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Tragédia em Santa Maria15/03/2013 | 15h53Atualizada em 15/03/2013 | 15h53

Subcomandante dos bombeiros de Santa Maria presta novo depoimento

Major Gérson da Rosa Pereira foi reinquirido para falar sobre a tragédia na Kiss e a corporação

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Por volta das 15h30min desta sexta-feira, o subcomandante do 4º Comando Regional dos Bombeiros (4º CRB), major Gérson da Rosa Pereira, chegou até a 1ª Delegacia de Polícia de Santa Maria.

Ele foi reinquirido e deve prestar novos esclarecimentos à polícia sobre a tragédia da madrugada de 27 de janeiro, na boate Kiss, em Santa Maria.

Na quinta-feira, o comandante do 4º CRB, tenente-coronel Moisés Fuchs, falou à polícia sobre o atendimento dos bombeiros durante o incêndio, sobre procedimentos internos da corporação e sobre o fato de a boate contar com um Sistema Integrado de Gestão da Prevenção a Incêndio (Sigpi), que é um documento simplificado do Plano de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI).


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Clique na imagem e confira o perfil das 241 vítimas:

 
Como aconteceu

O incêndio na boate Kiss, no centro de Santa Maria, começou entre 2h e 3h da madrugada de domingo, dia 27 de janeiro, quando a banda Gurizada Fandangueira, uma das atrações da noite, teria usado efeitos pirotécnicos durante a apresentação. O fogo teria iniciado na espuma do isolamento acústico, no teto da casa noturna.

Sem conseguir sair do estabelecimento, pelo menos 241 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridos.

A tragédia, que teve repercussão internacional, é considerada a maior da história do Rio Grande do Sul e o maior número de mortos nos últimos 50 anos no Brasil.

Em gráfico, entenda os eventos que originaram o fogo:

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