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Obituário

Paraguassú Pereira Farias
Paraguassú Pereira Farias

Morreu em 31 de maio, no Hospital Divina Providência, em Porto Alegre, Paraguassú Pereira Farias. Ele estava com 81 anos e foi vítima de fibrose pulmonar. Nasceu em Pedro Osório, em 3 de outubro de 1931, era filho de João Manoel Farias e Fermina Farias. Aposentado, atuou como radialista por 55 anos, tendo o rádio como uma de suas paixões, ao lado da música, do Inter, da fé e da família.

Teve passagens pelas rádios Progresso (Novo Hamburgo), Metrópole AM, Rádio Gaúcha, Metrópole FM, Capital FM, Real (Canoas) e América (Montenegro) e encerrou a carreira na Rede Pampa de Comunicação. Sempre idealizou um programa radiofônico que se chamaria Este é meu Rio Grande, título dado ao livro de sua autoria.

Católico fervoroso, manteve a fé cristã até os últimos momentos da vida. Colorado fanático, não perdia nenhum jogo do time do coração. Era apreciador da música nativista e mantinha uma coleção de CDs com praticamente todo o acervo relacionado ao telurismo.

Deixa a mulher, Regina, os filhos Iraguassú e José Carlos, as filhas Iociara e Vera Regina, os netos Fernando, Marcelo, Ana Paula, Iraia, Marcia e Marjori, genro e nora, além de parentes e muitos amigos. Será lembrado pela fé, humildade, caridade, força de viver, otimismo, sabedoria e honestidade. A missa de sétimo dia será celebrada na Paróquia Santa Cruz, em Porto Alegre, no próximo domingo, às 10h.

Data de publicação: 04/06/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Wilson da Silva Torma
Wilson da Silva Torma

Wilson da Silva Torma morreu em 28 de maio, aos 65 anos, vítima de uma parada cardíaca. Natural de Rio Grande, era filho de Herundino Leal Torma e Ismália da Silva Torma (já falecidos).

Professor e advogado, por anos dirigiu a Escola Estadual Mascarenhas de Moraes, onde ajudou a formar gerações de alunos e fez muitos amigos. Na juventude, participou do Projeto Rondon e esteve em diferentes missões pelo interior do Nordeste. Culto, era um apaixonado pelos livros, especialmente pelos romances.

As amizades que construiu ao longo da vida, ao redor do país e do mundo, eram o que mais prezava. Gostava de receber os amigos em casa. Era um exímio cozinheiro e confeiteiro (arte que herdou da mãe), adorava viajar e costumava caminhar diariamente na praia do Cassino, um de seus lugares preferidos em Rio Grande.

Ele deixa a irmã Mariza Torma Gonçalves e os sobrinhos Caroline Torma e Rodrigo Torma Gonçalves. A missa de sétimo dia ocorrerá hoje, às 19h, na Igreja Nossa Senhora do Carmo, em Rio Grande.

Data de publicação: 04/06/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Lauro José Oppermann
Lauro José Oppermann

Será celebrada hoje, às 18h30min, na Igreja Matriz de Santo Antônio, em Estrela, a missa em memória de Lauro José Oppermann. Ele morreu aos 92 anos, em 26 de maio, vítima de complicações respiratórias causadas por pneumonia, no hospital de Estrela. Nascido em Montenegro, na área onde hoje fica Bom Princípio, em 11 de outubro de 1920, era filho de Balduíno Oppermann e Francisca Backes Oppermann. Desde criança, era ligado à cultura gaúcha, sendo estimulado pelo pai a participar de eventos tradicionalistas e culturais da época.

Depois de ter frequentado o seminário, em 1945 foi ordenado padre, atuando primeiramente como vigário paroquial de Montenegro e comunidades do interior da região. Por 15 anos, trabalhou a serviço da Arquidiocese de Porto Alegre, administrando o seminário de Gravataí. Em Glorinha, desenvolveu atividades ligadas à agricultura e à pecuária em uma fazenda de propriedade da Igreja.

Em 1963, mudou-se para Estrela, onde lecionou no Colégio Santo Antônio. Ingressou no magistério estadual e foi cedido à Escola Normal Rural Estrela da Manhã, como professor e orientador educacional, e, em 1968, como diretor administrativo. No ano seguinte, iniciou as tratativas da introdução do Ensino Superior em Estrela, como extensão da Universidade de Passo Fundo, por meio dos Cursos de Férias, instalados em 1972.

