Ele foi reinquirido e deve prestar novos esclarecimentos à polícia sobre a tragédia da madrugada de 27 de janeiro, na boate Kiss, em Santa Maria.
Na quinta-feira, o comandante do 4º CRB, tenente-coronel Moisés Fuchs, falou à polícia sobre o atendimento dos bombeiros durante o incêndio, sobre procedimentos internos da corporação e sobre o fato de a boate contar com um Sistema Integrado de Gestão da Prevenção a Incêndio (Sigpi), que é um documento simplificado do Plano de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI).
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Como aconteceu
O incêndio na boate Kiss, no centro de Santa Maria, começou entre 2h e 3h da madrugada de domingo, dia 27 de janeiro, quando a banda Gurizada Fandangueira, uma das atrações da noite, teria usado efeitos pirotécnicos durante a apresentação. O fogo teria iniciado na espuma do isolamento acústico, no teto da casa noturna.
Sem conseguir sair do estabelecimento, pelo menos 241 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridos.
A tragédia, que teve repercussão internacional, é considerada a maior da história do Rio Grande do Sul e o maior número de mortos nos últimos 50 anos no Brasil.
Em gráfico, entenda os eventos que originaram o fogo:







