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1,4 quilômetro24/11/2012 | 11h52

Inaugurado segundo trecho de ciclovia na Avenida Ipiranga, em Porto Alegre

De acordo com a EPTC, obras na terceira etapa do projeto devem ser iniciadas neste ano

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Inaugurado segundo trecho de ciclovia na Avenida Ipiranga, em Porto Alegre Mauro Vieira/Agência RBS
Prefeito José Fortunati e diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, fizeram abertura da ciclovia Foto: Mauro Vieira / Agência RBS

Um trecho de 1,4 quilômetro da ciclovia da Avenida Ipiranga, entre a Edvaldo Pereira Paiva e a Erico Verissimo, foi aberto na manhã deste sábado. A obra é contrapartida da ampliação do Praia de Belas Shopping — conforme o plano diretor cicloviário, a cada cem vagas de estacionamento abertas em um empreendimento, 200 metros de ciclovia têm de ser construídos.

O diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, que pedalou ao lado do prefeito José Fortunati em uma bicicleta de aluguel, afirma que o próximo trecho já tem o projeto aprovado e se encontra na fase de orçamento, com previsão de início das obras ainda para este ano. O cronograma de execução deve ser de seis meses. Quando concluída, a ciclovia — que vai da Edvaldo Pereira Paiva à Antônio de Carvalho — terá 9,4 quilômetros de extensão.

— Definimos que a Ipiranga é importante porque liga toda a rede cicloviária. Agora, estamos finalizando o projeto das ciclovias da Loureiro da Silva e da José do Patrocínio — ressalta Cappellari.

A faixa tem piso de asfalto na cor vermelha e semáforos exclusivos para ciclistas nos encontros da Ipiranga com Erico Verissimo, Getúlio Vargas e Praia de Belas. Nos demais cruzamentos, a sinalização é a mesma utilizada pelos automóveis.

O espaço inaugurado neste fim de semana se soma aos outros 416 metros que foram entregues em maio, cuja construção começou em setembro do ano passado e foi pontuada por polêmicas, como a declaração do então secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, de que a ciclovia ofereceria riscos aos usuários por estar sob fios de alta tensão e sobre um gasoduto subterrâneo. Outra questão que gerou discussão foi a instalação de um guarda-corpo de madeira, substituído em seguida.

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