Obituário

Morreu em 31 de maio, aos 97 anos, o primeiro-tenente reformado do Exército Amado Moreira Rodrigues. Natural de Bagé, era viúvo de Selmira Mendes Rodrigues, com quem teve os filhos Ivoni, Olmes, Airton, e Jorge Amado. Deixa também noras, genro, 16 netos, 13 bisnetos, os irmãos Amadeu e João Gelci e sobrinhos.
Morador de Porto Alegre desde 1975, tinha grande paixão pelo Inter e frequentou o Estádio Beira-Rio nas décadas de 1980 e 1990. Em 2002, mudou-se para Florianópolis e só retornou de lá no ano passado, para morar com a filha e o genro. Segundo parentes, foi um pai, avô e bisavô amoroso e deixará saudades em todos os familiares.

Aos 83 anos, Anacleto Borges morreu em 12 de junho, no hospital São Francisco, em Porto Alegre. Nascido em 31 de dezembro de 1929, em Alegrete, mudou-se para Porto Alegre na década de 1950. Na juventude, morou também no Rio de Janeiro. Foi radiotelegrafista, funcionário do Banrisul e era aposentado pela Receita Federal, onde exerceu por vários anos a atividade de fiscal aduaneiro. Foi integrante do Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita).
Ao lado da mulher, Wanda (já falecida), fez parte do Coral da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), do Coral do Grêmio Náutico Gaúcho e do grupo Terceira Idade do Ministério da Fazenda, no qual organizava diversas atividades de recreação e viagens ao grupo. Devoto de Santo Antônio, ministrava preparação ao batismo aos casais da Paróquia Santo Antônio do Partenon e participava ativamente das obras sociais da igreja. Também foi diretor Jurídico do Clube Grêmio Náutico Gaúcho.
Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em 1978, exerceu a advocacia desde a aposentadoria até 2010, quando sofreu um acidente de trânsito que o deixou impossibilitado de trabalhar. Segundo familiares, era alegre, comunicativo e agregador, gostava de contar piadas e era admirado pela postura profissional correta.
Gremista de coração, assistia aos jogos no Estádio Olímpico, na companhia dos netos Eduardo e Juliana. Será lembrado como um excelente pai e avô, que estava sempre pronto para ajudar quem precisava. Viúvo de Wanda Santos Borges, deixa os filhos Ronal, Flávia e Márcia, os genros Clayton e Sidnei, a nora Karen, 12 netos e dois bisnetos. A missa de sétimo dia será hoje, às 19h, na Paróquia Santo Antônio do Partenon, em Porto Alegre.

A funcionária pública aposentada Cisalpina de Azambuja Freitas Lemmertz morreu em 16 de junho, em Porto Alegre, aos 96 anos. Conhecida como Pina entre familiares e amigos, nasceu no dia 13 de dezembro de 1916, em Ijuí.
Depois da mudança para a Capital, décadas atrás, ela se estabeleceu na Avenida Erico Verissimo e ingressou no Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul (IPE), órgão do qual recebeu homenagem por ser uma das mais antigas servidoras. Nos últimos anos, residia em uma casa geriátrica na zona sul da cidade.
Conforme a família, ela será lembrada por seus descendentes como um exemplo de amor à vida. Viúva, deixa a filha, Lola, os netos Paulo Rogério e Flávia Denise e os bisnetos João Paulo, Renata e Eduardo. A missa de sétimo dia está marcada para as 18h de sábado, na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Porto Alegre.

