O procurador-geral do Ministério Público de Contas, Geraldo da Camino, abriu expediente para apurar possíveis irregularidades no controle da efetividade de servidores da Assembleia Legislativa. O procedimento foi aberto a partir de reportagem publicada na edição desta terça-feira de Zero Hora.
Como primeira medida, solicitou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) auditoria sobre a efetividade da servidora Lídia Rosa Schons
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Ela trabalha no gabinete do deputado Paulo Azeredo (PDT) como recepcionista, ganha salário bruto de R$ 24,3 mil — acima do teto de R$ 24,1 mil do parlamento — e não cumpre a jornada de trabalho estipulada em lei. ZH flagrou e fotografou a servidora passeando com um cachorro e fazendo compras em horários em que deveria estar cumprindo expediente no legislativo. Lídia afirmou à reportagem que trabalha das 8h30min às 13h30min, portanto, não faz as oito horas exigidas do servidor público.
A Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público também abriu inquérito para investigar o caso.












