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Especial14/03/2013 | 09h20

Operária ilustra o último dia da série Mulheres, do Santa

As mulheres operárias são maioria desde a chegada da indústria têxtil no final do Século 19

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Operária ilustra o último dia da série Mulheres, do Santa Jandyr Nascimento/Agencia RBS
Marlene Cardoso Roncalio, 67 anos, é uma das operárias que tece o setor têxtil em Blumenau Foto: Jandyr Nascimento / Agencia RBS
 Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Santa publicou de 8 a 14 de março oito reportagens especiais sobre mulheres que marcaram a história de Blumenau. A operária estampa o último dia da série Mulheres no Santa desta quinta-feira. Em 1917, o escritor Manuel Duarte relatou que dos 250 operários da Companhia Hering, 190 eram mulheres. Hoje, a maior parte da mão de obra nas indústrias de tecidos é ainda composta por profissionais do sexo feminino. Elas são 65% dos 29 mil trabalhadores do setor, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Têxteis de Blumenau, Gaspar e Indaial (Sintrafite).

Homenageie a mulher que marcou sua história no mural do Santa

Marlene Cardoso Roncalio, 67 anos, é uma dessas operárias. No começo, eram três ônibus e quase duas horas de viagem para ir de Ilhota a Blumenau. Ela não começou do jeito mais comum durante os anos 1970, que era assinar a carteira na fábrica assim que se completassem 14 anos (a idade mínima para o trabalho). Marlene virou operária somente aos 31 anos: do chão da roça para o piso da fábrica. Passou pela costura, talhação, expedição, bordado. Em qualquer lugar que fosse necessário, lá ia Marlene. E assim, mais da metade da vida, na mesma empresa: a Companhia Hering.   

Veja a galeria de fotos e descubra quem são as personagens da série Mulheres 

Leia a reportagem completa na edição do Santa desta quinta-feira

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