Mais tarde, construiu também um espaço que ficou conhecido como Galpão do Padre Lauro, onde germinaram as bases do CTG Estrela do Rio Grande. Em 1976, por motivos particulares, deixou o sacerdócio, após 31 anos de serviços prestados à comunidade. Um ano depois, foi morar em Lagoa Vermelha, onde atuou como administrador de indústria moveleira e casou-se com Lourdes Vanzin Colombo, então viúva, que já era mãe Silvana e Fabiana. Os dois tiveram um filho, chamado Fábio.

Em 1978, foi cedido pelo Estado para servir à Fundação Alto Taquari de Ensino Superior (Fates), em Lajeado, como diretor administrativo e, depois, como secretário. Voltou a ser convidado pela Arquidiocese, em 1984, para administrar a Fazenda Chaleira Preta, na produção de alimentos agropecuários para os seminários.

Defensor da cultura gaúcha, foi eleito membro do Conselho Fiscal do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), por seis anos. Nos últimos anos, permaneceu em sua residência, em Estrela, com mulher, filhos e netos. O sepultamento ocorreu no Cemitério Católico da Hidráulica, em Lajeado.

Data de publicação: 01/06/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Wilson Pribe

Wilson Pribe morreu em 5 de maio, vítima de um infarto, aos 55 anos. Natural de Sobradinho, nasceu em 24 de fevereiro de 1958 e morava em Caxias do Sul desde 1998. Pedreiro de profissão, tinha uma grande paixão pelo futebol. Morador da comunidade de Santo Antônio da 7ª Légua, era centroavante do Esporte Clube Santo Antônio, vestindo a camisa 18. Era também torcedor fanático do Grêmio.

Nas horas vagas, gostava de fazer festa com os amigos. Às vezes também marcava pescarias com o filho, Valdecir. Seu maior prazer era fazer churrasco e tocar violão com a família e amigos. Católico, era devoto de Nossa Senhora Aparecida e Santo Expedito.

Casado com Eloete Pribe havia 33 anos, era pai de três filhos (dois já falecidos). O corpo foi sepultado no Cemitério dos Santos Anjos.

Data de publicação: 01/06/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Carmelinda Isoppo Munari
Carmelinda Isoppo Munari

Morreu em 22 de maio, em Torres, aos 101 anos, Carmelinda Isoppo Munari. Chamada carinhosamente de vovó Carmela, casou-se com Anibal Munari em 12 de abril de 1934, teve 10 filhos, 37 netos, 47 bisnetos e seis trinetos. Filha dos imigrantes italianos Luiz e Vergínia Isoppo, nasceu no distrito de Barra do Ouro, em Maquiné.

Morou em Maquiné, Sombrio (SC) e Torres, para onde mudou-se em 1968. Na cidade do Litoral, dedicou grande parte da vida, com o marido, na construção e desenvolvimento do Hotel Beira Mar. Extremamente religiosa, dedicava a fé e orações a todos os familiares, amigos e àqueles que lhe pediam.

Agregadora, tinha como característica promover e proporcionar o convívio familiar. Segundo familiares, era dona de uma memória e lucidez invejáveis e era comum ouvi-la contar histórias e a trajetória de sua vida. Quando alguém queria lembrar de um fato e não o conseguia, recorria a ela, que sempre tinha a resposta. Deixa grande saudade nos familiares e amigos.

Data de publicação: 31/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Henri Dutilleux
Henri Dutilleux

O músico francês Henri Dutilleux, um dos compositores contemporâneos mais tocados em todo o mundo, morreu em 22 de maio, em Paris, aos 97 anos, informou sua família. Descrito como "clássico moderno", Dutilleux é o autor de composições ousadas e ao mesmo tempo acessíveis. Sua última obra gravada, Correspondances, criada em 2003, em Berlim, foi lançada em janeiro, por ocasião do 97º aniversário do músico.

- É um dos poucos compositores contemporâneos que entraram para o repertório ainda em vida. Ele tinha isso em comum com Olivier Mes­siaen - declarou o diretor de orquestra Laurent Petitgirard e presidente da Sociedade de Autores, Compositores e Editores de Música. - Sua obra permanecerá intensamente presente depois de sua morte - acrescentou.

