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Socorro à cadeia07/05/2012 | 20h26

Reformas emergenciais no Presídio Central devem ser concluídas em até três meses

Cronograma foi definido em reunião, mas secretário estadual de Obras afirma que reformas não atendem a exigências

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As reformas emergenciais no Presídio Central de Porto Alegre devem ser concluídas em até três meses. O cronograma foi definido nesta segunda-feira em reunião entre a empresa contratada, a construtora CSM, e o governo do Estado.

Estão previstas a construção de uma nova cozinha e reformas do sistema de esgoto e de uma das alas do presídio. A obra de saneamento do prédio B é considerada uma das mais complexas, pois necessita que a Susepe garanta o isolamento da ala e de um pátio.

Além do esquema de segurança, ficou acertada na reunião que a empresa contratará mão de obra de apenados. Mesmo assim, a Secretaria Estadual de Obras admite que as melhorias são insuficientes. O secretário Luiz Carlos Busato diz que as reformas não atendem as exigências das últimas vistorias feitas por entidades, como a Ajuris.

— Essas obras que estamos terminando dentro dos próximos dias não vão oferecer um quadro mais simpático para a unidade. Aquele aspecto (do Central) vai continuar completamente igual. Não vai mudar muita coisa — alerta Busato.

Já estão em obras a sala de revistas e o portão principal da unidade. Uma nova cozinha recebe os últimos reparos. A cozinha velha deve começar a ser reformada em 30 dias, com prazo de conclusão em outros dois meses.

Saiba mais:

Reformado em 2002, pavilhão B é exemplo de péssimas condições

Presídio Central deixa de receber presos condenados

Laudo do Crea aponta situação "irrecuperável" no Presídio Central

Justiça proíbe ingresso de presos condenados no Central


FOTOS: veja imagens das instalações do Presídio Central

VÍDEOS:

ZH acompanhou inspeção do Presídio Central no início de abril

Juiz Sidinei Brzuska comenta a situação do Presídio Central:

OAB vistoria Presídio Central. Veja imagens:

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Comentar esta matéria Comentários (3)

Deoclecio Antunes

O gerente do projeto será o companheiro Cesare Battisti, afinal ele conhece presídios na França e Itália e poderá ajudar o governo com essa obra.

08/05/2012 | 08h44 Denunciar

Tibiriçá José Giannechini

É preocupante a situação.Mas devemos lembrar:o presídio chegou onde chegou devido a vários motins onde muitos apenados destruiram o que podia e o que não deviam.Agora nós da sociedade civil temos que arcar com esse prejuizo.E o político demagogo que fatura voto deles, diz que eles são os excluídos

08/05/2012 | 08h30 Denunciar

getulio

Mas, a turma da maria do rosário vai deixar os coitadinhos trabalhar? isso é desumano, credo onde chegamos.

07/05/2012 | 21h20 Denunciar

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