
O militar Juliano Marques, 28 anos, torcia na madrugada de sábado pela melhora da sua primeira filha, Maria Clara, nascida na segunda-feira passada. Surpreendido pela notícia da aplicação de sedativos, ele e a mulher, Maria Rosiete, ainda tentavam entender o que ocorreu dentro da maternidade do Hospital Universitário da Ulbra.
Zero Hora – A sua filha nasceu sadia, ocorreu tudo bem no parto?
Juliano Marques – Sim, ela nasceu com 3,5 quilos na tarde de segunda. Na manhã de terça, eles nos informaram que ela tinha contraído uma infecção e tinha sido internada na UTI. Passamos a semana na sala de espera da maternidade. Só que a cada hora começavam a aparecer mais e mais casos de infecções. A sala está cheia de pais agora, todo mundo preocupado.
ZH – A notícia surpreendeu a todos, então?
Marques – Caiu como uma bomba.
Até então a nossa preocupação era com a saúde dela. Tínhamos que ficar tranquilos, pois ela está
no hospital, sendo cuidada. Mas agora saber que uma pessoa daqui de dentro foi fazer tudo isso, a gente não sabe mais no que acreditar.
ZH – O que o senhor pretende fazer agora?
Marques – Primeiro, a gente vai pensar na saúde da Maria Clara. Tem de ter justiça. Ela poderia ter tirado a nossa filha da gente.
Quer dizer que um funcionário com salario atrasado tem o direito de tirar outra vida? Por favor estão querendo tapar o sol com a peneira,a ulbra neste momento não tem credibilidade nenhuma,e tão cedo não terá. justiça!
Sr. Jader, assim como há pessoas q fazem o q fez essa pessoa, há profissionais q trabalham p salvar vidas. Não é a Instituição a culpada. é um caso pessoal de insanidade que até pode ser entendido. Você provavelmente, nunca passou por UM ANO de salário atrasado, sem saber se na próxima semana terá comida p alimentar sua família ou se terá dinheiro p pagar água e luz. Se a Ulbra teve problemas de administração, já passou.Hj nosso salario esta em dia e vestimos a camiseta por nosso emprego.
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