
A Justiça do Trabalho de Canoas liberou R$ 6,2 milhões bloqueados em contas da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) para que sejam colocados em dia os salários de março apenas dos professores da instituição. O dinheiro será transferido hoje para os docentes, por determinação do juiz Volnei de Oliveira Mayer. Os professores decidiram em assembleia nesta quinta manter a greve, e só devem voltar à sala de aula após o afastamento do reitor de universidade Ruben Becker, apontado pelos funcionários como grande responsável por inúmeras irregularidades administrativas, que resultaram na crise da instituição.
No final da manhã, professores e funcionários protestaram em frente à prefeitura, no centro de Porto Alegre. Os manifestantes seguirão ainda até a Praça da Matriz, onde farão protesto em frente à Assembleia Legislativa.
Às 20h de hoje, uma reunião extraordinária da Comunidade Evangélica Luterana São Paulo (Celsp), mantenedora da Ulbra, decidirão sobre o futuro do
reitor.
Nesta
quinta-feira, a Celsp decidiu interromper, por tempo indeterminado, os serviços em toda a rede de saúde da instituição, cerrando as portas dos três hospitais — Independência e Luterano, na Capital, e o Universitário, em Canoas. A medida vai sobrecarregar outras instituições na Capital e da Região Metropolitana. O secretário de Saúde de Porto Alegre, Eliseu Santos, viajou a Brasília na tentativa de aumentar o teto do repasse de verba do Ministério da Saúde ao município, o que lhe permitiria redistribuir atendimentos e aliviar a sobrecarga.
Tanta barbaridade cometida por esse "reitor" e ainda tem gente que defende... Por isso que nosso país não anda. O pessoal gosta de ser pisado.
Parabéns a Justiça do Trabalho pelo agilidade em dar resposta ao pedido do SINPRO. Os demais prejudicados devem fazer o mesmo. Ingressar com pedido na justiça. Lembrem-se que a justiça não protege quem cochila!!!!
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