As primeiras exigências dos criminosos que mantêm reféns em agência bancária do Bradesco na Avenida da Azenha, na Capital, começaram a ser atendidas pela polícia. Eles pediram advogados, alimentos, presença da imprensa e garantia de que saírão do local em segurança.
Às 18h45min, um policial do Gate alcançou uma sacola a outro profissional, possivelmente com comida, que se aproxima do local do cárcere. A defensora pública Jussara Costa e o coordenador das casas prisionais do RS, José Patrício Teixeira, se dirigem à agência.
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