Patrick Lynch, ex-procurador-geral de Rhode Island, nos Estados Unidos, permanece em Santa Maria até esta quinta-feira. Ele veio à cidade para contar sua experiência no incêndio que matou cem pessoas, em 2003, na boate americana The Station. Lynch foi o responsável pela acusação na área criminal e cível no caso do incêndio na casa noturna americana, há 10 anos: em 20 de fevereiro de 2003. As investigações mostraram que a casa The Station estava superlotada e que não tinha saídas de emergência adequadas. Várias pessoas foram pisoteadas ao tentar deixar o local.
Lynch chegou a Santa Maria no final da manhã, acompanhado do coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal, David Medina da Silva, de uma assessora e uma tradutora. À tarde, ele teve uma reunião com os promotores Joel Dutra, Maurício Trevisan e Ivanise Jann de Jesus, e os delegados Marcelo Arigony, Sandro Meinerz, Luiza Sousa e Marcos Vianna, que investigam as circunstâncias da tragédia na Kiss. Depois, foi conhecer o cenário da tragédia. Lynch dará uma coletiva nesta quinta-feira, às 11h, no Ministério Público do Estado.
O jornal Providence Journal, de Rhode Island, faz nesta quinta-feira uma cobertura especial sobre os 10 anos da tragédia na boate The Station. Nas reportagens, o jornal mostra como estão as famílias das vítimas 10 anos depois do incêndio que matou cem pessoas.








