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Tragédia em Santa Maria18/03/2013 | 15h28

Kiko se negou a falar à Polícia Civil

Jader Marques, advogado de dono da Kiss, queria que depoimento fosse gravado, mas delegado não quis

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Kiko se negou a falar à Polícia Civil Fernanda Ramos/Especial
Advogado de Kiko, Jader Marques, queria gravar depoimento, mas delegado não Foto: Fernanda Ramos / Especial

Elissandro Spohr, o Kiko, dono da Kiss, não falou em depoimento marcado para a tarde desta segunda-feira à Polícia Civil, na Penitenciária Estadual de Santa Maria. Segundo Jader Marques, advogado de Kiko, ele queria que o testemunho de seu cliente fosse gravado por meio de um vídeo, o que o delegado Marcos Vianna, não quis.

Diante da negativa do policial, Jader informou que seu cliente não iria depor. Às 18h desta segunda-feira, Jader concederá uma entrevista coletiva.

Em site especial, confira todas as notícias sobre a tragédia

VÍDEO: a homenagem aos filhos de Santa Maria



Clique na imagem e confira o perfil das 241 vítimas:

 
Como aconteceu

O incêndio na boate Kiss, no centro de Santa Maria, começou entre 2h e 3h da madrugada de domingo, dia 27 de janeiro, quando a banda Gurizada Fandangueira, uma das atrações da noite, teria usado efeitos pirotécnicos durante a apresentação. O fogo teria iniciado na espuma do isolamento acústico, no teto da casa noturna.

Sem conseguir sair do estabelecimento, pelo menos 241 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridos.

A tragédia, que teve repercussão internacional, é considerada a maior da história do Rio Grande do Sul e o maior número de mortos nos últimos 50 anos no Brasil.

Em gráfico, entenda os eventos que originaram o fogo:

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