Duas informações importantes foram levantadas pela a equipe da 11ª Delegacia de Polícia da Capital para solucionar a morte de Lauane Custódio Lucas.
Uma delas foi a denúncia de uma pistola ponto 40 deixada no pátio de uma casa na Rua Marques de Abrantes, na esquina com a Rua Antônio Ribeiro, no bairro Partenon. O calibre é o mesmo do projétil usado no crime. Outro dado relevante é a reconstituição do trajeto feito pelo táxi usado pelos bandidos na fuga.
Conforme o delegado responsável pelas investigações, Omar Sena Abud, a arma deve ter sido a mesma usada no latrocínio:
— Ainda precisamos da confirmação da perícia, mas a arma, provavelmente, é a mesma do crime. Ouvimos a dona da casa onde ela foi largada, que nos disse ter visto uma pessoa descer de um táxi e deixar o objeto no pátio, voltando ao veículo logo depois.
Abud complementa que o motorista do veículo que transportou os criminosos foi ouvido. Ele acompanhou os policiais pelo percurso que teria levado os suspeitos. Após isso, os investigadores ainda usaram o GPS do carro para comprovar o trajeto, que teve início no local do assassinato - Rua São Luiz, bairro Partenon - e terminou na esquina das ruas Caldre Fião e Paulino Azurenha.
— O trajeto é o mesmo, o problema são algumas paradas que não estão batendo — revela o delegado.
Nesta terça-feira, a polícia também pegou depoimento do namorado da vítima, Bruno Crixel Zimpel, que estava hospitalizado. A partir de agora, serão ouvidas outras testemunhas.
Casal foi abordado por criminosos na porta do prédio quando voltavam da academia
Foto: Jean Schwarz, Agência RBS













