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Alvo constante30/12/2012 | 20h57

Fábrica de joias de Cotiporã já havia sofrido ataque em 2009

Na época, 10 homens renderam e dominaram cerca de 50 trabalhadores do estabelecimento e fugiram levando uma quantidade não revelada de peças

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O ataque registrado na madrugada de domingo à fábrica de joias Guindani não foi o primeiro de grandes proporções ocorrido na empresa. No dia 23 de abril de 2009, em menos de cinco minutos, 10 homens renderam e dominaram cerca de 50 trabalhadores do estabelecimento e fugiram levando uma quantidade não revelada de peças. O roubo teve início às 7h10min, quando um ladrão rendeu o vigilante da empresa e então abriu caminho para os outros comparsas que desembarcaram de uma Parati estacionada de ré em frente à Guindani.

Na hora da fuga, os assaltantes trancaram os funcionários na empresa e, por engano, acabaram abandonando junto com eles também um dos bandidos, Rafael da Silva Cezar, de São Leopoldo. Cerca de 20 dias após o ataque, uma operação conjunta entre policiais civis da Serra e da Região Metropolitana localizou e prendeu outros três assaltantes do bando: Michel Gonzaga, Carlos da Silva e Lori Luiz dos Santos.

Na época, imagens do circuito de segurança da Guindani gravaram toda a ação e ajudaram na busca dos bandidos. Mesmo depois das prisões, as joias e lingotes de ouro roubados não foram localizados.

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