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Contra o tráfico, furto e roubo19/09/2012 | 09h24Atualizada em 19/09/2012 | 11h56

Operação Harpia da Polícia Civil prende 21 pessoas na Região Central

Quadrilha é investigada por trazer drogas do Paraguai e distribuir em pelo menos duas cidades

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Operação Harpia da Polícia Civil prende 21 pessoas na Região Central Germano Rorato/Especial
Viaturas da Polícia Civil saindo de Santa Maria para participar da operação em Tupanciretã e Júlio de Castilhos Foto: Germano Rorato / Especial

A Polícia Civil realizou uma operação de combate ao tráfico de drogas na manhã desta quarta-feira em Júlio de Castilhos e Tupanciretã. Foram cumpridos 21 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão.

A ação policial desta quarta-feira prendeu 13 pessoas temporariamente _ uma em Júlio de Castilhos, e as outras em Tupanciretã. Outros sete suspeitos já haviam sido presos. Um deles é um policial militar de Tupanciretã. Ele foi preso por tráfico de drogas e é investigado por passar informações privilegiadas para a quadrilha. O PM foi encaminhado ao Batalhão de Operações Especiais (BOE) em Porto Alegre. Dos demais presos, quatro mulheres foram para o Presídio Regional de Santa Maria e os homens para o Presídio Estadual de Júlio de Castilhos.

A Operação Harpia tem como objetivo desarticular o bando especializado, suspeito de tráfico de drogas e também de envolvimento em furtos e roubos de veículos.

No total, 67 policiais de Santa Maria, Tupanciretã, Júlio de Castilhos, São Pedro do Sul, São Sepé e Restinga Seca participaram da operação, que utilizou 22 viaturas. Foram apreendidos eletroeletrônicos, eletrodomésticos, cocaína, maconha e certa quantia de dinheiro.

De acordo com o coordenador da ação, o delegado da Polícia Civil e Tupanciretã, Firmino de Freitas Neto, foram mais de quatro meses de investigações. Ainda conforme o delegado, a quadrilha traria drogas do Paraguai e distribuiria em pelo menos duas cidades _ Júlio de Castilhos e Tupanciretã. Há indícios de que a droga também viria para Santa Maria.

Harpia é uma ave de rapina de grande porte, visão de longo alcance e capacidade de caça. De acordo com o delegado, o nome faz relação à ação da Polícia Civil:

_ Não passa por ela (Harpia). Da mesma forma é a atuação da Polícia Civil que prendeu toda a quadrilha.

 

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