Herdeiro de Debussy, Henri Dutilleux mantinha o mesmo respeito em relação aos tradicionalistas e aos vanguardistas, oferecendo composições de grande densidade expressiva. Seu trabalho altamente poético tem sido amplamente difundido na França e no Exterior. Henri Dutilleux ainda conseguiu atingir um público insensível à música contemporânea.

Data de publicação: 31/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Jardelina Gonçalves de Freitas
Jardelina Gonçalves de Freitas

Natural de São Francisco de Paula e moradora de Caxias do Sul havia mais de 50 anos, Jardelina Gonçalves de Freitas morreu em 11 de maio, aos 94 anos, vítima de problemas respiratórios. Trabalhou por muito tempo nas rádios Independência, Difusora e na antiga Princesa, além de escritórios de contabilidade.

Segundo os familiares, era responsável pela limpeza e sempre foi muito bem vista nos locais onde trabalhou. Nas horas de folga, gostava muito de costurar e visitar os filhos. Colorada fanática, também adorava criar versinhos no improviso.

Viúva havia 12 anos de Adelino de Oliveira Freiras, foi mãe de sete filhos (três falecidos). Deixou ainda 33 netos, 53 bisnetos e seis trinetos. O corpo foi sepultado no Cemitério Público Municipal de Caxias do Sul.

Data de publicação: 31/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Marcel Sperb
Marcel Sperb

Aos 74 anos, Marcel Sperb morreu em casa, vítima de um infarto, em 26 de maio. Nascido em 5 de outubro de 1938, em Novo Hamburgo, foi representante comercial por 40 anos, trabalhando durante vários anos no Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Rio Grande do Sul (Core/RS).

Costumava fazer passeios diariamente pelo Parcão, que fica perto do local onde residia, pois tinha paixão pela natureza. Deixa enlutados a mulher, Marilú, os filhos Meisi e Mourégis, o genro Flávio e os netos Marcellus, Camilla, Luca e Matteo. A missa de sétimo dia será realizada às 18h de amanhã, na Igreja Nossa Senhora da Piedade, em Porto Alegre.

Data de publicação: 31/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Franca Rame

A atriz italiana Franca Rame, mulher e musa do dramaturgo Dario Fo, morreu em 29 de maio, aos 84 anos. Em mais de 50 anos de carreira, o casal cativou os italianos com as sátiras políticas apresentadas no teatro, no rádio e na televisão. Franca colaborou com muitas peças dele e era sua principal protagonista feminina. A atriz sofreu um derrame no ano passado, mas a causa da morte não foi revelada. Nascida em uma família ligada ao teatro, ela tinha oito dias quando estreou no palco, nos braços da mãe.

A peça mais famosa do casal, Morte Acidental de um Anarquista, desafiou as instituições italianas na década de 1970 ao acusar a polícia de atirar o anarquista Giuseppe Pinelli do quarto andar de uma delegacia de polícia.

Data de publicação: 30/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Morre o comediante Márcio Ribeiro
Morre o comediante Márcio Ribeiro

Conhecido por estrelar o programa infantil X-Tudo, da TV Cultura, na década de 1990, o ator e comediante Márcio Ribeiro morreu na madrugada de ontem, aos 49 anos.

Ele estava em Brasília para uma apresentação de stand-up e foi internado no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) após passar mal na terça-feira.

Na TV Cultura, onde trabalhou por 10 anos, atuou também nos programas Revistinha e Rá-Tim-Bum. Ribeiro teve passagens pelo SBT, Band e Globo, na qual interpretou o papel mais recente, no humorístico Caras de Pau. No cinema, participou dos filmes Alô?! (1998), Domésticas (2001) e O Casamento de Romeu e Julieta (2005).

No teatro, encenou peças como Vestido de Noiva, Teledeum e Meu Nome é Pablo Neruda. Atualmente, estava em cartaz com o espetáculo Comédia Popular Brasileira, em São Paulo.

Ribeiro ganhou os prêmios de melhor ator nos festivais de Cinema de Brasília, de Gramado e no Rio Cine Festival. Ainda não se sabe a causa da morte, mas segundo amigos e parentes, ele estava com sobrepeso e sofria de problemas cardíacos. O corpo será levado para São Paulo, onde ele nasceu.

Depois do anúncio da morte, humoristas se manifestaram nas redes sociais. Rafinha Bastos publicou no Twitter uma foto de 2005 e Marcelo Adnet escreveu: "Ficam as boas lembranças e as piadas na lata de um dos mestres da comédia pra nossa geração de comediantes!".

