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Obituário

Adão Docelino Dias
Adão Docelino Dias

Adão Docelino Dias, 82 anos, morreu em 8 de abril, em decorrência de uma infecção pulmonar. Ele foi casado com Abrelina Bueno Dias (falecida), com quem teve sete filhos: Rubem, Elizabete, José, Elisete, Sérgio, Nara e Lucimara. Dias também tinha 10 netos e cinco bisnetos.

Nascido em Santa Maria, ele era funcionário aposentado do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer). Segundo o filho Rubem, o pai gostava de pescar, assistir a jogos de futebol e tomar chimarrão. Cozinhar era uma de suas atividades preferidas. Ainda conforme familiares, Dias era uma pessoa muito querida e tinha vários amigos.

O sepultamento ocorreu em 9 de abril, no Cemitério Ecumênico Municipal de Santa Maria.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Alessandro Machado dos Santos
Alessandro Machado dos Santos

Foi sepultado na manhã de ontem, no Cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre, o corpo de Alessandro Machado dos Santos, o Mestre Brinco. O mestre de bateria da Imperadores do Samba tinha 41 anos e há 17 estava à frente dos ritmistas da escola.

Brinco, como era conhecido, começou como ritmista aos 15 anos e nunca saiu da vermelho-e-branco. Foi discípulo do lendário Mestre Nery Caveira. Quando Nery afastou-se por motivo de saúde, Brinco assumiu a bateria da escola ao lado de Sandro Gravador.

No Carnaval deste ano, quando a Imperadores do Samba foi campeã, depois de dois vice-campeonatos consecutivos, Brinco não desfilou porque já estava hospitalizado. A causa da morte não foi divulgada pela família. Ele deixa mulher e três filhos.

- Ele vivia pela Imperadores, vai fazer muita falta. Sabia muito tecnicamente, era uma das poucas pessoas no Carnaval que não tinha inimigos, era adorado - comentou Bráulio Pontes, diretor de Carnaval de Imperadores.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Elvira Nascimento Alves
Elvira Nascimento Alves

Morreu em 25 de março, devido a uma embolia pulmonar, Elvira Nascimento Alves, aos 80 anos. Ela era casada com Lucídio Fernandes Alves há 60 anos. Elvira tinha seis filhos: Volmar, Valter, Fábio, Lúcia, Odila e Élio. Elvira deixa também 15 netos e 10 bisnetos. A agricultora era natural de Quevedos, mas morava há 40 anos em Santa Maria. Segundo a neta Karine, Elvira era uma pessoa muito acolhedora, que gostava da casa cheia de familiares e amigos.

O sepultamento ocorreu em 26 de março no Cemitério Ecumênico de Santa Maria.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Galba Simões Bueno
Galba Simões Bueno

Em 16 de abril, morreu o professor e militar da reserva Galba Simões Bueno. aos 92 anos, em Porto Alegre, onde residia há 56 anos.

Nascido em Dom Pedrito, foi lá que iniciou a carreira militar. Transferido para Passo Fundo, foi convidado a lecionar nas escolas Conceição e Notre Dame.

Já em Porto Alegre, formou-se em História e Geografia pela PUCRS, onde exerceu o cargo de professor substituto. Deu aulas também em outras escolas e se aposentou como vice-diretor da Escola Estadual Dom Diogo de Souza.

Durante muitos anos, teve como hábito preparar churrasco aos domingos e reunir a família. Diversas vezes acolheu em sua casa parentes que precisavam de ajuda.

Exemplo de integridade, ele deixa a mulher, Maria do Horto, com quem foi casado por 69 anos, os filhos Noemi, Jussara, Galba Francisco, Maria de Fátima e Kátia, os 10 netos e seis bisnetos, os irmãos, Dalva e Noé, e os filhos do coração Ronaldo e Eurema.

As cinzas, a seu pedido, serão levadas para sua terra natal.

As missas de sétimo dia serão realizadas hoje em Porto Alegre, às 19h, na Igreja Santo Antônio do Partenon, em Dom Pedrito, às 18h, na Igreja Nossa Senhora do Patrocínio, e em Caxias do Sul, às 17h, na Igreja São Pelegrino.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Hamilton Atos Teixeira
Hamilton Atos Teixeira

Morreu em 18 de março, em decorrência de um ataque cardíaco, Hamilton Atos Teixeira, aos 58 anos. Ele era casado há 28 anos com Esther Alice Nieves. Eles não tiveram filhos.

