerosas. São as mães que dão sangue e suor pelos filhos e estão sempre prontas a renovar os votos de sua maternidade generosa.
Há mães solteiras. Há mães de aluguel. Há mães bem casadas, mal casadas, separadas, amigadas, felizes, infelizes, pobres, ricas, enfim, há mães gordas, há mães magras, há mães que são anônimas, há mães que são celebridades. Todas, no entanto, sempre conhecem muito bem os filhos. Dotadas da famosa intuição maternal, sentem o que o filho sente, sabem o que o filho pensa – mães sabem tudo. E experimentemos discordar.
O amor da mãe é o único de que se pode dizer: é incondicional. Nenhum outro amor se sustenta como o amor da mãe. É o amor maior de todos. Por mais que os amantes jurem recíproco e incondicional amor, jamais chegarão aos pés do amor materno. O amor da mãe é sempre compreensivo. Releva tudo, perdoa tudo e mais que isso – é sempre redentor e jamais se esgota ou diminui. O amor da mãe só cresce e aumenta a cada dia. E mesmo depois que a mãe se vai, seu amor fica.
Por toda parte, há mães. E não se trata de reduzir tudo à figura da mãe. Sem pai não existe mãe. Mas também não existe pai sem mãe. São unidades complementares do conjunto que transforma dois em três. Todavia, se aproxima o Dia das Mães, então é hora de celebrar a nobre maternidade. A todas as mães, desejemos não somente um Feliz Dia das Mães. Mas que sejam felizes sempre – porque dia das mães é todo o dia.
Eu não sou velho. Sou de uma geração que não viu o Internacional alcançar grandes glórias. Lembro de ter que aturar no colégio os amiguinhos gremistas, que usavam as suas camisas azuis, caçoando de mim, um dos poucos colorados remanescentes na turma. E vocês sabem como crianças podem ser más. Lembro-me que, indagado sobre algum título de expressão que eu tivesse assistido, cheguei a mentir que acompanhei a campanha da Copa do Brasil de 1992. A minha única lembrança daquele título era de pular no sofá com o meu pai, sem saber direito o que estava acontecendo: o chute mesclado de terra e bola que o Célio Silva deu na goleira Gigantinho era menos importante do que a farra com o meu velho. Tive de mentir. Sentia vergonha.
A minha camisa vermelha não saía do armário com tanta frequência. Cheguei a chorar com a alegria dos vizinhos. Minha mãe, que nem do futebol é, vinha me consolar. Aquela história que contavam sobre a primavera e a mudança das cores não era verdade: elas continuavam tão cinzas quanto no resto do ano. E eu sofria, mas a paixão não esmaecia.
Vi o Inter ser desclassificado do Brasileirão pelo Bragantino. Assisti à eliminação na Copa do Brasil para adversários do calibre de Fortaleza, America-MG e Ceará. Tive um lampejo de esperança de chegar a uma final de Copa do Brasil que foi estraçalhado pelo Juventude. As minhas maiores alegrias se resumiam a três vitórias: uma por 5x2, outra com um gol do Dunga no último minuto (e como eu fiquei rouco) e, a última, em Belém do Pará. Vocês também se lembram.
A história, até aqui, não é bonita, mas aí está justamente a sua beleza: a redenção.
Me recordo do jogo que marcou a virada do Inter deste cenário injusto: era fevereiro de 2003 e chovia a cântaros no litoral norte – Grenal no Olímpico. Eu estava com minha irmã no carro e tivemos de pará-lo para não ser levado pela água que tinha na rua. Ouvi o gol de Luis Mário para o adversário com censurável resignação: 1x0 e o rádio desligado. Ao chegar em casa, mais de duas horas depois, sou recebido com um sorriso largo do meu pai, ao que lhe indaguei qual o motivo de tanta alegria e ele, então, me conta que Vinícius, de cabeça, e Daniel Carvalho, entortando todo o Olímpico, nos deram a vitória.
Dali em diante as primaveras mudaram. Ainda tivemos alguns infortúnios, mas notava-se que os tempos eram outros. Na Rua da Praia, sempre tomada pelos tons cinzentos pessoas sérias, houve como que um desabrochar rubro. Tímido ainda, é verdade, mas era só o início.
Não paramos de ganhar Grenais. Tiraram-nos um Brasileiro na mão-grande, mas já víamos que éramos o melhor time do país. Consegui realizar o sonho de ver o capitão do meu time levantando a taça de Campeão da América. Ainda tive o privilégio de ver in loco o Gabiru marcar o gol mais importante dos nossos 100 anos de história. Vi o Pato e, quem diria, o Pinga acabarem com o Pachuca e coroarem a nação vermelha. Vi o Nilmar fazer gol de bicicleta na Inter de Milão. Ouvi falar que o Fernandão e seus guerreiros tocaram 8 pra cima de uns polenteiros. Assisti ao Nilmar, de biquinho, na prorrogação, carimbar-nos com o título de “Campeão de Tudo”. Vi o melhor primeiro tempo de um jogo em 20 anos com um 7x0 arrasador. Não me lembro a última vez que vi o maior rival ganhar da gente. Fresquinho na memória tenho o Fernandão, o Iarley, o Edinho e o Guiñazu levantando um monte de taças.
Esta poderia ser só mais uma história da guinada colorada e a emoção com nossas cada vez mais frequentes glórias. Mas a análise que eu proponho aqui é outra. É pessoal. Diz muito respeito a algo que eu não tive: essa infância.
A felicidade toma conta de mim quando vejo crianças, guris e gurias, vestindo o manto rubro sem nenhuma vergonha; mais, com orgulho. Podem ir pro colégio e fazer graça dos colegas que, coitados, nunca viram um título de expressão. Podem dizer que não deixam mais entrar com celular no Beira-Rio porque é proibido em casa de espetáculo. Podem usar todas as camisas do Inter que têm e ainda assim não é o suficiente. O peito estufado e a altivez com que dizem: sou colorado!
E tais crianças vestindo vermelho se multiplicam em progressão geométrica pelas ruas, tomando conta do nosso estado junto com tantos outros de todas as idades. Ah, que prazer ser colorado. Que bom poder acordar e olhar o pôster do nosso time estampado na parede sem estar desbotado. Que bom ter o privilégio de ir ao Beira-Rio e poder fazer piadas que se está bravo, pois só viu 5 gols, e não 8. Que bom que esta nova geração está mal-acostumada de ver tantos craques jogando simultaneamente pelo Internacional. Que bom ver que estes jovens escolhem o clube do povo para torcer por ser aquele que mais orgulha o Rio Grande. Que bom ser torcedor do time de todas as glórias. Que bom ser Campeão de Tudo!
Ah, como é bom ser colorado! Uma mensagem de orgulho a todos aqueles colorados que, assim como eu, acham que as primaveras, bem como as outras estações, ficam muito mais bonitas assim, com a beleza do vermelho.
Marcos Brossard Iolovitch
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ESTRELAS PODEM SER ANJOS
NO CÉU...
QUE VIAJAM PELO UNIVERSO
A FIM DE NOS DAR AUXILIO E LUZ,.
DURANTE TODA A ETERNIDADE.
E ESTES MESMOS ANJOS
ESTAS MESMAS ESTRELAS
PODEM SER NOSSOS PENSAMENTOS
MAIS SECRETOS
MAIS DEVASSOS
MAIS BRILHANTES.
QUE CONTAM COM OS ANJOS E COM O BRILHO DAS ESTRELAS PARA SE REALIZAREM POR TOTAL!
MARY DO RAP. POETA.
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