Izabel Cristina Moro Ueno nasceu em 31 de agosto de 1951, em Santa Maria, e morreu em 10 de junho, aos 61 anos, em Bandeirantes (PR). Filha de Adelmo Moro e Cacilda Moro (ambos falecidos), na juventude foi integrante da Banda Escocesa do Colégio Coração de Maria. Em 1974, casou-se com Ely Tadachi Ueno, médico veterinário formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e por essa razão mudou-se para o Paraná.
Colorada fanática, torcia, mesmo à distância, pelo time do coração. Contava com alegria que algumas vezes, quando o Inter jogava na cidade que adotou para morar, era a única torcedora "fardada". Alegre e espirituosa, foi, como dizem seus primos, parceira até dos mais novos em brincadeiras e artes, na infância, adolescência e juventude. Características mantidas por toda a vida e que, por isso, sempre serão lembradas.
Ela deixa o marido, os filhos Cynthia e Thiago, os netos Isabely, Davi e Valentina, o genro, Moacir, a tia, Miranda, e primos. Foi cremada no Crematório de Londrina (PR) e as cinzas foram depositadas junto ao túmulo de seus pais, em Bandeirantes (PR). A missa de sétimo dia será celebrada na quarta-feira, na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Santa Maria, às 18h.

Izabel Cristina Moro Ueno nasceu em 31 de agosto de 1951, em Santa Maria, e morreu em 10 de junho, aos 61 anos, em Bandeirantes (PR). Filha de Adelmo Moro e Cacilda Moro (ambos falecidos), na juventude foi integrante da Banda Escocesa do Colégio Coração de Maria. Em 1974, casou-se com Ely Tadachi Ueno, médico veterinário formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e por essa razão mudou-se para o Paraná.
Colorada fanática, torcia, mesmo à distância, pelo time do coração. Contava com alegria que algumas vezes, quando o Inter jogava na cidade que adotou para morar, era a única torcedora "fardada". Alegre e espirituosa, foi, como dizem seus primos, parceira até dos mais novos em brincadeiras e artes, na infância, adolescência e juventude. Características mantidas por toda a vida e que, por isso, sempre serão lembradas.
Ela deixa o marido, os filhos Cynthia e Thiago, os netos Isabely, Davi e Valentina, o genro, Moacir, a tia, Miranda, e primos. Foi cremada no Crematório de Londrina (PR) e as cinzas foram depositadas junto ao túmulo de seus pais, em Bandeirantes (PR). A missa de sétimo dia será celebrada na quarta-feira, na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Santa Maria, às 18h.
Primeiro piloto a vencer um Grande Prêmio de Fórmula-1 com um carro Ferrari, José Froilán González morreu no sábado, aos 90 anos, em Buenos Aires. Conhecido como Toro dos Pampas ou Pepe, ele fez história em 1951, ao superar o compatriota Juan Manuel Fangio, que corria pela Maserat, e cruzar a linha de chegada em primeiro no circuito de Silverstone, na Inglaterra.
O argentino encerrou a temporada em terceiro lugar, atrás de Ascari e do campeão, Fangio. Ele correu pela Maserat em 1952 e 1953, mas retornou à Ferrari em 1954, quando venceu a prova de Silverstone novamente. No mesmo ano, também ganhou, ao lado do francês Maurice Trintignant, as 24 Horas de Le Mans, na França, a mais prestigiosa competição de carros de turismo e protótipos. González terminou a temporada como vice-campeão mundial, superado por Fangio.
Nascido em Arrefices, na província de Buenos Aires, ele estreou na Fórmula-1 em 1950, no Grande Prêmio de Mônaco. Até 1960, ele disputou 26 corridas e venceu apenas duas (ambas em Silverstone) em nove temporadas. Largou três vezes na pole position, acumulou dois segundos lugares, quatro terceiros e seis voltas mais rápidas.
Em 2011, ele foi homenageado pela Ferrari e pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) por ter sido o primeiro a vencer pela escuderia italiana. A equipe deve lembrá-lo no próximo Grande Prêmio do calendário, que ocorre em 30 de junho, em Silverstone, exatamente onde ele entrou para a história, há 63 anos.
Primeiro piloto a vencer um Grande Prêmio de Fórmula-1 com um carro Ferrari, José Froilán González morreu no sábado, aos 90 anos, em Buenos Aires. Conhecido como Toro dos Pampas ou Pepe, ele fez história em 1951, ao superar o compatriota Juan Manuel Fangio, que corria pela Maserat, e cruzar a linha de chegada em primeiro no circuito de Silverstone, na Inglaterra.
O argentino encerrou a temporada em terceiro lugar, atrás de Ascari e do campeão, Fangio. Ele correu pela Maserat em 1952 e 1953, mas retornou à Ferrari em 1954, quando venceu a prova de Silverstone novamente. No mesmo ano, também ganhou, ao lado do francês Maurice Trintignant, as 24 Horas de Le Mans, na França, a mais prestigiosa competição de carros de turismo e protótipos. González terminou a temporada como vice-campeão mundial, superado por Fangio.
Nascido em Arrefices, na província de Buenos Aires, ele estreou na Fórmula-1 em 1950, no Grande Prêmio de Mônaco. Até 1960, ele disputou 26 corridas e venceu apenas duas (ambas em Silverstone) em nove temporadas. Largou três vezes na pole position, acumulou dois segundos lugares, quatro terceiros e seis voltas mais rápidas.
Em 2011, ele foi homenageado pela Ferrari e pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) por ter sido o primeiro a vencer pela escuderia italiana. A equipe deve lembrá-lo no próximo Grande Prêmio do calendário, que ocorre em 30 de junho, em Silverstone, exatamente onde ele entrou para a história, há 63 anos.

