O Instituto-geral de Perícias confirmou que o corpo encontrado na segunda-feira, preso a galhos no Guaíba, na altura da pista de skate do Parque Marinha do Brasil, em Porto Alegre, é do professor Vilson Reali, 54 anos. A identificação foi feita por testes de impressões digitais e arcada dentária.
Foto: Arquivo pessoal
Reali estava desaparecido desde o dia 19 de maio. As causas da morte ainda estão sendo apuradas. Como o corpo estava em estado de decomposição, não é possível afirmar se havia marcas de agressão. A polícia espera o laudo de necropsia, que deve chegar em torno de 30 dias, para averiguar a hipótese de morte natural.
— Enquanto não temos o laudo de necropsia, não podemos parar de investigar um possível homicídio ou latrocínio — explica o delegado Joel Henrique Wagner, titular da 1ª Delegacia de Investigação de Homicídios e Desaparecidos.
O professor dava aulas de filosofia, história, religião e sociologia na Escola Estadual de Ensino Médio Roque Gonzales, na zona sul da Capital, e não era casado e nem tinha filhos. Na página do facebook da escola, alunos e funcionários deixam mensagens de solidariedade.









