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01 de dezembro de 2009 | N° 16172AlertaVoltar para a edição de hoje

Otimismo retoma o nível pré-crise

Estudo da FGV mostra que uso da capacidade instalada nas indústrias é o maior em um ano

A elevação de 2,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em novembro, para 109,6 pontos, aponta para a “consolidação da recuperação da indústria após a crise financeira internacional’’, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O índice alcançado neste mês é o maior nível desde agosto de 2008 (113,3 pontos), considerando-se dados com ajuste sazonal. Sem ajuste sazonal, o ICI cresceu 35,1% sobre novembro de 2008, quando a indústria já havia sido afetada pela crise. Nesse caso, é a maior variação nesta base de comparação desde julho de 2004 (42,4%).

Atingindo a 10ª alta consecutiva, o ICI é um indicador que utiliza para cálculo uma escala que vai de zero a 200 pontos. O resultado do índice é de queda ou de elevação se a pontuação total das respostas fica abaixo ou acima de cem pontos, respectivamente.

– Estamos saindo de um momento em que havia alguma incerteza, para entrarmos num quadrante que seria de satisfação com o momento presente e de otimismo com os negócios futuros – afirmou o coordenador de Sondagens Conjunturais do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Aloisio Campelo.

A FGV também informou ontem que o Nível de Utilização de Capacidade Instalada (Nuci) da indústria atingiu 82,9% em novembro. Em outubro, alcançou 82,5%. De acordo com a série histórica da fundação, o nível do Nuci de novembro é o maior em um ano.

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