O editor, crítico e escritor francês Maurice Nadeau, que contribuiu para a descoberta de escritores do porte de Samuel Beckett, Henry Miller, Witold Gombrowicz, Alexander Solzhenitsin e Michel Houellebeck, morreu no domingo, aos 102 anos, em Paris. Fundador da revista La Quinzaine Littéraire, em 1966, sua obra mais famosa é História do Surrealismo, lançada na França em 1948.
Nascido em 21 de maio de 1911 em Paris, ele editou obras de escritores como Beckett, Miller, Gombrowicz, Solzhenitsyn e Georges Perec. Nadeau, órfão após a morte do pai na I Guerra Mundial, concluiu os estudos universitários na Escola Normal Superior, berço da elite intelectual francesa. Em 1945, ao fim da II Guerra Mundial, militou em um grupo trotskista e trabalhou na primeira versão do jornal Libération, fundado por dirigentes da resistência.
Mais tarde trabalhou para diferentes editoras até criar a sua própria, a Les Lettres Nouvelles, que publicou, entre outros, René Char, Henri Michaux, Raymond Queneau, Nathalie Sarraute, Claude Simon, Roland Barthes, Yves Bonnefoy, o primeiro romance de Michel Houellebecq e obras do futuro prêmio Nobel J. M. Coetzee. Também foi crítico nas revistas Observateur e L'Express, diretor de coleções em editoras como a Julliard e autor de um livro de memórias, Uma Vida na Literatura (2002).

Uma das mais importantes escritoras da literatura infanto-juvenil do País, Tatiana Belinky morreu no sábado aos 94 anos, em São Paulo. Ela escreveu mais de 270 livros, entre eles Coral dos Bichos e O Grande Rabanete. Nascida na Rússia, em 1919, chegou ao Brasil com a família aos 10 anos. Trabalhou como secretária bilíngue durante alguns anos e chegou a ingressar no curso de Filosofia, que abandonou em 1940, ao se casar com o médico e educador Júlio Gouveia.
Em 1948, começou a trabalhar em adaptações, traduções e criações de peças infantis com o marido. O grupo teatral foi convidado a apresentar as peças na TV Tupi. Mais tarde, criaram os programas Os três Ursos e a primeira adaptação para a TV do Sítio do Pica-Pau Amarelo.
Tatiana também escreveu críticas literárias para diversos jornais, como O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e Jornal da Tarde, e colaborou com a TV Cultura. Tornou-se escritora de livros infantis em 1985, colaborando em uma série infanto-juvenil e publicou o primeiro livro, Limeriques, em 1987.

