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13 de abril de 2009 | N° 15937AlertaVoltar para a edição de hoje

Marinha resgata capitão vítima de piratas

Após cinco dias, ação na costa africana terminou com três sequestradores mortos e um preso

O capitão da marinha Richard Phillips, 53 anos, em poder de piratas somalis desde quarta-feira, foi libertado ontem numa operação da própria marinha americana, em que três de seus quatro sequestradores foram mortos. O quarto pirata somali foi preso, e o capitão americano, resgatado sem ferimentos. O capitão da marinha Richard Phillips, 53 anos, em poder de piratas somalis desde quarta-feira, foi libertado ontem numa operação da própria marinha americana, em que três de seus quatro sequestradores foram mortos. O quarto pirata somali foi preso, e o capitão americano, resgatado sem ferimentos.

O cargueiro de bandeira americana Maersk Alabama foi atacado na quarta-feira, perto da costa da África, no Golfo de Aden, cenário de dezenas de ataques piratas nos últimos meses. Os tripulantes, todos americanos, retomaram o controle e escaparam, atracando no Quênia, no sábado.

A libertação do americano ocorreu pouco tempo depois de outra operação de resgate contra piratas somalis, desta vez levada a cabo por militares franceses, em que um refém e dois piratas morreram. O Tanit – o navio sequestrado – transportava dois casais e uma criança de três anos quando foi capturado por piratas perto do país africano no último dia 4. O governo francês justificou a operação pela resistência dos sequestradores em avançar as negociações. Também havia o risco, ainda segundo Paris, de os piratas somalis fugirem com o barco.

Esta foi a terceira vez em que a França fez uma tentativa de libertar reféns das mãos de piratas, mas foi a primeira em que um refém morreu. Além disso, outro grupo de piratas sequestrou, sábado, no Golfo de Aden, ao norte do litoral da Somália, um rebocador americano com bandeira italiana e 16 tripulantes a bordo.

Atualmente, existem mais de 250 reféns nas mãos de piratas somalis, muitos dos quais de países pobres como Bangladesh, Paquistão e Filipinas, a nação com maior número de sequestrados (92).

O cargueiro de bandeira americana Maersk Alabama foi atacado na quarta-feira, perto da costa da África, no Golfo de Aden, cenário de dezenas de ataques piratas nos últimos meses. Os tripulantes, todos americanos, retomaram o controle e escaparam, atracando no Quênia, no sábado.

A libertação do americano ocorreu pouco tempo depois de outra operação de resgate contra piratas somalis, desta vez levada a cabo por militares franceses, em que um refém e dois piratas morreram. O Tanit – o navio sequestrado – transportava dois casais e uma criança de três anos quando foi capturado por piratas perto do país africano no último dia 4. O governo francês justificou a operação pela resistência dos sequestradores em avançar as negociações. Também havia o risco, ainda segundo Paris, de os piratas somalis fugirem com o barco.

Esta foi a terceira vez em que a França fez uma tentativa de libertar reféns das mãos de piratas, mas foi a primeira em que um refém morreu. Além disso, outro grupo de piratas sequestrou, sábado, no Golfo de Aden, ao norte do litoral da Somália, um rebocador americano com bandeira italiana e 16 tripulantes a bordo.

Atualmente, existem mais de 250 reféns nas mãos de piratas somalis, muitos dos quais de países pobres como Bangladesh, Paquistão e Filipinas, a nação com maior número de sequestrados (92).

Washington Washington
Quem é Richard Phillips
> Originário do Estado americano de Massachusetts.
> Graduou-se na Massachusetts Maritime Academy, onde se dedicou a uma cadeira específica sobre táticas antipirataria
> Reside com sua mulher em uma fazenda do século 19 no vilarejo de Underhill, no Estado de Vermont, nordeste do país
> É pai de dois filhos
> Cresceu em uma família de oito irmãos e foi motorista de táxi para pagar seus estudos na academia marítima

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