O santa-mariense trabalhava como comerciante e era proprietário de uma casa de frangos. Trabalhou também na Fruteira Ponto Verde por 10 anos. Conforme a mulher, Teixeira era uma pessoa alegre, que tinha muitos amigos e amava o que fazia. Ele também gostava de esportes, era torcedor do Internacional e não deixava de assistir a um jogo do time. Outro esporte que praticava era o jogo de bocha.

Além de Esther, Teixeira deixa a filha Taís, o neto Leonardo e a enteada Andrea.

O sepultamento ocorreu em 18 de março no Cemitério Ecumênico de Santa Maria.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
João Batista Vicente Adolfo

Morreu em 25 de março, devido à falência múltipla de órgãos, João Batista Vicente Adolfo, aos 56 anos. Ele foi casado por 20 anos com Cleuza de Fátima Alves Adolfo, com quem teve dois filhos (Tatiana e Giovani). Adolfo deixa também três netos, Brendon, João Pedro e Samuel.

Ele nasceu em São Gabriel, mas morou toda a vida em Santa Maria, onde trabalhava como azulejista. Conforme o filho Giovani, o pai era uma pessoa muito humilde, que gostava de ajudar as pessoas. As atividades preferidas eram pescar e tomar chimarrão.

O sepultamento ocorreu em 25 de março no Cemitério Ecumênico de Santa Maria.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Leopoldina Camello
Leopoldina Camello

Leopoldina Camello morreu aos 85 anos, de causas naturais, em 19 de março. Natural de Vila Oliva, no interior de Caxias do Sul, formou-se professora e lecionou durante toda a vida na rede municipal.

Casada com Fiorentino Camello (falecido), teve três filhos (Marli, Dércio e Délio). Como perdeu o marido ainda muito jovem, sempre trabalhou e criou os filhos sozinha, mudando-se para Ana Rech, distrito de Caxias, onde eles teriam mais condições de estudo.

Religiosa, gostava de ir à missa e cantar no coral da Igreja. Segundo os familiares, era generosa e gostava muito de estar na companhia dos netos, a quem ajudava e aconselhava sempre que podia. De personalidade forte e batalhadora, conseguiu superar as adversidades da vida, inclusive a perda dos dois filhos homens nos últimos anos.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Nelly Lucia Gasparini Terra
Nelly Lucia Gasparini Terra

Morreu ontem, aos 90 anos, Nelly Lucia Gasparini Terra, mãe do deputado federal Osmar Terra.

Nascida em 31 de maio de 1923, em Santa Teresa, no Espírito Santo, ela conheceu o gaúcho Walter Paim Terra (falecido) no final da década de 1930, quando ele foi trabalhar no estado capixaba como assessor do senador Paim Filho. Os dois se casaram em 1948, em Santa Teresa, e anos depois foram morar no Rio de Janeiro.

Já grávida de Osmar, Nelly mudou-se com o marido para Porto Alegre. Cerca de cinco anos depois, devido a ofertas de trabalho, eles voltaram ao Rio de Janeiro.

Já formado em Medicina, em 1973, Osmar decidiu retornar à capital gaúcha e foi acompanhado pelos pais.

Filho único, o deputado conta que a mãe estava sempre ao lado dele.

- Na primeira vez em que me candidatei a deputado, não possuía muito dinheiro. E ela não teve dúvidas em pegar o dinheiro da poupança dela e colocar na minha campanha. Era uma pessoa despreendida, mas viveu a vida dela sempre acompanhando a minha. Era minha companheira incondicional - diz o deputado.

Funcionária pública do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Nelly trabalhou até os 70 anos. Formada em Administração, ela era perfeccionista e atenciosa, mas, principalmente dedicada e amorosa com os dois netos.

Há 10 anos, ela foi diagnosticada com Alzheimer, e estava hospitalizada há sete meses.