Uma das mais importantes escritoras da literatura infanto-juvenil do País, Tatiana Belinky morreu no sábado aos 94 anos, em São Paulo. Ela escreveu mais de 270 livros, entre eles Coral dos Bichos e O Grande Rabanete. Nascida na Rússia, em 1919, chegou ao Brasil com a família aos 10 anos. Trabalhou como secretária bilíngue durante alguns anos e chegou a ingressar no curso de Filosofia, que abandonou em 1940, ao se casar com o médico e educador Júlio Gouveia.
Em 1948, começou a trabalhar em adaptações, traduções e criações de peças infantis com o marido. O grupo teatral foi convidado a apresentar as peças na TV Tupi. Mais tarde, criaram os programas Os três Ursos e a primeira adaptação para a TV do Sítio do Pica-Pau Amarelo.
Tatiana também escreveu críticas literárias para diversos jornais, como O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e Jornal da Tarde, e colaborou com a TV Cultura. Tornou-se escritora de livros infantis em 1985, colaborando em uma série infanto-juvenil e publicou o primeiro livro, Limeriques, em 1987.
O escritor e jornalista israelense Yoram Kaniuk, um dos grandes autores da literatura israelense, morreu em 8 de junho, aos 83 anos, em Tel Aviv, vítima de um câncer. Kaniuk, prestigiado em Israel e no Exterior, produziu uma vasta obra que inclui 20 romances. Foi traduzido e publicado fora de seu país, especialmente na França. Exodus, a Odisseia de um Comandante é um de seus títulos disponível em português.
Nascido em 2 de maio de 1930, em Tel Aviv, alistou-se muito jovem no Palmaj, milícia paramilitar sionista e, depois, uniu-se ao novo Exército do Estado de Israel. Esquerdista e militante em favor da paz, também era conhecido por sua incansável luta pela separação entre Estado e religião. Yoram Kaniuk recebeu a homenagem do presidente israelense, Shimon Peres, que considerou sua morte "uma grande perda para a literatura, a cultura e a alma de Israel".
Aos 88 anos, a dona de casa Adair Cesar Nascimento Barbosa morreu em 30 de maio, de causas naturais. Nascida em São Pedro do Sul, morava havia mais de 50 anos em Santa Maria. Era viúva de José Barbosa, com quem foi casada por 56 anos. O casal teve os filhos Tania, Vania e Paulo Roberto, 11 netos e nove bisnetos. Pertencente a uma família de 11 irmãos, que ajudou a cuidar após a morte da mãe, ela deixa quatro deles: Constância, Fernando, Saul e Walter.
Segundo familiares, era uma mãe e avó dedicada e fazia tricô e crochê com muito capricho, além de ser uma cozinheira de mão-cheia. Adair costumava reunir a família todas as quartas-feiras para almoçar com ela. Deixa um legado de luta, honestidade e bons exemplos. O sepultamento ocorreu no Cemitério Parque Jardim Santa Rita de Cassia, em Santa Maria.

Fiorelo Olympio Savaris morreu em 7 de junho, aos 85 anos. Natural de Fagundes Varela, era casado com Luiza Loch Savaris e teve um filho, Flavio Loch Savaris. Deixa também três netas e três bisnetos, saudades e ótimas recordações. Mudou-se com a família para São Jorge em 1956, onde exerceu o ofício de comerciante.
Era devoto de Santo Antônio, excelente assador, apreciava caçar, pescar e cuidar de sua horta. Segundo familiares, era uma pessoa íntegra, sociável e de grande caráter. Era companheiro do filho no chimarrão, nas caçadas e nas conversas. Ensinou as netas a dirigir e a pescar e, para as bisnetas, tinha sempre o bolso cheio de chocolate.
De saúde forte e vigorosa disposição, foi vítima de um acidente nas estradas do campo que conhecia tão bem, a bordo da sua inseparável caminhonete, a qual não deixava ninguém conduzir.

