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Se o Brasil-Pe se livrou...12/12/2013 | 07h03

Diretor jurídico do Juventude explica estratégia que será adotada para julgamento desta quinta-feira

Alviverde espera reverter punição e estrear no Jaconi pelo Gauchão

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Diretor jurídico do Juventude explica estratégia que será adotada para julgamento desta quinta-feira Porthus Junior/Agencia RBS
Lisca invadiu o gramado para reclamar do árbitro Diego Real pela Copa Willy Sanvitto, em setembro Foto: Porthus Junior / Agencia RBS
Rodrigo Chernhak, especial

rodrigo.chernhak@pioneiro.com

Nesta quinta-feira. a partir das 17h30min, as atenções do Juventude se voltam para os bancos do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), na sede da FGF, em Porto Alegre. Em jogo está o direito de disputar a estreia do Gauchão no Alfredo Jaconi, em 19 de janeiro, contra o São Paulo-RG.

Será julgado o recurso do clube que busca a reversão da perda de dois mandos de campo pela invasão do gramado do ex-técnico Lisca e do auxiliar Hugo Martins na semifinal da Copa Willy Sanvitto, vencida por 3 a 2 pelo São José, na noite de 26 de setembro.

— No recurso fizemos esse um com o Brasil-Pe e outras punições que levamos, contra o Londrina e Metropolitano. A pena que pegamos foi pesada por um fato infinitamente menor se comparado às situações anteriores. Caso não tenha absolvição, vamos tentar a mudança de perda de campo para pagamento em multa ou cesta básica — explica o diretor jurídico do Juventude, Leonardo Tonietto.

Tonietto refere-se à jurisprudência da absolvição do Brasil-Pe. No clássico Bra-Pel de 26 de setembro, vencido pelo Pelotas por 3 a 0, válido pela final do primeiro turno da Copa Sul-Fronteira, um torcedor xavante invadiu o gramado do Bento Freitas e desferiu um soco no bandeira Jorge Eduardo Bernardi.

O árbitro Márcio Chagas da Silva chegou a encerrar o confronto por falta de segurança, uma vez que a súmula relatou que os torcedores arremessaram pedras uns contra os outros nas arquibancadas. Nos tribunais, o clube pegou uma pena leve e foi apenas multado em R$ 10,5 mil, no mesmo dia em que o Juventude foi punido.

No duelo contra o São José, Lisca foi expulso no segundo tempo ao reclamar do terceiro gol do Zequinha, em suposto impedimento. Após o apito final, o treinador partiu para cima do árbitro Diego Almeida Real com um DVD em mãos, contestando o gol. Ao ver as imagens na televisão depois da partida, o treinador recuou e pediu desculpas pelo excesso.

Na súmula, o árbitro foi contundente e o Ju foi inserido no artigo 213 do CBJD, que aborda desordens em sua praça de desporto e invasão de campo ou local da disputa do evento esportivo. O clube ainda arcou com uma multa de R$ 13 mil.

 

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