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Dor de cabeça16/01/2013 | 14h01

Estudo aponta que mulheres com enxaqueca têm mais risco cardíaco

Distúrbio foi o segundo maior fator de risco, perdendo somente para a pressão alta

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Estudo aponta que mulheres com enxaqueca têm mais risco cardíaco Charles Guerra/Agencia RBS
Riscos para mulheres que sofrem de enxaqueca com aura foi três vezes maior do que para aquelas que sofrem de enxaqueca sem este distúrbio Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

As mulheres que sofrem de enxaquecas acompanhadas de distúrbios visuais como flashes de luz podem ter um risco aumentado de sofrer ataques cardíacos e coágulos sanguíneos, alertaram cientistas nesta semana.

O estudo foi realizado com 27.860 mulheres, das quais 1.435 tinham enxaqueca com aura, como são denominados estes distúrbios. Ao longo dos 15 anos de estudo, foram registrados 1.030 casos de ataque cardíaco, derrame ou morte de problema cardiovascular, informou o relatório da Academia Americana de Neurologia.

— Depois da pressão alta, a enxaqueca com aura foi o segundo maior fator de risco de ataques cardíacos e derrames. Ele vem na frente do diabetes, do tabagismo, da obesidade e do histórico familiar de doença cardíaca — disse o autor do estudo, Tobias Kurth.

Kurth, do Hospital Bringham para Mulheres em Boston e do Instituto Nacional de Saúde francês, também é membro da Academia Americana de Neurologia.

Os riscos para mulheres que sofrem de enxaqueca com aura foi três vezes maior do que para aquelas que sofrem de enxaqueca sem este distúrbio, explicou o médico.

Um segundo estudo divulgado pela mesma academia informou que as mulheres que sofriam de enxaqueca com aura e tomavam contraceptivos hormonais eram mais propensas a ter coágulos.

Os dois estudos serão apresentados no encontro anual da Academia, prevista para março em San Diego, Califórnia.

Comentar esta matéria Comentários (1)

luiz carlos

Ninguem mais aguenta, essa ciência médica. Tudo faz mal, tudo é ilicito - nada mais pode. A ciência médica, precisam sim, urgente, de contestações, e ou um controle maior, pois só sabem dizer "segundos estudos", mas ninguem sabe aonde foram feitos. Fechem todos os ministérios e fiquem só saúde.

17/01/2013 | 11h42 Denunciar

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