O corpo será sepultado no Cemitério São Miguel e Almas (Avenida Professor Oscar Pereira, 400, Porto Alegre) hoje, às 11h.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Valdir Susin
Valdir Susin

Valdir Susin, morreu em 3 de abril, devido à falência múltipla dos órgãos.

Ele nasceu em 27 de novembro de 1934 em Capinzal, Santa Catarina. Conhecido como Nono Valdir, chegou aos 23 anos em Caxias do Sul, onde conheceu sua mulher, Loire Toigo Susin. Com ela teve a filha Clari Susin Corteletti.

De acordo com a família, o grande sonho de Susin era ver os netos, Maurício e Leonardo, crescerem com saúde. Ele foi um dos fundadores das igrejas São Francisco de Assis, na comunidade da Vila Maestra, e Nossa Senhora Aparecida, no bairro Pioneiro. Trabalhou na empresa Gethal até se aposentar e, depois, passou a trabalhar em casa, fabricando pequenas peças de artesanato. O maior hobby era fazer palavras cruzadas.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Aloysio Arlindo Thomé
Aloysio Arlindo Thomé

Aloysio Arlindo Thomé era natural de Montenegro. Ele morreu em 1º de abril, aos 86 anos, de causas naturais.

Thomé morou em Nova Petrópolis até casar com Miloca Thomé. Logo depois, os dois se mudaram para Caxias do Sul, onde ele passou a trabalhar na Madezatti. Nesta empresa, permaneceu por 30 anos.

Pai de seis filhos (Alice, Iraci, Ari, Elisete, Elmar e Maria Helena), ele tinha 11 netos e sete bisnetos. Segundo familiares, tinha uma personalidade forte, mas era muito tranquilo. Sempre foi um ótimo pai e avô.

Nas horas de descanso, gostava de reunir a família aos domingos, jogar cartas com os amigos, pescar e assistir a programas na TV. Mas a atividade preferida era ir para a praia e ver o mar.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
José Luiz Ribeiro

Morreu em 26 de março, em decorrência de um enfisema pulmonar, José Luiz Ribeiro, aos 88 anos. Por sete anos, ele foi casado com Dorvalina Dutra Ribeiro (falecida). Ribeiro não teve filhos, mas deixa sobrinhos e o neto de Dorvalina, que foi quem lhe cuidou nas idas ao hospital.

Segundo familires, o militar aposentado, que era natural de Santa Maria, gostava muito de viajar. O destino preferido era o Rio de Janeiro. Mesmo com a seriedade habitual, não deixava de fazer brincadeiras e de ser uma pessoa alegre. O sepultamento ocorreu no Cemitério Ecumênico de Santa Maria. A missa de 30 dias será realizada sábado, às 18h, na Igreja Medianeira, em Santa Maria.

Data de publicação: 23/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Alciomar Rozelei Munhoz Alles,
Alciomar Rozelei Munhoz Alles,

Morreu em 12 de março, em decorrência de um ataque cardíaco, Alciomar Rozelei Munhoz Alles, aos 57 anos.

Ele era casado com Antonieta Perufo Alles havia 35 anos. Com ela, teve duas filhas: Elisangela e Elisiane. Tinha também um neto, Miguel, de seis meses.

Alles era natural de Santa Maria, onde sempre morou e trabalhou como carteiro.

Segundo a mulher, Alles era uma pessoa quieta, que conversava pouco, mas que gostava de estar com a família e os amigos. Nunca perdia as novelas e, sem falta, lia os jornais do dia. Para Antonieta, o marido era uma pessoa muito boa e apegada à fé. Ele rezava todos os dias.

O sepultamento ocorreu em 13 de março, no Cemitério Jardim da Saudade, em Santa Maria.

Data de publicação: 21/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Ana Isabel de Moraes Alfonsin,
Ana Isabel de Moraes Alfonsin,

Em 16 de abril morreu Ana Isabel de Moraes Alfonsin, aos 73 anos.

Ela era casada com Jacques Távora Alfonsin, com quem gerou as filhas Verônica, Betânia, Raquel e o filho Tiago.

Teóloga, socióloga e ex-professora, dedicou-se a vida toda à catequese, às comunidades eclesiais de base, aos movimentos feministas e, de modo particular, à pastoral da mulher pobre. Também participou de encontros da Rede Mística Feminina do Meio Popular e fez trabalhos voluntários de assessoria a creches comunitárias. Em 1996, participou da 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em Pequim.

