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 | 01/08/2009 | 19h06min

Caso Becker: Dois médicos e um agiota são suspeitos

Testemunhas relataram as desavenças do líder médico em sua vida pessoal e profissional

Humberto Trezzi | humberto.trezzi@zerohora.com.br

Três pessoas foram investigadas exaustivamente como suspeitas de ordenar o assassinato do médico Marco Antonio Becker, ex-presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremers), morto em 4 de dezembro.

Duas delas são colegas de profissão da vítima e atuam no Interior. O terceiro suspeito é um empresário do ramo de jogos de Novo Hamburgo, para quem Becker, 60 anos, devia cerca de R$ 350 mil. No inquérito, não estão anexados indícios de ligação de qualquer um dos suspeitos com quem apertou o gatilho. As suspeitas se embasam na motivação e em testemunhos que evidenciam a inimizade desses homens com o ex-presidente do Cremers.

As 1.450 páginas do inquérito incluem depoimentos desses três desafetos de Becker. Alguns foram ouvidos mais de uma vez. Os três admitiram ter problemas de relacionamento com o médico, mas negaram envolvimento no assassinato. Os três têm álibis que os colocam longe da cena do crime, ocorrido à noite em frente ao restaurante Alfredo, no bairro Floresta, em Porto Alegre. O assassinato foi cometido por um homem que estava na carona de uma moto e disparou com uma pistola 40.


O crime

Na noite de 4 de dezembro de 2008, Becker foi executado com quatro tiros de pistola .40, calibre restrito, disparados pelo carona de uma motocicleta Falcon 400 cilindradas em Porto Alegre.

Comentários

Vera

Denuncie este comentário01/08/2009 20:49

Estou numa baita curiosidade para saber o que vai sair de baixo do tapete.

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