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01 de fevereiro de 2008 | N° 15497AlertaVoltar para a edição de hoje

  • Sol e lua

    O jogo de hoje entre Inter e Juventude começa com sol e acaba sob a lua. O horário parece bom, considerando que é abertura de feriadão: 19h30min. Já escutei colorados planejando ir ao jogo e, em seguida, seguir para a praia. Se houver prudência, nenhum problema. Antes da meia-noite dá para estar acomodado no litoral, quem sabe começando uma grande noitada. Ou, quem preferir, poderá viajar sábado, bem cedo, após uma noite bem dormida. Enfim, o jogo tem grandeza e tradição. O Juventude ainda tenta afirmar a sua nova equipe, e o Inter busca se adequar às necessidades criadas pela ausência de titulares importantes como Nilmar, Guiñazu e Magrão. Abel Braga, desta vez, escondeu o jogo. Não revelou a escalação que começa o jogo. Faria bem, embora não seja sua convicção, substituir os ausentes por jogadores das posições, sem desfigurar o esquema tático. Porém, o Inter tem um elenco tão numeroso e qualificado que, para a maioria dos jogos do Gauchão, qualquer proposta tem chance de dar certo. Mesmo se for errada.

  • Esquentando

    Cada dia surgem novidades que favorecem a expectativa de Fábio Rochemback vir para o Grêmio. Não se afastando, inclusive, a possibilidade de que o negócio aconteça durante a noite, quando colunas como esta já estejam escritas e baixadas. Ontem, soube-se que o jogador conseguira convencer o treinador do Middlesbrough a liberá-lo. Era o primeiro empecilho, já que o gaúcho é considerado o melhor jogador da equipe. Estava faltando, apenas, a liberação do clube, o que poderá ser resolvido com a prorrogação do contrato de Rochemback por dois anos. Por que o jogador quer, tanto, jogar no Brasil, em Porto Alegre, no Grêmio? Por dois motivos fundamentais: proximidade com Dunga e a Seleção Brasileira e, sempre razão forte para quem está no Exterior, retorno ao convívio de parentes e amigos. Não são motivações poucas, pelo contrário.

  • Péssimas largadas

    Guarani e 15 de Novembro abriram a quarta rodada repetindo as derrotas dos três jogos iniciais de cada um. Como são poucas partidas para classificar quatro times em cada grupo de oito, a prioridade de Guarani e 15 de Novembro já deve ser a de lutar para driblar o rebaixamento. A situação de ambos complicou.

  • Desinteresse

    O Grêmio já recebeu as propostas das duas empresas interessadas em construir uma arena para o clube: Odebrecht e o consórcio português TBZ-OAS. Uma delas deseja levantar o novo estádio no lugar onde está o Olímpico. Esta proposta deverá ser rejeitada pelo Conselho Deliberativo, por duas razões: seria arriscado derrubar o Olímpico e ficar sem estádio próprio durante vários anos. E se a construtora, por exemplo, quebra durante a construção? Abre falência? Além disso, esta proposição exige a desapropriação de uma rua marginal ao Olímpico. A Prefeitura Municipal teria muita dificuldade para aprovar a privatização de um bem público. Resta Humaitá como local para a construção da arena. O CD deliberativo vai decidir, mas, desde já, chama a atenção a aparente alienação do órgão. Dos seus 313 membros, apenas 80 conselheiros tiveram interesse em analisar o projeto. É possível, até provável, que o período de férias seja responsável por esta atitude. Tomara que seja.

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    Leia o blog do Wianey em www.zerohora.com

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