
A governadora Yeda Crusius ingressou na tarde desta quarta-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF), com uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra o piso nacional dos professores. Ainda nesta tarde, Yeda tem um encontro marcado com o vice-presidente do STF, Carlos Ayres Brito para debater o assunto.
A alegação do Estado é de que serão necessários mais 27 mil professores para substituir aqueles que estiverem em atividades extraclasse, já que a lei dá direito a 30% da carga horária para esse fim. De acordo com a secretária da Educação do RS, Mariza Abreu, o Estado não tem como pagar o piso nacional, pois não são levados em conta os benefícios que os servidores já possuem.
Além disso, a elevação do salário base dos professores para R$ 950,00 exigiria uma mudança completa do orçamento do Rio Grande do Sul. A ação foi assinada por outros cinco Estados. A expectativa da governadora é de que haja a adesão integral de todos os Estados. Ela informou
que a ação conta com o
respaldo do colégio nacional de procuradores.
Parabens governadora sem piso para os professores corte para os grevistas sem aumento para a policia civil e militar mas p governadora tem aumento de 143%... Que lanbança
Tá certo governo do RS: a União esta fazendo "cortesia com chapéu alheio". Assim é fácil fazer política educacional. Além de não dividir os impostos com os outros entes federativos, gerando uma CENTRALIZAÇÃO jamais vista na história do Brasil, o governo federal cria mais ENCARGOS para os Estados e Municípios. Por outro lada, a União gasta só 3,6% (24/ 678 bilhões) do seu orçamento de 2008 em EDUCAÇÃO, demostrando não dar nenhuma importância para a diminuição do atraso educacional brasileiro.
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