– Cada ambiente tem um móvel ou objeto decorativo que é o carro-chefe e ganha a atenção de quem chega ali pela primeira vez – explica a arquiteta Andréa Parreira, de São Paulo.
O primeiro passo antes de escolher o sofá ideal é analisar o tamanho do ambiente onde ele vai ficar.
– Um dos grandes problemas de hoje em dia é que os sofás estão cada vez maiores e as salas, menores. O maior desafio é ajustar o tamanho do sofá ao tamanho da sala. Ele não pode atrapalhar na circulação, tem de ter o tamanho certo – explica a arquiteta Danielle Garros.
Segundo recomenda a profissional, a função do móvel deve ser o próximo requisito a ser analisado.

Fotos: André Bastian, Divulgação
– Se for para receber visitas, o sofá pode ser mais decorativo e com forma inusitada (foto acima). Porém, se pensarmos em um estar íntimo, onde a família goste de ficar mais relaxada e descontraída, conforto é fundamental. Investir em modelos com chaise, encosto retrátil, tecidos mais resistentes e aconchegantes (imagem seguinte) como o veludo, o chenile e a camurça têm fácil manutenção e ótimo acabamento – exemplifica Danielle.
Atualmente, os modelos que mais agradam são aqueles com linhas retas e aspecto amplo, com um toque mais contemporâneo. Qualquer que seja o tamanho do espaço ou o tipo do imóvel, o segredo é adequar a peça ao estilo daqueles que vão usá-la.
Modelos coloridos dão um toque divertido e despojado ao ambiente, criando um ponto focal diferente, como cita Danielle, mas é preciso tomar cuidado para que todo o ambiente tenha a mesma proposta.
– É importante evitar o exagero para que o ambiente não fique cansativo. Além disso, a combinação com algumas almofadas em tons neutros ou coloridas, quando esta for a opção (foto acima), deixam o sofá mais aconchegante e completam a decoração – finaliza Andréa.












