
Laudos do Instituto de Criminalística (IC) de São Paulo, usados na investigação da morte de Isabella Nardoni, de cinco anos, no último dia 29 de março, apontam que havia resquícios do sangue da menina na bermuda usada pelo pai, Alexandre Nardoni, 29 anos, no noite do crime. Segundo informações obtidas pelo Jornal da Band, os documentos também mostram que as roupas continham pedaços da tela da janela pela qual Isabella foi jogada, no sexto andar do Edifício London, em São Paulo.
Os advogados de defesa de Alexandre disseram que "é natural" que o sangue da menina esteja presente na roupa do pai, já que ele teria se aproximado do corpo da filha após a queda dela.
Ainda de acordo com informações obtidas pelo jornal junto ao IC, não houve uma terceira pessoa na cena do crime, o que contradiz os depoimentos de Alexandre e de sua mulher, Anna Carolina Jatobá, 24 anos, que disseram que o apartamento teria sido invadido na noite do dia 29 de março.
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