Data de publicação: 30/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Edemar Antonio Maciel Gomes

Natural de Santo Antônio da Patrulha, Edemar Antonio Maciel Gomes morreu em 18 de maio, em Porto Alegre, aos 78 anos. Estava aposentado desde 2010, quando deixou as atividades como condutor turístico, em razão de uma cirurgia.

Viúvo de Sylvia Teresinha Carreño Gomes, deixa os filhos Alziro Alexandre, Margareth Maria, Ana Cristina, uma nora e os netos Renan, Sylvia e Alexandre. Edemar, que mudou-se para a Capital depois de casado, nas horas vagas gostava de cuidar de animais, principalmente cavalos.

Data de publicação: 29/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Jorge Cattelan
Jorge Cattelan

Aos 95 anos, em 15 de maio, morreu no Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo, em Jaguari, Jorge Cattelan. Nascido em 11 de março de 1918, foi o quinto dos 11 filhos do casal João Cattelan e Benevenuta Missaggia Cattelan. Foi casado com Armelinda Compagnoni (falecida em 1996), com quem teve os filhos Dionísio Moacir (Tito), Irlene Maria, Ieda Maria, Jorge Luís (em memória) e Edilce Maria (Neca).

Residente no distrito de Ijucapirama, zona rural de Jaguari, ele desenvolveu muitas atividades profissionais e comunitárias, sendo agricultor, pedreiro e carpinteiro e, nas horas vagas, servia de barbeiro, cortando cabelo e barba de muitos amigos. Foi colaborador da comunidade católica divino Espírito Santo de Ijucapirama, sempre presente nas atividades religiosas, festivas, sociais e um grande zelador pelo funcionamento da Pastoral do Dízimo.

Muito devoto do Sagrado Coração de Jesus e do Divino Espírito Santo, morreu na semana em que a Igreja Católica comemorava a festa do Espírito Santo. Jorge deixa quatro filhos, 18 netos e 13 bisnetos, além dos irmãos João Damazio Cattelan e Elias Margarida Cattelan Brum. Foi sepultado no mesmo dia da morte, no jazigo da família Cattelan, no Cemitério de Ijucapirama, em Jaguari, onde estão os restos mortais de sua mulher, seus pais e seu bisavô, o imigrante italiano Michele Cattelan.

Data de publicação: 29/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Maria Cecília Griebeler Bieger
Maria Cecília Griebeler Bieger

Aos 86 anos, morreu no Hospital de São Paulo das Missões, em 12 de maio, Maria Cecília Griebeler Bieger. Natural de Cerro Largo, ela foi vítima de um acidente vascular cerebral. Quando solteira, trabalhou na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Depois, casou-se com Inácio Bernardo Bieger e juntos desbravaram terras de Vila Pinheiro Machado, no interior de São Paulo das Missões.

Segundo familiares, enfrentou as dificuldades da época e criou e educou os oito filhos sem jamais esmorecer. Compartilhou o Dia das Mães com os filhos Roque Guido e Renita Elisabeta, já falecidos. Casada havia quase 60 anos, deixa os filhos Romilda Maria, Renato Jacó, João Inácio, Ivo José, Paulo Luiz e Clarita Cecília, além de genro, noras e 10 netos.

Marige, como era carinhosamente chamada, será lembrada pela sua dedicação à família, vizinhos e amigos, conquistando a admiração e o reconhecimento de todos.

Data de publicação: 29/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Oscarlina Soares da Silva
Oscarlina Soares da Silva

Conhecida como Lina, Oscarlina Soares da Silva morreu em 18 de maio, aos 62 anos, de causas naturais. Nascida em Porto Alegre, morava em Tramandaí havia dois anos.

Chegou a iniciar o curso de Direito na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), mas não concluiu. Trabalhou nos escritórios das empresas São João Zivi, Sopal e Conorte, onde conquistou muitas amizades.

Deixa, além do marido, Dalmo da Silva, os filhos Aline e Daniel. Oscarlina gostava de fazer crochê nas horas vagas e tinha um carinho especial pelos animais, muitas vezes os recolhendo para lhes dar assistência em sua casa.

Data de publicação: 29/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Otto Muehl

O austríaco Otto Muehl, um dos mais famosos e polêmicos artistas de seu país, morreu no domingo, aos 87 anos, em Portugal. Ele, que sofria da doença de Parkinson e tinha problemas cardíacos, foi um dos fundadores do movimento acionista vienense, que utiliza como material artístico o próprio corpo e suas funções.

