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27 de junho de 2009 | N° 16013AlertaVoltar para a edição de hoje

Qualidade e rapidez para o leitor

Com o Parque Gráfico Jayme Sirotsky, Zero Hora ingressa em uma nova era de agilidade e qualidade gráfica. O complexo de R$ 70 milhões, erguido na Avenida das Indústrias, na Capital, abriga duas rotativas Wifag, capazes de imprimir 75 mil exemplares por hora, e um sistema de encarte da Ferag. As novas máquinas, fabricadas na Suíça, ajudarão a levar aos leitores, em menos tempo, um jornal mais nítido e colorido.

Os avanços ampliarão o limite de páginas em cores de ZH, que passará das atuais 48 por caderno para 64. A colocação dos cadernos e encartes comerciais no jornal, hoje realizada manualmente, passa a ser automatizada. Essa mudança também tornará mais ágil o processo de entrega do jornal aos assinantes e pontos de venda. Até o final do ano, o Diário Gaúcho também deverá ser impresso no complexo.

Um criterioso estudo junto aos principais fabricantes mundiais e visitas a jornais nos Estados Unidos e Europa precederam a escolha dos equipamentos. No Brasil, nenhuma empresa conta com essas rotativas Wifag, que já são usadas por jornais como o La Vanguardia, da Espanha, e o La Nación, da Argentina.

As inovações do parque gráfico não se resumem aos aspectos industriais. O complexo de mais de 12 mil metros quadrados incorpora uma série de cuidados ambientais, como um telhado com cobertura vegetal que auxilia a amenizar a temperatura no interior do prédio. Outra novidade é a integração de calhas e cisternas para reaproveitar a água da chuva no sistema anti-incêndio.

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