A customização tem seu caráter artesanal acrescido de memória afetiva: a mesa central era da avó da arquiteta e recebeu, depois da laca, a aplicação de spikes (acima) no contorno pela própria Daiana.
– Não me baseei em um ábum específico, mas na vida dela: era uma menina quando começou a carreira e hoje está um mulherão: a menina cresce, deixa coisas para trás, por isso o contraste entre o marrom e o rosa-claro – diz a arquiteta Daiana Balestro.
Tem a sua assinatura a luminária com 20 cabos afixados em uma base de MDF (acima), tudo transformado em um lustre único – e dimerizado – graças ao apoio do eletricista. Coisa de artista.















