Nome: Carla Beatriz Piuma Maise
Cidade: Porto Alegre
Estado: RS
Data: 26/09/2008 08:37
É lamentável que um absurdo como esse ainda aconteça aqui no RS em pleno século XXI. Como tenho acesso a plano de saúde, eu pude ter meu marido junto comigo no parto de nosso filho no hospital e sua presença foi fundamental para que eu me sentisse querida e amparada. Também tive a presença da doula no parto. Como foi PARTO NORMAL, ninguém exigiu que ele usasse roupa especial ou esterilizada. Além disso, meu marido não só acompanhou, como PARTICIPOU ativamente do trabalho de parto.
Nome: Kelen Pompeu
Cidade: Santa Maria
Estado: RS
Data: 25/09/2008 20:47
Como Doula tenho que comentar que a presença de um acompanhante faz toda a diferença na hora do parto, é um momento importante para a família e a mãe precisa estar amparada e segura nssa hora tão especial.Trabalho em um hospital 100% SUS, que deveria incentivar essa humanização,mas infelizmente,não é o que acontece. A melhor maneira de evitar esses abusos é a informação, pois a maioria desconhece a lei 11.108. é um direito nosso, devemos exigi-lo.
Nome: Aline Soares
Cidade: Porto Alegre
Estado: RS
Data: 25/09/2008 11:39
Sou profissional da saúde, sei que para entrar em bloco cirúrgico, uti, existe roupas específicas e pró-pés. O Sr. Leandro só precisava destes materiais e lavar bem as mãos, pois ele só iria ficar observando ou talvez fotografando. Não aceito que, em pleno século xx, isso aconteça, pois o nascimento de um filho é um momento sublime que não pode ser negado a um pai. Parabéns pelo comportamento reacionário e insensível dos funcionários e direção daquele hospital!
Nome: Michele
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
Data: 25/09/2008 10:57
Quando ganhei minha filha,há 4 anos no hospital universitário da FURG em Rio Grande pelo SUS,também não deixaram meu marido ou outra pessoa me acompanhar durante todo o trabalho de parto.Me senti sozinha,durante as 5 horas q passei na sala de preparação/parto, sem ninguém conhecido ao meu lado.O interessante é q se fosse particular meu marido poderia ter entrado e acompanhado todo o processo,como foi com uma prima,pouco tempo depois.Durante o nascimento de seu filho,seu marido estava ao seu lado
Nome: FRANCISCO JOSÉ BARBOSA GONÇALVES
Cidade: Santa Vitória do Palmar
Estado: RS
Data: 25/09/2008 10:43
Não poderia o hospital de Uruguaiana adotar médotos de esterilização e fornecer roupa asséptica para o rapaz entrar na sala de parto? Garanto se o mesmo fosse médico ou estudante de medicina permitiriam com bom grado que estivesse presente ao parto. Podendo complicar para que simplificar?
Nome: Carla Araújo
Cidade: Novo Hamburgo
Estado: RS
Data: 25/09/2008 10:27
Concordo com a Rosane. Aqui em Novo Hamburgo é comum ver estes profissionais de saúde indo e vindo dos hospitais para suas casas, andando de ônibus ou a pé com o uniforme que usam para atender os pacientes. Sempre me perguntei se não havia o risco de contaminação, tanto dentro do hospital trazendo da rua alguma bactéria ou até mesmo levando as mesmas do hospital para suas próprias casas.
Nome: Luiz Fernando Romeiro Bressan
Cidade: Florianopolis
Estado: SC
Data: 25/09/2008 10:18
eu como Uruguaianense estou envergonhado com isso q aconteceu com esse rapaz,isso significa q a cidade esta retrocedendo.
Nome: Rosane Gayer dos santos
Cidade: Santa Maria
Estado: RS
Data: 25/09/2008 09:17
Se os hospitais obrigassem seus trabalhadores como médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem a trocarem de roupas e de calçados dentro do hospital para poderem trabalhar, a contaminação hospitalar seria eliminada praticamente na sua totalidade. É comum ver esses trabalhadores em coletivos, na rua e em outros locais com a mesma roupa que atendem pacientes em quartos e blocos cirúrgicos, bem como saindo de um hospital e indo dar plantão em outro com a mesma roupa e calçado que já usou. Pode?