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O capitão da marinha Richard Phillips, 53 anos, em poder de piratas somalis desde quarta-feira, foi libertado ontem numa operação da própria marinha americana, em que três de seus quatro sequestradores foram mortos. O quarto pirata somali foi preso, e o capitão americano, resgatado sem ferimentos. O capitão da marinha Richard Phillips, 53 anos, em poder de piratas somalis desde quarta-feira, foi libertado ontem numa operação da própria marinha americana, em que três de seus quatro sequestradores foram mortos. O quarto pirata somali foi preso, e o capitão americano, resgatado sem ferimentos.
O cargueiro de bandeira americana Maersk Alabama foi atacado na quarta-feira, perto da costa da África, no Golfo de Aden, cenário de dezenas de ataques piratas nos últimos meses. Os tripulantes, todos americanos, retomaram o controle e escaparam, atracando no Quênia, no sábado.
A libertação do americano ocorreu pouco tempo depois de outra operação de resgate contra piratas somalis,
desta vez levada a cabo
por militares franceses, em que um refém e dois piratas morreram. O Tanit – o navio sequestrado – transportava dois casais e uma criança de três anos quando foi capturado por piratas perto do país africano no último dia 4. O governo francês justificou a operação pela resistência dos sequestradores em avançar as negociações. Também havia o risco, ainda segundo Paris, de os piratas somalis fugirem com o barco.
Esta foi a terceira vez em que a França fez uma tentativa de libertar reféns das mãos de piratas, mas foi a primeira em que um refém morreu. Além disso, outro grupo de piratas sequestrou, sábado, no Golfo de Aden, ao norte do litoral da Somália, um rebocador americano com bandeira italiana e 16 tripulantes a bordo.
Atualmente, existem mais de 250 reféns nas mãos de piratas somalis, muitos dos quais de países pobres como Bangladesh, Paquistão e Filipinas, a nação com maior número de sequestrados (92).
O cargueiro de bandeira americana Maersk
Alabama foi atacado na quarta-feira, perto
da costa da África, no Golfo de Aden, cenário de dezenas de ataques piratas nos últimos meses. Os tripulantes, todos americanos, retomaram o controle e escaparam, atracando no Quênia, no sábado.
A libertação do americano ocorreu pouco tempo depois de outra operação de resgate contra piratas somalis, desta vez levada a cabo por militares franceses, em que um refém e dois piratas morreram. O Tanit – o navio sequestrado – transportava dois casais e uma criança de três anos quando foi capturado por piratas perto do país africano no último dia 4. O governo francês justificou a operação pela resistência dos sequestradores em avançar as negociações. Também havia o risco, ainda segundo Paris, de os piratas somalis fugirem com o barco.
Esta foi a terceira vez em que a França fez uma tentativa de libertar reféns das mãos de piratas, mas foi a primeira em que um refém morreu. Além disso, outro grupo de piratas sequestrou, sábado, no Golfo de Aden, ao norte do litoral da Somália,
um rebocador americano
com bandeira italiana e 16 tripulantes a bordo.
Atualmente, existem mais de 250 reféns nas mãos de piratas somalis, muitos dos quais de países pobres como Bangladesh, Paquistão e Filipinas, a nação com maior número de sequestrados (92).
| Quem é Richard Phillips |
| > Originário do Estado americano de Massachusetts. |
| > Graduou-se na Massachusetts Maritime Academy, onde se dedicou a uma cadeira específica sobre táticas antipirataria |
| > Reside com sua mulher em uma fazenda do século 19 no vilarejo de Underhill, no Estado de Vermont, nordeste do país |
| > É pai de dois filhos |
| > Cresceu em uma família de oito irmãos e foi motorista de táxi para pagar seus estudos na academia marítima |
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