Publicou artigos em coletâneas de livros sobre teologia, defendeu outros estudos a respeito do assunto na Escola de Teologia Franciscana (Estef) e, em 2001, defendeu a monografia de conclusão do curso de Ciências Sociais, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, sobre "O empoderamento das mulheres de base em movimentos e pastorais sociais no município de Porto Alegre e Região Metropolitana".

Ana Isabel era muito conhecida pela prestação de serviço ao povo pobre, especialmente no bairro Mathias Velho e na Vila Santo Operário, em Canoas, na Ilha Grande dos Marinheiros e na Vila Pellin, em Porto Alegre.

No sepultamento, realizado no Cemitério São Miguel e Almas, em Porto Alegre, compareceram representantes da Estef, de movimentos sociais, de organizações não governamentais, do governo do Estado e do município, além de estudantes e professores, de vereadores e deputados.

Na terça-feira, uma celebração eucarística em memória a Ana Isabel será realizada na Igreja Nossa Senhora das Graças, no bairro Tristeza, em Porto Alegre, às 18h.

Data de publicação: 21/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Devemos lágrimas e um minuto de silêncio, por Luiz Zini Pires

Luciano do Valle, 66 anos, morreu neste sábado, horas antes da estreia do Brasileirão 2014. O Brasil do esporte precisa oferecer um minuto de silêncio ao seu narrador histórico, da pelada ao clássico. Ele passou as últimas quatro décadas gritando gol. Todos nós devemos lágrimas ao Luciano. Ele foi o maior, foi a referência, foi o que ensinou ao Brasil que o esporte é mais do que um chute na bola. Luciano do Valle nos mostrou a Fórmula 1, o vôlei, o basquete, o boxe e até o jogo de sinuca. Luciano ressuscitou Pelé para o futebol depois da aposentadoria, ao criar a Seleção Brasileira de Masters, uma invenção genial.

Ele não foi só testemunha. Foi um visionário também. Inventou o boxeador Maguila. Abriu o Maracanã para que Brasil e URSS jogassem uma partida de vôlei. Nos fez saborear o futebol europeu, via Itália, numa época em que o futebol tinha fronteiras. Foi Luciano que nos deu o mundo.

Luciano passou mal dentro de um jato que o levaria para narrar uma partida de futebol no interior de Minas Gerais. Na barriga de centenas de aviões, dias, noites, madrugadas, ele cruzou o mundo em busca das melhores competições e de inimagináveis emoções.

De microfone em punho, ele encontrou um lugar na nossa sala, sentou-se na poltrona ao lado, riu, chorou, contou tudo. Foi companheiro, confidente, com quem dividimos alegrias e tristezas em infindáveis campeonatos, torneios, taças e enfrentamentos. Um amigo se foi. Não haverá mais um grito de gol tão feliz. Ele queria gritar "Brasil Hexa" no dia 13 de julho, no Rio de Janeiro. A morte o levou antes. A história o premiará.

Data de publicação: 21/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Édila Rodrigues de Vargas

Aos 46 anos, Édila Rodrigues de Vargas morreu em 15 de março, em decorrência de complicações renais. Ela era casada com Carlos Alberto Corrêa de Vargas havia mais de 20 anos. Com ele, teve três filhos (Robson, Anelise e Évelin). Édila tinha também dois netos. Ela deixa os irmãos Everaldo, Élton, Edilma, Arminda e Carina.

A dona de casa era natural de Formigueiro, mas morava em Santa Maria. Segundo seu irmão Everaldo, Édila era uma pessoa muito querida, atenciosa e responsável. Gostava de cuidar da casa e cozinhar.

- Ela era nossa irmã mais velha, foi quem nos criou. Cuidava da casa, cozinhava, tomava conta de tudo. Só tenho lembranças boas - recorda o irmão.

O sepultamento foi dia 16 de março, no Cemitério da Colônia da Arueira, em Formigueiro.

Data de publicação: 21/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Elsa Thereza Zini Andreazza

Elsa Thereza Zini Andreazza, 92 anos, morreu em 31 de março, de causas naturais.

