
Single Ladies embala gol no Paulista

A presidente do Cpers-Sindicato, Rejane de Oliveira, relatou nesta quinta-feira que sofreu uma tentativa de agressão ao deixar uma reunião em Novo Hamburgo. A informação foi repassada por Rejane aos deputados oposicionistas que fazem parte da comissão que analisa o pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius durante a primeira das cinco audiências extraordinárias convocadas pelo grupo. A presidente do Cpers disse que vai registrar uma ocorrência sobre o caso na Polícia Civil.
- Estava descendo em frente ao Cpers, para pegar meu carro, quando uma pessoa, que estava dentro de um automóvel branco, sem placas, tentou me laçar com uma borracha. Fui arrastada até a rua Coronel Vicente. Estou machucada na perna - disse Rejane.
O deputado Adão Villaverde (PT) classificou o episódio de inaceitável. Ele propôs que a comissão entrasse em contato com a Secretaria de Segurança Pública para assegurar a integridade da sindicalista.
- Estamos diante de uma
evidente tentativa de intimidação e
perseguição de uma das personalidades que está à frente do pedido de impeachment da governadora - apontou Villaverde.
Audiência
Convocada por um terço dos deputados que integram a comissão, a audiência ouviu os representantes do Fórum dos Servidores e foi marcada por fortes manifestações contra os parlamentares que comandam a comissão especial do impeachment. O presidente, Pedro Westphalen (PP), e a relatora, Zilá Breitenbach (PSDB), foram os principais alvos das críticas. Nenhum deputado da base governista compareceu à reunião.
O deputado Raul Pont manifestou o interesse da oposição em construiur um relatório paralelo sobre o pedido de impeachment. Ele vê dificuldade de que o projeto seja aprovado pelo plenário da Assembléia, mas ressaltou que a oposição vai ocupar todos os espaços possíveis para tentar reverter o que chama de relatório chapa branca que está sendo conduzido pelos deputados da situação.
A próxima reunião convocada pela oposição ocorre na
próxima segunda-feira (5). Os deputados deverão conversar com os procuradores do Ministério Público Federal que ingressaram com a ação de improbidade administrativa contra Yeda Crusius e outros oito integrantes da base governista.
A questão não é de ser testemunha, mas de participar de um movimento a favor do impeachment que tem possibilidade de sair vitorioso.
É uma pessoa que fez algazarra aberta contra pessoas que são suspeitas de estar fazendo uma algazarra escondida com o erário público, tanto que agora deslumbra-se a hipótese de impeachmant contra esta senhora. Talvez se não houve tanta algazarra, toda a suspeita passasse em brancas nuvens.
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