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Pensando 201324/12/2012 | 19h09

Luigi considera negócio com Carlos Eduardo "difícil" e crê que Inter voltará ao Beira-Rio a partir de 1º de setembro

Presidente colorado ainda criticou patrocínio da Caixa Econômica Federal ao Corinthians

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Luigi considera negócio com Carlos Eduardo "difícil" e crê que Inter voltará ao Beira-Rio a partir de 1º de setembro Diego Vara/Agencia RBS
Segundo Luigi, Inter não recebeu propostas por Dagoberto, apenas sondagens Foto: Diego Vara / Agencia RBS

Prestes a celebrar o Natal com a família, o presidente do Inter Giovanni Luigi concedeu entrevista aos jornalistas Nando Gross, Rafael Serra e Leandro Schabbach, da Rádio Gaúcha, durante o programa Hoje nos Esportes. Sobre o negócio com o meia-atacante Carlos Eduardo, ex-Grêmio, atualmente no Rubin Kazan, da Rússia, disse que considera o negócio difícil de ser concretizado.

— É um jogador que está num nível financeiro muito alto, fora do país. Ele está estável. Mas tenho informações de que ele gostaria de ficar aqui por pelo menos um ano a um ano e meio, tendo em vista a Copa do Mundo. E, isso sendo possível, logicamente, é um jogador interessante, com muitas virtudes — declarou.

Em seguida, Luigi elogiou o meia e não descartou a sua contratação. 

— Todo bom jogador acaba interessando. Mas não quero deixar que a torcida tenha expectativa muito grande. É um negócio que, se pudesse avançar, seria ótimo. No entanto, acho muito difícil.

A respeito do Inter ter de jogar no Estádio Centenário, em Caxias do Sul, devido às obras de reforma do Beira-Rio para a Copa do Mundo 2014, Luigi afirmou que o time deverá estar de volta ao seu estádio a partir de 1º de setembro de 2013.

— No dia 1º de setembro, o estádio estará em condições. Faltará pequenos detalhes que não nos impedirão de atuar no Beira-Rio, com poltrona, estrutura montada, podendo jogar todos os jogos no estádio, já que em dezembro teremos o Gre-Nal pelo Brasileiro — disse.

O presidente colorado ainda comentou que o clube tem trabalhado para fazer do Centenário a sua casa durante o período em que jogar na Serra. E lamentou o pouco público no Beira-Rio em obras durante 2012:

— Estamos trabalhando para ter o Centenário com muitos colorados. Com as nossas ações e com a ajuda do torcedor, será a nossa cada e um fator decisivo. Tivemos razoável prejuízo em algumas partidas com quatro, cinco mil torcedores. O fator local sempre é decisivo. Poderíamos ter ganhado alguns jogos ou conseguido resultados melhores se tivéssemos 25, 30 mil pessoas no estádio — avaliou.

Confira o que mais disse Luigi durante a entrevista:

A Caixa e o Corinthians
"Entendo que, por ser um órgão de governo, não poderia ter um comportamento desta forma, nem privilegiar nenhum clube. No governo anterior, o Corinthians teve o privilégio da questão do estádio. O Banrisul sempre teve postura uniforme e isso não se percebe com a Caixa Econômica Federal, que é um órgão público e deveria ter cuidado nesse quesito, até porque isso acaba se refletindo em outros clubes. Um patrocínio dessa relevância, sem dúvidas, traz prejuízo para os demais clubes."

Lateral-direito 
"Não gostaria de gerar expectativa. Não gostaria de repetir tudo o que sabemos que aconteceu (em 2012), lesões, convocações... Tenho certeza de que com Dunga, Paixão e os garotos da base, mais algumas contratações pontuais, entre elas para a lateral direita... Vamos dar oportunidade para o Cláudio Winck ser reserva e o jogador de força e qualidade que mostra ser na base. Buscamos um lateral-direito, e queremos que esse jogador seja titular e esteja no clube já na reapresentação do dia 3 de janeiro."

Dagoberto
"Não recebemos proposta. Tem conversa. Este momento, em dezembro, é muito propício a isso porque os clubes se interessam por jogadores. Teve sondagem, mas não chegou ao ponto da proposta."

Kleber
"O Internacional colocou para o procurador dele um número que nós entendemos que seja razoável e não vamos passar disso. Entendemos que o Kleber é um jogador de qualidade, importante, e, bem preparado, junto com o Fabrício, joga em uma posição em que poucos clubes do Brasil têm dois jogadores com essa qualidade, na lateral esquerda."

Estrangeiros
"Existem questões que estão andando. Uma coisa é certa: pretendemos ter três estrangeiros. Ano passado, a intenção era manter os três também. Mas quando veio a proposta (da China) para o D’Alessandro, no início da Libertaodres, era uma proposta firme, e tudo se encaminhava para que ele saísse. Fomos atrás de reposição e acabamos trazendo o Dátolo e, a partir daquele momento, ficamos com quatro. Depois, no final, veio o Forlán, porque era uma oportunidade de trazer um jogador do quilate dele sem custo, apenas pelo salário. O nosso planejamento trabalha para que tenhamos apenas três jogadores no grupo."

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