Nascida em Farroupilha, mudou-se ainda criança para Caxias do Sul. Elsa foi casada por 70 anos com Aldo Francisco Andreazza (falecido), com quem teve sete filhos. Agricultora, trabalhava com o marido no interior de Caxias do Sul. Muito simples e de jeito tímido, segundo familiares, gostava de ficar quieta em seu canto fazendo crochê.

Ela deixa, além dos filhos, 15 netos, nove bisnetos e dois trinetos.

Data de publicação: 21/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Inspiração de Bob Dylan, Hurricane morre aos 76
Inspiração de Bob Dylan, Hurricane morre aos 76

Rubin "Hurricane" Carter, ex-boxeador negro americano que passou quase 20 anos detido acusado de assassinato, mas que foi declarado inocente, morreu ontem, em Toronto, no Canadá.

A história de Hurricane ficou famosa em uma das mais conhecidas composições de Bob Dylan.

Depois de ler a autobiografia publicada enquanto Carter ainda estava preso, Dylan escreveu, em 1975, a canção Hurricane, sobre a vida do atleta, que virou um símbolo da injustiça. "Aqui vem a história do Hurricane / O homem que a polícia veio culpar / Por algo que ele não fez / Colocado em uma cela, mas um dia poderia ter sido / O campeão do mundo", diz a letra.

A história também inspirou o filme Hurricane: O Furacão (1999), do diretor Norman Jewison, que rendeu a Denzel Washington um Globo de Ouro de melhor ator e uma indicação ao Oscar.

"Descansa em paz Rubin, teu combate terminou, mas nunca será esquecido", declarou um comunicado da Associação de Defesa das Vítimas de Erros Judiciais (AIDWYC), da qual Hurricane foi diretor executivo de 1993 a 2005.

Apesar de negar a culpa, Rubin Carter foi condenado duas vezes, em 1967 e 1976, pelo assassinato de três brancos em um bar de Nova Jersey, em 1966. Um júri formado apenas por brancos pronunciou a sentença, imposta também ao outro acusado, John Artis, negro como o pugilista.

Artis acompanhou Carter nas últimas horas de vida. Ele informou à imprensa que o ex-pugilista, que tinha câncer de próstata, morreu aos 76 anos, em sua casa, de Toronto.

Carter deixou a prisão em 1985, depois de passar mais de 19 anos na cadeia, quando um juiz federal anulou a segunda condenação, que considerou resultado de racismo. A detenção acabou com a carreira do pugilista. Na ocasião, ele acumulava 27 vitórias, sobretudo no Madison Square Garden de Nova York, em Paris e Londres.

Ele dedicou seus últimos anos de vida à defesa de pessoas presas injustamente. Em fevereiro, escreveu um artigo sobre o tema publicado no New York Daily News.

"Estou literalmente no meu leito de morte e estou fazendo meu último pedido aos que têm a autoridade legal para agir. Minha única dor na vida é que David McCallum, do Brooklyn (...), continua na prisão", escreveu, defendendo a libertação deste homem, preso por assassinato desde 1985.

Carter teve uma infância salpicada de incidentes rebeldes antes de se alistar no Exército, onde teve o primeiro contato com o boxe.

Data de publicação: 21/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Morre Luciano do Valle, o narrador de 10 Copas
Morre Luciano do Valle, o narrador de 10 Copas

Locutor estava a caminho de Uberlândia para rodada inaugural do Brasileirão uando sofreu infarto

A apenas 53 dias do início da Copa, calou-se no sábado uma das vozes mais marcantes do jornalismo esportivo nacional.

O locutor Luciano do Valle morreu aos 66 anos após passar mal no avião com destino a Uberlândia, onde ontem transmitiria para a TV Bandeirantes Atlético-MG x Corinthians, pela rodada inaugural do Brasileiro.

Antes mesmo de embarcar, segundo relato do repórter Fernando Fernandes, que o acompanhava, Luciano se queixava de dores nas costas. Pálido e com dificuldade para respirar, perdeu a consciência quando o avião descia em Uberlândia e seguiu em ambulância para o hospital Santa Genoveva. Mesmo após atendimento do cardiologista Roberto Botelho, não resistiu e morreu às 16h15min. A causa foi infarto. O corpo do locutor foi velado e sepultado em Campinas.

