Acabou por volta das 18h desta quinta-feira, o depoimento do tenente-coronel Moisés Fuchs, comandante do 4º Comando Regional dos Bombeiros (4º CRB), sediado em Santa Maria. Ele chegou à 1ª Delegacia de Polícia Civil (1ªDP) para depor sobre o caso da boate Kiss ao delegado Sandro Meinerz.
Na saída, Fuchs disse que o defensor público estadual Walter Luchese Willig falaria com a imprensa. Willig apenas comentou que o tenente-coronel prestou os devidos esclarecimentos, mas não especificou quais questionamentos foram feitos e que respostas foram das pelo comandante do 4ºCRB.
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Como aconteceu
O incêndio na boate Kiss, no centro de Santa Maria, começou entre 2h e 3h da madrugada de domingo, dia 27 de janeiro, quando a banda Gurizada Fandangueira, uma das atrações da noite, teria usado efeitos pirotécnicos durante a apresentação. O fogo teria iniciado na espuma do isolamento acústico, no teto da casa noturna.
Sem conseguir sair do estabelecimento, pelo menos 241 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridos.
A tragédia, que teve repercussão internacional, é considerada a maior da história do Rio Grande do Sul e o maior número de mortos nos últimos 50 anos no Brasil.
Em gráfico, entenda os eventos que originaram o fogo:












