
Os professores da rede estadual de ensino interromperam as aulas nesta sexta-feira para protestar contra a posição do governo sobre piso nacional para o magistério. A direção do CPERS/Sindicato afirma que a adesão à paralisação é de 60% na Capital, e de 100% em alguns municípios do interior, como Rio Grande, Bento Gonçalves e Santa Cruz do Sul.
A manifestação deve se prolongar até o final do dia contra a posição do governo do Estado sobre o piso nacional de R$ 950 para o magistério, sancionado no mês passado. Em julho, a secretária da Educação, Mariza Abreu, chegou a afirmar que a lei é inconseqüente, por causa do impacto que vai provocar na folha salarial. Mariza explica que começou a encaminhar, junto ao governo federal, as negociações para alterar itens da lei.
Segundo cálculos do Estado, a medida elevará em R$ 1,5 bilhão o custo anual com a folha de pagamento, além de exigir contratação de 27 mil professores. Durante a manhã, representantes do CPERS e da
secretaria se reuniram para
discutir o assunto. Hoje à tarde, um grupo de sindicalistas realiza ato público em frente ao Palácio Piratini.
Parabens + uma vez q é com garra e mobilisação q c conquista,pq c esperarmos pela boa vontade dos governantes nunca vamos ser valorizados este sindicato é forte.É um horros o salario da governadora17mil,enquanto professores ganham menos q o salario minimo,onde esta os 35% da educação,as escolas estão recebendo só 70%doq deveriam,esta louca ainda diz q esta em crise.Vamos lutar sempre contra a corrupção dos governates.
Os R$ 950,00 ainda ficam longe do os professores deveriam receber, mas o que se é a elite do executuvo (143% para Yeda) e a vergonhosa decisão do judiciário (indenização bilionária. Este mesmo judiciáro que muitas vezes nos nega as migalhas(lembram da lei Brito)desde 1997. Fora Yeda e fora os czares da justiça
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