O irmão leigo capuchinho Frei Antônio de Lorenzi Canever morreu em 18 de junho, aos 76 anos, vítima de complicações cardiovasculares. Filho de João de Lorenzi Canever e de Judith Brognara Canever, nasceu em Urussanga (SC), no dia 3 de julho de 1937. Concluiu o Ensino Fundamental em Marau e frequentou diversos cursos intensivos e de extensão na área das ciências teológicas durante a vida.
Frei Antônio ingressou no Convento dos Capuchinhos de Flores da Cunha aos 20 anos, em 1958, e fez o noviciado em 1959. Viveu nas fraternidades de Ijuí, Marau, Ipê, Veranópolis, Flores da Cunha, Garibaldi, Porto Alegre e, nos três últimos anos, na Casa de Saúde São Frei Pio, em Caxias do Sul. Nos conventos e seminários do Estado, dedicou a vida aos serviços fraternos, como cozinheiro e padeiro, aos serviços da lavoura, como tratorista, além de ter sido horticultor, vinicultor, apicultor e recepcionista.
Entre 1984 e 1990, esteve a serviço da Ordem, em Roma, como recepcionista no Colégio Internacional São Lourenço de Bríndisi. Nesse período, também viajou e conheceu lugares históricos na Itália, Israel e Turquia. Em 1974, foi nomeado Ministro Extraordinário da Eucaristia por Dom Benedito Zorzi e, desde 1976, também dedicou-se à pastoral dos enfermos. Ele tinha 53 anos de vida religiosa.
Hoje, às 9h30min, haverá uma missa de despedida, na Capela da Casa de Saúde São Frei Pio. Logo depois, ocorrerá o sepultamento, no Memorial dos Capuchinhos, em Caxias do Sul.

Diva Cardoso Fagundes morreu em 30 de maio, em Santa Maria, de causas naturais, aos cem anos. Nascida em Rincão do Claro, no interior de São Gabriel, em 1912, era viúva de Adão Dias Fagundes, com quem teve os filhos Irlanda Fagundes Dornelles e Aguinaldo Fagundes. Deixa também seis netos e seis bisnetos.
Segundo familiares, era uma mulher alegre, prestativa e que soube cultivar uma legião de amigos. Dona de casa, mudou-se para Santa Maria após o casamento. Gostava muito de conversar com os amigos e de dar presentes. O sepultamento ocorreu em Santa Maria.
Aos 73 anos, Elsa Maria Camerini Ferreira morreu em 2 de junho, em Itajaí (SC). Primogênita entre as irmãs Ada, Ana e Vera, era filha de Lucidio Carlos Ferreira e Caterina Maria Camerini Ferreira. Nascida em Jaguarão, foi professora estadual aposentada.
Formada pelo antigo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), trabalhou em escolas estaduais e no Colégio Israelita, como professora de artes. Foi casada com Norberto Fischer e deixa os filhos Mirela, Solano e Mirna, e a neta, Julia. Morava havia mais de 30 anos em Santa Catarina, e estava radicada em Balneário Camboriú, onde foi sepultada.

Natural de Rio Grande, morreu em 22 de maio, aos 88 anos, o empresário Fuad Abdalla Nader, dedicado ao desenvolvimento do município e à difusão da cultura libanesa. Ele era casado com Zilda Kalil Nader, com quem teve os filhos Alexandre, Abdalla, Amélia, Elisabeth e Maria Ângela. Deixa também 11 netos. Empreendedor, era formado em Economia e investiu nos setores de ferragem, conservas alimentícias, leite e adubos.
Por meio da participação em entidades de classe e conselhos municipais de Rio Grande, defendeu o desenvolvimento por meio da educação, que era o seu propósito maior. Foi presidente do Conselho Municipal de Educação, do Clube dos Diretores Lojistas e, por duas vezes, da Câmara do Comércio de Rio Grande. Na área acadêmica, lecionou na Universidade Federal do Rio Grande (Furg), na Escola de Engenharia Industrial e na Escola Técnica de Comércio São Francisco.
Apesar da intensa rotina, manteve-se próximo à família durante toda a vida e dedicou tempo à memória do pai, protagonista do livro-biografia que escreveu. Será lembrado pelo caráter, pelo olhar atencioso que dedicava a todos, pela humildade e pela habilidade de auxiliar o crescimento das pessoas com quem convivia.

