Para o delegado Juliano Ferreira, da Delegacia de Repressão a Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), desconhecer o que exatamente se está procurando não atrapalha as buscas:
— Ainda não tivemos informação da joalheria. Não é fácil, porque eles têm de fazer uma aferição. Mas isso não prejudica em nada o trabalho.
Segundo Ferreira, a prioridade das investigações, no momento, é recuperar as joias roubadas. Ele planeja protocolar hoje na Justiça o pedido de prisão de uma mulher que, conforme apurado, seria integrante da quadrilha e estaria com o material roubado. De acordo com os resultados da investigações do Deic, a quadrilha é formada por nove pessoas, seis das quais já estão presas. Nos vídeos captados por câmeras de segurança, conforme Ferreira, aparecem três integrantes da quadrilha, todos já identificados. Dois foram capturados. A joalheria foi atacada depois de os criminosos tomarem como reféns a subgerente da loja e seu companheiro, na véspera do ataque.








