Pela primeira vez desde fevereiro de 2008 o Presídio Central de Porto Alegre atingiu marca inferior a 4 mil detentos. São hoje 3.966 detentos. Ainda assim, a maior cadeia gaúcha, com 2.069 vagas, está com quase o dobro da capacidade.
O diretor do Presídio Central, tenente-coronel Rogério Maciel da Silva, diz que a meta é ter a metade do número de presos até o final do ano que vem.
— Esperamos que o Central fique com aproximadamente 2 mil presos, para dar um pouco de dignidade aos apenados. Atualmente, cada cadeia que abre vaga recebe alguém do Central — afirma.
Em novembro de 2010, o presídio chegou ao recorde de quase 5,3 mil detentos. Segundo a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), o começo da transferência dos presos ao presídio de Arroio dos Ratos e para outras unidades prisionais, cooperaram para a redução.
O governo estadual aposta na conclusão da Penitenciária de Arroio dos Ratos, no começo da ocupação do módulo da Penitenciária Modulada de Charqueadas, no módulo na cadeia de Montenegro e na entrega da Penitenciária Masculina de Guaíba, para abrir ao todo 2,3 mil vagas e reduzir a superlotação do Central.