Linda Röhsig, natural de Linha Ano Bom (à época distrito de Corvo, atual município de Colinas), morreu em 16 de maio, aos 90 anos, vítima de insuficiência respiratória e cardíaca. Nascida em 30 de janeiro de 1923, era filha de Germano Hollmann e de Ida Hasenkamp Hollmann. Com o marido, Leo Röhsig, falecido há 38 anos, teve os filhos Marli, Erni e Ledi. Deixou sete netos e 12 bisnetos.
Em janeiro, ao completar 90 anos, a avó Linda foi homenageada por familiares e amigos em uma grande festa em Colinas. Na ocasião, o pastor Irineu realçou o significado de viver com dignidade a trajetória de vida.Segundo os familiares, Linda era uma mulher de grande coração.
Apreciava a vida, a vontade de viver e amava a família. Era membro da Ordem Auxiliadora das Senhoras Evangélicas (Oase) de Colinas e integrante do coral por muitos anos. Foi sepultada no Cemitério Evangélico de Colinas. O culto em memória será celebrado no dia 30 de junho, na Igreja Evangélica de Colinas, às 9h.

Devido a complicações da doença de Alzheimer, a educadora Maria Luiza Roth morreu em 9 de junho, aos 95 anos. Natural de Santa Maria, era filha de André Roth e Marieta d'Ambrósio Roth. Educadora, orientadora educacional e psicóloga dedicada ao desenvolvimento da educação no Rio Grande do Sul, iniciou o exercício do magistério na Escola Cicero Barreto, em Santa Maria.
Foi professora da Escola João Neves da Fontoura, em Cachoeira do Sul, diretora da Escola Olavo Bilac, em Santa Maria, e da Escola 1º de maio, em Porto Alegre, onde criou o Círculo de Pais e Mestres, Clube de Mães, Grêmio dos Professores e a Biblioteca Cecília Meirelles.
Em 1950, representou o Estado na Conferência Nacional de Educadores em Salvador (BA). Também foi superintendente do Ensino Normal no RS de 1967 a 1973, diretora do Instituto General Flores da Cunha, em Porto Alegre e delegada de Educação da 1ª Delegacia de Educação da Secretaria de Educação do RS por dois mandatos. Aposentou-se em 1981, após 48 anos dedicados ao ensino. Era também membro do Clube Soroptimista Internacional e da Associação dos Diplomados do Ensino Superior do RS.
Pela atuação na área da educação, recebeu diversas condecorações como amiga da Marinha, professora homenageada pela Associação dos Ex-Alunos do Instituto de Educação General Flores da Cunha, Medalha da Cidade de Porto Alegre e Educadora Emérita do RS. Em cerimônia oficial realizada pelo governo federal, foi considerada destaque em educação.
Deixa saudade entre os familiares - irmão, cunhada, primos, sobrinhos e sobrinhos-netos - e um grande número de amigos, aos quais se dedicou com muito afeto. Maria Luiza será lembrada pela liderança, visão ampla, competência e comprometimento no campo educacional e por ter a vida marcada pelo respeito aos direitos humanos. A missa de sétimo dia será celebrada nesta segunda-feira, às 18h30min, na Catedral Metropolitana de Porto Alegre.

Aos 55 anos, Noemi Vicentini morreu em 25 de maio, em Lagoa Vermelha, no Hospital São Paulo. Nascida em Lagoa Vermelha, era a quinta filha de Guilardo Vicentini e de Noeli Dias Vicentini (já falecidos). Chamada carinhosamente de Tia Mi pelos familiares e amigos, deixa os irmãos Suely, Nely, Abelardo, Agnaldo, Eliane, Luiz Fernando, Marli e Morgana, as cunhadas Dilva e Cenira, os sobrinhos Alessandro, Ana Paula, Alana, Amanda, Kemili, Kevin, Leonardo e o sobrinho-neto, Alexandre.
Segundo familiares, era uma pessoa muito reservada, gostava de jogar carta quando reunia a família e foi uma tia muito dedicada aos sobrinhos e à família. Ajudou a cuidar do pai, que ficou acamado por mais de um ano. Após a morte dele, foi diagnosticada com um tumor maligno no útero. Lutou contra a doença por um ano, fazendo cirurgia e tratamentos como radio e quimioterapia, mas não resistiu. O sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal de Lagoa Vermelha, onde também estão enterrados os pais de Noemi.
Últimas
Mais lidas
Mais comentadas