Outros trabalhos de Muehl incluíam pinturas representado atos de zoofilia, imagens de Hitler com um pênis no lugar do nariz ou a Madre Teresa em atos sexuais. A exposição destas obras foi proibida em Viena em 1998. Em 1972, criou uma comunidade na Áustria, onde a monogamia era proibida.

Muehl foi condenado em 1991 a sete anos de prisão por relações sexuais com menores de idade (pedofilia), estupro e crimes vinculados com drogas. Depois de sair da prisão, mudou-se para Portugal.

Data de publicação: 29/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Ronaldo Lenhart
Ronaldo Lenhart

O administrador de empresas Ronaldo Lenhart morreu aos 65 anos, em 22 de maio, vítima de uma infecção generalizada. Ele estava internado em um hospital particular em Florianópolis (SC), recuperando-se de uma cirurgia de colocação de prótese no fêmur da perna direita, fraturado em um acidente doméstico. Ele deixou três filhos e cinco netos.

Nascido em Porto Alegre, foi criado no bairro Higienópolis, na região das ruas Luzitana e Couto de Magalhães, mas fez a vida em Curitiba (PR), onde abriu uma empresa de representações e foi responsável pela comercialização, na região sul do Brasil, dos produtos da Herc, que lançou a primeira torneira plástica do mercado nacional.

Na última década, viveu em uma casa em Canasvieiras, em Florianópolis. Era um fanático torcedor do Grêmio, de quem não perdia um jogo pela TV ou pelo rádio. Amante da pescaria, por anos cultivou o hábito de viajar para o pantanal mato-grossense e de lá trazer pintados e dourados para o freezer e histórias, vídeos e fotos para compartilhar com a família.

Será lembrado pela barba nunca raspada, pelo cachimbo que por décadas empunhou onde quer que fosse, o tino para os negócios, a gargalhada característica e por ter sido um anfitrião como poucos, que apreciava ter a casa cheia de parentes e amigos em confraternizações sem hora para terminar.

Data de publicação: 29/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Ruffino Lomba Neto

Morreu no domingo, aos 60 anos, o baixista Ruffino Lomba Neto, integrante de bandas de rock brasileiro como Tutti-Frutti, Made in Brazil e Patrulha do Espaço. Conhecido como Mr. Ruffino, ele lutava contra um câncer.

A informação foi confirmada por Thati Manzan, filha do baixista com a atriz Mara Manzan, que morreu em 2009, de um câncer de pulmão.O corpo foi velado e sepultado no Cemitério da Lapa, em São Paulo, na manhã de ontem. No Facebook, a filha do músico escreveu: "Acabou de ir embora uma das pessoas mais incríveis que eu conheço, inteligente, talentoso, amigo, divertido, teimoso, carinhoso, bravo, engraçado, único. Uma pessoa completamente singular".

Em 2007, o músico entrou para o Tutti-Frutti, que se apresentou com Rita Lee nos anos 1970.

Data de publicação: 29/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Trevor Bolder
Trevor Bolder

O baixista inglês Trevor Bolder, que tem passagens por bandas fundamentais do rock, morreu em 21 de maio, aos 62 anos, de câncer. Ao lado do guitarrista Mick Ronson e do baterista Mick Woodmansey, ele integrou a banda de apoio de David Bowie, Spiders from Mars, em álbuns clássicos como Hunky Dory, The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars, Alladin Sane e Pin Ups.

Após a dissolução do grupo, Bolder se uniu ao Uriah Heep, em 1976, com quem voltou a colaborar no disco Into the Wild, de 2011. Em 1982, ele gravou um álbum com outra banda reconhecida, Wishbone Ash. Trevor Bolder havia passado por uma operação para retirar o tumor, e esperava participar do show do Uriah Heep em junho, mas não resistiu.

Um comunicado no site da banda Uriah Heep afirma que "Travis foi um dos maiores de todos, um dos melhores músicos de sua geração, e um dos melhores baixistas que a Grã-Bretanha já produziu". David Bowie também prestou homenagem ao amigo.

- Trevor era um músico maravilhoso e uma grande inspiração para as bandas em que tocava. Mas, mais do que isso, foi um cara tremendo, um grande homem - escreveu o músico em seu site oficial.

