
Foto: Ricardo Duarte, Agência RBS
Parafina e metal bastariam para Kadu gerar peças inusitadas como faz há 13 anos, mas o artista não se contenta com a simplicidade de latas e objetos atuais para converter em arte atemporal. Nesta fase, ampliou a variedade dos metais e passou a garimpar peças antigas para dar o seu toque de luz.
Uma chopeira antiga ou um ferro do tempo das nossas avós se somam a uma moto da Segunda Guerra Mundial, a tarros de leite e a tachos que remetem a doces de abóbora da infância.

A sua busca incessante o levou a cravar o olho clínico no adereço na orelha de Tatiana Rihan – amiga anjo da guarda, sócia e administradora do negócio de velas na Rua Vicente da Fontoura, na Capital.
O brinco em formato de rosa, com desenho chapado, virou enorme arranjo de metal que sustenta cachepôs de vidro com velas (acima), conjunto empoleirado em uma das raras paredes ocupadas apenas por uma peça.













