
O cantor americano Michael Jackson, de 50 anos, morreu hoje, em Los Angeles, após chegar ao hospital da Universidade da Califórnia (UCLA) em coma profundo. Diversos jornais e redes de televisão americanos informam a morte do cantor. A informação partiu de uma fonte que está no local. A morte foi confimada por um médico-legista de Los Angeles, de acordo com a CNN.
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Segundo informações, o serviço de emergência de Los Angeles recebeu um telefonema da casa do cantor, em Holmby Hills, às 12h26min (16h26min no horário de Brasília). De acordo com o LA Times, o cantor sofreu uma parada cardíaca e não respirava quando a ambulância chegou à sua casa. Aparentemente, Michael foi reanimado por uma equipe de paramédicos do Corpo de Bombeiros antes de ser levado
para o hospital da Universidade da Califórnia (UCLA).
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Familiares do artista foram avisados da situação e seguiram para o hospital, declarou Brian Oxman, um dos advogados da família Jackson, à CNN. Questionado sobre as condições do artista durante o resgate e a transferência dele até o hospital, o capitão dos bombeiros de Los Angeles Steve Ruda disse que, pela lei federal, não poderia fazer comentários a respeito.
Após a chegada da ambulância ao centro médico, uma equipe de policiais e seguranças se posicionou na entrada da emergência. Centenas de fãs foram até o hospital.
Jackson nasceu em 26 de agosto de 1958 em Gary, Indiana. Ele começou
sua carreira musical quando era criança como o principal cantor do grupo The Jackson
5, se apresentando em clubes locais.
Em março deste ano, o cantor convocou uma entrevista coletiva na qual anunciou uma série de 10 shows em Londres, no O2 Arena, em comemoração aos seus 50 anos. Todos os ingressos foram vendidos em pouco tempo e a AEG Live, empresa promotora do evento, informou sobre shows extras.
Michael deixou três filhos: Michael Joseph Jackson Junior, Paris Michael Katherine Jackson e Prince "Blanket" Michael Jackson II.
Leia mais sobre a trajetória do cantor em Zero Hora desta sexta-feira
Eis a maior prova de inversão de valores. Como pode ser considerado ídolo uma homem que esteve envolvido em denúncias de pedofilia, que insinua que vai jogar seu filho pela janela? Aposto que se fosse um trabalhador pobre estaria preso ou considerado louco.
Daqui a pouco aparece ele e o Elvis rebolando em alguma rede de televisão caça níquel.

A carreira do cantor foi marcada por escândalos, envolvendo denúncias de pedofilia. Veja mais fotos
Foto: Mark J. Terril, AP, Banco de Dados
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