— Justiça concedeu habeas corpus para o ex-diretor da Agência Nacional de Águas, Paulo Rodrigues Vieira, e para o ex-diretor da Anac, Rubens Carlos Vieira. Eles foram detidos na sexta-feira passada na operação Porto Seguro, da Polícia Federal.
— Projeto de reforma administrativa da prefeitura de Porto Alegre deve ser votado em, no máximo, 10 dias na Câmara de Vereadores.
— Projeto que redefinirá limites e criação de bairros em Porto Alegre deve ser enviado ano que vem à Câmara de Vereadores. As 159 propostas para a mudança nos bairros da capital gaúcha foram recolhidas junto à população entre fevereiro e março deste ano.
— Carris aguarda decisão da justiça sobre a legalidade da greve dos funcionários da empresa. A categoria rejeitou no fim da tarde uma proposta feita pela empresa para encerrar a paralisação.
— Bolsistas do governo federal no exterior vão ganhar cartão de crédito. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Serão beneficiados estudantes bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras.
— Já foi vacinado 90% do rebanho gaúcho contra a febre aftosa. O prazo para os pecuaristas gaúchos aplicarem a vacina nos rebanhos bovinos e bubalinos se encerrou hoje.
— Produtores de arroz poderão renegociar as dívidas de crédito de custeio e investimento contratadas até 30 de junho de 2011. A medida foi informada pelo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, ao governador Tarso Genro. A proposta será votada pelo Conselho Monetário Nacional nos próximos dias.
— Empresário Eike Batista, do grupo EBX, perdeu o posto de homem mais rico do Brasil, segundo ranking da Bloomberg. O posto, agora, pertence ao investidor Jorge Paulo Lemann, da InBev.
— Nível de emprego na construção civil brasileira recuou entre setembro e outubro. Foram fechadas sete mil e seiscentas vagas vagas no país.
— Estado e municípios gaúchos começam mobilização para derrubar veto parcial da presidente Dilma sobre os royalties do petróleo. A notícia de que o Estado e a grande maioria dos municípios gaúchos não começará a receber os royalties do petróleo referentes aos novos contratos desagradou os gestores públicos.












