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 | 28/05/2008 | 14h20min

Plano Cicloviário para a Capital é apresentado

Conforme secretário, expectativa é de inaugurar 18 quilômetros ainda em 2008

O prefeito José Fogaça apresentou nesta manhã o Plano Diretor Cicloviário Integrado de Porto Alegre, na Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), com a presença do secretário municipal de Mobilidade Urbana, Luiz Afonso Senna, e de técnicos que contribuíram na elaboração do trabalho.

O projeto, que será encaminhado à Câmara de Vereadores, identifica 495 quilômetros (veja mapa ao lado e abaixo) de vias na cidade com possibilidade de abrigar ciclovias até 2022. Para este ano, conforme o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Luiz Afonso Senna, a expectativa é de inaugurar ao menos 18 quilômetros.



Os primeiros trechos* 

> 6,6 quilômetros da Avenida Ipiranga, entre a orla do Guaíba e o Campus da PUCRS, trecho considerado de maior demanda futura, com mais de 10 mil viagens diárias
> 7,8 quilômetros entre a Avenida Sertório e Avenida Assis Brasil, conectando a Estação Farrapos da Trensurb com a Avenida Francisco Silveira Bittencourt 
> 3,2 quilômetros da Avenida João Antônio da Silveira, principal via de acesso à Restinga, onde a bicicleta já é utilizada com intensidade, mas há alto índice de acidentes

* também integram o plano outras ciclovias em implantação nas avenidas Edvaldo Pereira Paiva (Beira-Rio), Diário de Notícias e Vicente Monteggia (bairro Vila Nova).

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Comentários

Régulo Franquine Ferrari -

Denuncie este comentário28/05/2008 23:07

Certamente, para ser chamada de ciclovia precisa ser uma pista isolada do tráfego de automóveis, senão é apenas uma ciclofaixa


Cláudio Lau

Denuncie este comentário28/05/2008 19:56

É imprescindível o uso de bicicletas diante do número enorme de automóveis circulando. Mas para que os ciclistas usem sua bike no dia a dia é necessário que as ciclovias sejam seguras, e interliguem todos o cantos da cidade. Apenas pintar o asfalto de verde não resolve o problema, apenas o acentua porque os motoristas não respeitam a ciclovia. Ainda mais que ela pode ser utilizada apenas aos fins de semana. É preciso que haja uma barreira física nas ciclovias para separa-las do trânsito regualar


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