
Dynacom Wi VisionCasas Bahia10 x R$ 19,90
Monitor LG Flatron W1642 15,6 PolegadasKaBuM!10 x R$ 48,49

Fogão Consul Salvia 6 BocasConsul12 x R$ 67,42
Veja peças artesanais de com técnica de vidro moldado
Confira os profissionais que assinam os projetos da edição do Casa

Susan Boyle (foto) é um viral daqueles! Tão logo sua apresentação em um show de calouros na Grã-Bretanha caiu na web, dias atrás, virou celebridade online. Até uma colega minha de trabalho, daquelas que não costuma perder tempo zapeando pelo YouTube, estava assistindo ao vídeo na semana passada.
É um exemplo da força do viral, quando algo se espalha de forma frenética pela rede. Como se fosse um vírus, alguém vê e passa adiante, e assim vai. Torna-se assunto em blogs, Twitter, e-mails... E também desta coluna, pois não dispenso um bom hype!
Mas qual o recado disso tudo? Na internet, não há mesmo fronteiras, e o ritmo é sempre frenético, tanto que o vídeo ganhou rapidamente versões legendadas em português (só fazer uma busca no YouTube por susan boyle legendado).
Nem sei por que ainda nos surpreendemos com isso.
Ah, o site www.susan-boyle.com reúne até depoimentos em vídeo de fãs da nova musa internética.

Depois que publiquei no blog algumas dicas sobre como personalizar o laptop, leitores me enviaram fotos de suas próprias máquinas diferenciadas. Está tudo lá, confere em zerohora.com/blogdavanessa.
Também descobri os adesivos criados pelas designers gaúchas Camila Balbé, 25 anos, e Dariana do Canto, 26 anos, da W3marias Design, de Santa Maria.
Elas só trabalhavam com adesivos de parede até que personalizaram seus laptops, as pessoas viam e queriam também.
Hoje, as gurias têm um bacanérrimo comércio online de adesivos para notebooks (como o da foto abaixo) em http://tinyurl.com/adesivonote.
Presidente do MySpace Brasil, Emerson Calegaretti tem razão:
Hoje tem uma modinha de chamar tudo de 2.0 disse, em recente palestra na Capital.
Uma coisa é certa: a web elevou o poder de se manifestar opinião. Daí o tal do consumidor 2.0 ao qual Calegaretti queria se referir. É fundamental, portanto, que as empresas saibam o que as pessoas estão falando sobre elas na internet.
E já há bons exemplos: a NET é uma que monitora até o Twitter. Há uma pessoa contratada só para atuar nas redes sociais, localizar os reclamações e tentar ajudá-los.
Por isso, de novo, Calegaretti tem razão: as empresas precisam estar no maior número de endereços virtuais possíveis.