
Às vésperas de completar sete meses da execução do vice-presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremers), Marco Antonio Becker, 60 anos, e com dezenas de depoimentos sem pistas concretas, uma das últimas cartadas da polícia foi ir atrás de um pai-de-santo para tentar esclarecer o mistério.
Em investigações no Vale do Taquari, agentes da Delegacia de Homicídios interrogaram um babalorixá de Lajeado, para descobrir o que ele sabia sobre o crime.
O religioso foi procurado porque teria conhecimento de que o matador seria “um inimigo de Becker, com muita influência no meio social”. Essa visão teria sido captada pelo pai-de-santo ao jogar búzios, durante atendimento de uma consulta a dois homens, que perguntavam quem era o assassino de Becker.
Dias depois de receber a dupla, o babalorixá teria comentado o assunto em conversas com amigos, por telefone, e o fato chegou ao conhecimento da polícia.
Homem negou ter
condições de revelar nome de matador
Amigo do
religioso, o advogado Alexandre Maziero disse que o pai-de-santo prestou depoimento durante quatro horas na condição de testemunha e pouco contribuiu para a investigação. O pai-de-santo explicou que não tinha condições de revelar nome nem características físicas do homem ao interpretar os búzios. Maziero pediu para que o nome do babalorixá fosse preservado.
As buscas ao assassino de Becker estão sob comando do delegado Rodrigo Bozzetto. A pedido dele, as investigações estão sob segredo de Justiça. Há cerca de um mês, a polícia vasculha com mais intensidade as relações profissionais de Becker. A principal suspeita é de que o crime está ligado à área médica. O oftalmologista foi assassinado na noite de 4 de dezembro, no bairro Floresta, na Capital, atingido dentro do seu Gol por quatro tiros de pistola .40, calibre restrito, disparados com precisão cirúrgica pelo caroneiro de uma motocicleta. As diligências no Vale do Taquari buscavam provas de uma possível ligação entre o executor e o
mandante.
Em gráfico, veja como teria ocorrido o crime:![]()
acho que vou recorrer tambem; para saber os numeros da mega sena ahahahahaha,como se estes pais de santo soubessem alguma coisa. era só o que faltava, agora ao inves de investigar vão recorrer a estes charlatões, acho que não estão mais querendo trabalhar, pobre de nós, isto é brasil
Qualquer polícia em qualquer parte do mundo já teria elucidado esse crime. Essa história não está bem contada. Há indicios e provas o que não há é interesse de mostrar a sociedade a ralidade dos fatos.
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