Após um encontro no Tribunal Regional do Trabalho, na tarde desta terça-feira, a direção do Grupo Hospitalar Conceição e servidores que vão entrar em greve na quarta se comprometeram a manter 80% dos serviços de emergência, UTI e blocos cirúrgicos em funcionamento na Capital, e 50% das demais áreas de atendimento da rede.
Esses percentuais, superiores ao mínimo de 30% previsto em lei, foram definidos em uma reunião de conciliação. Em contrapartida os diretores do grupo receberam uma pauta de reivindicações dos funcionários que será apresentada ainda na quarta-feira a representantes do Ministério da Saúde em Brasília. Ela inclui concessão de vale-alimentação, 1% de anuênio e férias-prêmio de cinco dias por ano mediante assiduidade.
Na quinta-feira, será realizada uma nova assembleia dos cerca de 7 mil funcionários representados pela Associação dos Servidores do Grupo Hospitalar Conceição — que inclui categorias como enfermeiros, fisioterapeutas, auxiliares, mas não inclui médicos ou odontólogos. A assembleia poderá suspender a paralisação enquanto as negociações transcorrem.
Orientação
A recomendação do GHC é de que somente pacientes com sintomas graves procurem as emergências do grupo. O bloco cirúrgico dará preferência a cirurgias de emergência e de oncologia, mas não há como garantir que todas as consultas marcadas serão realizadas. Será dada preferência para pacientes do Interior.