Além da fama pelas suas narrações nas 10 Copas e 10 Olimpíadas que cobriu, Luciano se notabilizou pela contribuição ao esporte brasileiro em várias frentes. É considerado até hoje o "patrono'' do vôlei do país. Organizou, por exemplo, o jogo entre Brasil e União Soviética, no Maracanã, em 1983. O amistoso no Rio teve um dos maiores públicos da história da modalidade: mais de 95 mil pessoas. O momento coincidiu com o boom do vôlei nacional, com torneios fortalecidos e a formação de uma seleção brasileira masculina de alto nível com Renan, Montanaro, Bernard e Bernardinho.

Aquele grupo ficou conhecido como "geração de prata'' - pelo segundo lugar nos Jogos de Los Angeles, 1984 -, mas abriu caminho para títulos. A identificação tão grande gerou a alcunha de Luciano "do Vôlei''.

Natural de Campinas, passou pelas rádios Gazeta e Nacional. Já em São Paulo, foi contratado pela TV Globo em 1971. Narrou os dois títulos mundiais de Emerson Fittipaldi na F-1, em 1972 e 1974, e sempre se associou à velocidade. Trouxe a transmissão da Indy pela TV para o Brasil, nas décadas de 80 e 90, e depois ajudou a trazê-la, de fato. São Paulo recebeu etapas da categoria de 2010 a 2013. Conseguiu popularizar na TV esportes insólitos como a sinuca. Criou os termos "Magic'' Paula e "Rainha'' Hortência, famosos até hoje. Tornou a Bandeirantes o "canal do esporte'', com direito a mais de 10 horas dominicais de transmissão esportiva no programa "Show do Esporte", na década de 90. Além de Globo e Band, trabalhou na Record.

Luciano promoveu a carreira de Adilson Rodrigues, o Maguila, até hoje o principal peso pesado brasileiro. Em 2012, teve um AVC que o tirou das telas por um ano. Ele deixa a mulher, a apresentadora Flávia Comin, e quatro filhos.

Data de publicação: 21/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Naurelina Antunes Pena
Naurelina Antunes Pena

Morreu no dia 16 de março, devido a problemas cardíacos, Naurelina Antunes Pena, 89 anos. Ela foi casada com Adão Rodrigues, de quem era viúva havia mais de 20 anos. Os dois tiveram oito filhos: Alberi, Laudelino, Idemar, Bernadete, Lenita, Marilene, Paulo e Francisco. Naurelina tinha também 15 netos e quatro bisnetos.

A costureira aposentada era natural de Júlio de Castilhos, mas morava em Santa Maria. Conforme o filho Francisco, sua mãe era uma pessoas muito carinhosa, que cuidava da saúde. Naurelina gostava muito de olhar televisão, principalmente novela e noticiários. Conversar com as amigas também fazia parte do seu cotidiano.

O sepultamento aconteceu no dia 17 de março, no Cemitério São José, em Itaara.

Data de publicação: 21/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
Nilsa da Silva Machado
Nilsa da Silva Machado

Morreu em 21 de março, em decorrência de um câncer, Nilsa da Silva Machado, 65 anos. Ela era casada com Claudionor Machado havia 46 anos. Os dois tiveram uma filha, Janaina. Ela deixa também os netos Lorenzo e Vanessa, seis irmãos e o genro Rogenei.

Gringa, como era conhecida, nasceu em Gaurama, mas sempre morou em Santa Maria. Ela trabalhou como secretária e em alguns estabelecimentos comerciais da cidade, mas durante a maior parte da vida foi dona de casa.

Conforme a filha, Nilsa tinha muitos amigos. Era muito alegre e festeira. Como cozinhava bem, sempre participava e ajudava nos almoços realizados na sua comunidade, seja em escolas ou igrejas. Gostava muito de ajudar as pessoas. Viajar com os amigos era uma de suas atividades favoritas.

O sepultamento aconteceu em 22 de março, no Cemitério Ecumênico de Santa Maria.

Data de publicação: 21/04/2014Comunicar um amigo | Enviar condolências
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