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Tragédia em Santa Maria21/03/2013 | 10h48Atualizada em 21/03/2013 | 12h09

Coletiva de imprensa que divulgará resultado do inquérito será aberta ao público

Esquema de segurança e forma como as pessoas poderão entrar no auditório da UFSM ainda estão sendo definidos pela Polícia Civil

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Coletiva de imprensa que divulgará resultado do inquérito será aberta ao público Guilherme Zanini/Agencia RBS
Auditório Flávio Miguel Schneider, no prédio 42 da UFSM, onde será divulgado o resultado do inquérito sobre o incêndio na boate Kiss Foto: Guilherme Zanini / Agencia RBS
Marcelo Martins e Patric Chagas

O anfiteatro Flávio Miguel Schneider, no prédio 42 do campus da Universidade Federal de Santa Maria, onde será divulgado o resultado do inquérito sobre o incêndio na boate Kiss, nesta sexta-feira à tarde, tem capacidade de 350 pessoas sentadas. Ainda é possível, segundo a UFSM, que outras 70 pessoas fiquem em pé. Segundo informações da Polícia Civil, a expectativa é que cem profissionais de imprensa participem do evento, que será aberto ao público em geral.

A Polícia Civil ainda estuda como deve ser o esquema de segurança na entrada do auditório do Centro de Ciência Rurais (CCR), mesmo centro em que morreram 65 alunos no dia da tragédia. Informações preliminares dão conta de que as polícias Federal e Militar possam auxiliar na segurança e na forma como as pessoas ingressarão no local.

O anfiteatro fica em frente ao Planetário, ao lado do Centro de Artes e Letras, o CAL. O estacionamento no entorno do anfiteatro tem capacidade para cerca de 200 veículos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Santa Maria informou que dará apoio no começo da tarde para facilitar o acesso à universidade. Há duas rodovias que dão acesso ao campus da UFSM: a ERS-509 (Faixa Velha de Camobi) e a BR-287 (Faixa Nova de Camobi).

VÍDEO: a homenagem aos filhos de Santa Maria



Clique na imagem e confira o perfil das 241 vítimas:

 


Como aconteceu

O incêndio na boate Kiss, no centro de Santa Maria, começou entre 2h e 3h da madrugada de domingo, dia 27 de janeiro, quando a banda Gurizada Fandangueira, uma das atrações da noite, teria usado efeitos pirotécnicos durante a apresentação. O fogo teria iniciado na espuma do isolamento acústico, no teto da casa noturna.

Sem conseguir sair do estabelecimento, pelo menos 240 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridos.

A tragédia, que teve repercussão internacional, é considerada a maior da história do Rio Grande do Sul e o maior número de mortos nos últimos 50 anos no Brasil.

Em gráfico, entenda os eventos que originaram o fogo:


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