
Não deveria, mas o assunto que mais mobiliza torcedores, principalmente os mais extremados, é a arbitragem. A segunda-feira foi marcada por uma inundação de e-mails enviados por colorados, citando dois episódios do jogo contra o Cruzeiro, no Mineirão: o pisão dado por Kleber no pé de Lauro e o gol do Cruzeiro, marcado em impedimento. Sobre as expulsões de Kleber e Lauro, não cabe qualquer restrição à decisão do árbitro. Kleber deveria receber cartão vermelho, ainda que tivesse ficado no empurrão em Marcelo Cordeiro. Aquela atitude foi de agressão, merecia ser punida com exclusão do jogo. Quanto ao Lauro, não importa que Kleber tenha pisado no seu pé. Revide, ainda que possa ser contemplado com uma certa compreensão, está proibido pelas regras do futebol. O árbitro agiu com correção expulsando o goleiro do Inter.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva é que pode atenuar a pena ou, até, absolver Lauro. Mas esta é outra instância. No que diz respeito ao gol do Cruzeiro, leiam o que
escreveu este
torcedor colorado:
“Me chamo Walmir, moro em Passo Fundo e sou torcedor do Internacional. Resolvi te escrever por você ser um ‘multimídia incansável’, como a Rosane te define, o que permite uma repercussão enorme para a sua opinião. Meu questionamento: por que são tão diferentes as repercussões dos erros de arbitragem quando se trata de Grêmio e Inter? Quando erraram contra o Grêmio, isso foi amplamente falado, discutido, criticado. Por você e outros jornalistas/comentaristas. Porém não vi quase ninguém falando quase nada sobre o fato de o gol do Cruzeiro ter sido convertido com o jogador celeste em impedimento. Por favor, me explique o porquê dessa diferença de tratamento.
Atenciosamente,
Walmir Valdameri – Passo Fundo”.
No que me diz respeito, nunca coloco as questões da arbitragem acima do jogo. E, por entender que todos os árbitros erram contra e a favor de todos os times, dou importância menor ao tema. É um critério pessoal. O
gol do Cruzeiro foi marcado, realmente, em
impedimento. Condição que, aliás, só pode ser percebida na televisão, após múltiplas repetições. Ora, nem o Inter se atreveu a valorizar este lance. Poderia, pois tem muita gente que deflagraria uma guerra civil diante deste prejuízo.
Felizmente, não se trata de uma atitude generalizada. Na verdade, esta ampla repercussão que referes, não brota da imprensa, mas, sim, de alguns clubes.
- MUITO LONGE – Luiz Felipe Scolari esperava ser convidado a treinar um time italiano. Como o convite não veio, ele aceitou trabalhar no Uzbequistão, país vizinho ao Afeganistão.
Felipão vai desaparecer do cenário, mas, em compensação, receberá 13,5 milhões de euros por 18 meses de contrato, seis deles adiantados.
Dinheiro demais para o Felipão resistir.
- AUTUORI – Já começou, no Olímpico, a transição para o 4-4-2.
Tem gremista pagando promessa.
Wianey, Escrevesses sobre o episódio vexatório do Lauro,que me parece já tem antecedentes de baixaria,mas nem tocasse em algo mais bizarro e aterrorizante: A tentativa de fraturar a perna do adversário protagonizada pelo BOLIVAR!Por que a Imprensa não escreve sobre isso?Será por ficar envergonhada?E o Bolivar,se tem família,não ficou envergonhado de encará-la ao retornar de B.Horizonte?E o Procurador do STJD solicitará as imagens bizarras da agressão ao atleta do Cruzeiro para julgar o BOLIVAR?
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