Data de publicação: 29/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Alfredo Waldemar Bösing
Alfredo Waldemar Bösing

O irmão jesuíta Alfredo Waldemar Bösing morreu em 9 de maio, com 85 anos, 67 deles dedicados à Companhia de Jesus. Ele foi vítima de infecção renal e estava internado dois dias no Hospital Centenário, em São Leopoldo.

Nascido em São Pedro da Serra, era o décimo sexto e último filho de José Gabriel Bösing e Ana Weschenfelder Bösing. Em fevereiro de 1939, entrou como aluno apostólico no Colégio Santo Inácio, em Salvador do Sul, onde fez o curso secundário, até 1945. Alimentava fortemente o desejo do sacerdócio na Companhia de Jesus e acabou tornando-se irmão. Foi admitido no noviciado, em Pareci Novo, em 4 de março de 1946. Anos mais tarde, em15 de agosto de 1957, fez os últimos votos de irmão jesuíta.

Na década de 1950, trabalhou no Colégio Cristo Rei e na Escola Santo Afonso, ambas em São Leopoldo. Durante a vida religiosa, destacou-se no setor de comunicação, atuando na Casa de Escritores Sagrada Família, na revista Notícias para os Nossos Amigos e outras publicações dos jesuítas, sobretudo em língua alemã, como Ignatiuskalender, Familienkalender, Gebetsapostolat e outras.

Foi auxiliar na redação de periódicos, além de escrever artigos e fazer traduções. Interessado no uso do computador e da atualização gráfica, apropriou-se de diversas competências profissionais em computação participando de cursos. Além dos trabalhos de secretaria e expedição das publicações, zelou também pelo arquivo fotográfico da Província.

Segundo colegas de companhia, foi um apóstolo da boa imprensa. Paralelamente, dedicava-se ao seu hobby: horta e flores. Gostava de cultivar hortaliças para o consumo da casa e também cuidava de algumas orquídeas.

Irmão Waldemar foi secretário e auxiliar das publicações da Editora Padre Reus durante vários anos, desde a época em que foi fundada a Sede Padre Reus, que funcionava junto ao Colégio Anchieta, na Rua Duque de Caxias. Ele também manteve atualizada a história da casa e da instituição da Sociedade Beneficente Padre Reus (Sobepare), escrevendo o diário da casa, ilustrado com dezenas de fotos, desde o início da obra, na década de 1950, até os últimos anos de vida.

Data de publicação: 27/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
Frei Elói Rossetti
Frei Elói Rossetti

O capuchinho caxiense Frei Elói Rossetti morreu em 21 de maio, aos 83 anos. Nascido em Caxias do Sul, em 25 de fevereiro de 1930, recebeu o nome de Isidoro. Era o 16º e último dos filhos de Hermínia Didoné Rossetti e João Rossetti. Em 1943, ingressou no Seminário de Veranópolis e, em 1950, vestiu o hábito capuchinho, fazendo o noviciado em Flores da Cunha e assumindo o nome religioso de Frei Elói. Entre 1943 e 1958, concluiu os estudos, inclusive Filosofia e Teologia, nas casas formativas do Estado.

Por 40 anos, foi vigário paroquial e pároco em Ibiraiaras, Ipê, Cacique Doble, Machadinho, Jaguarão, Ceilândia (Distrito Federal), Coronel Bicaco, Cruz Alta, Ibirapuitã, Dom Pedrito e Santa Maria. Também atuou na Pastoral do Aconselhamento e na Pastoral Hospitalar, em Flores da Cunha, e no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre. No exercício pastoral, viveu nas fraternidades capuchinhas de Lagoa Vermelha, Ipê, Paim Filho, Pelotas, Ijuí, Soledade, Bagé, Santa Maria, Flores da Cunha, e, em Porto Alegre, nas fraternidades São Lourenço de Bríndisi e São Lucas.

Frei Elói celebrou o jubileu de ouro de vida religiosa em 2001 e os 50 anos de ordenação sacerdotal em 2006. Sempre foi um frade simples, alegre e uma pessoa equilibrada na convivência fraterna. Era um homem de oração, serviçal, entusiasta e dedicado em todas as atividades que desenvolveu. O corpo foi sepultado no Memorial dos Capuchinhos, junto à Igreja Imaculada Conceição.

Data de publicação: 27/05/2013Comunicar um amigo | Enviar condolências
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