Nesta madrugada, um incêndio na Estação Antártica Comandante Ferraz deixou um militar ferido e outros dois desaparecidos. Segundo a Marinha do Brasil, as chamas começaram por volta de 2h (horário de Brasília) na praça de máquinas da estação, onde ficam localizados os geradores de energia.
Jefferson afirma, ainda, que o programa está enfrentando uma crise, e citou o fato — revelado somente neste sábado — do navio que afundou em dezembro no litoral da Antártida com uma carga de 10 mil litros de óleo combustível. O naufrágio foi mantido em sigilo tanto pela Marinha quanto pelos ministérios que integram o Programa Antártico Brasileiro (Proantar) — Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, Relações Exteriores e Minas e Energia e Defesa.
— Estamos num processo de avaliação e de planejamento estratégico do projeto. Eu estou, inclusive, coordenando este planejamento do ponto de vista científico. Temos que decidir o que faremos daqui pra frente para preservar a estabilidade do projeto e a utilização correta dos recursos financeiros — ressalta o cientista.
Outro pesquisador gaúcho que integra o projeto, Francisco Eliseu Aquino, também afirma que não tem informações detalhadas do acidente, mas garante que a totalidade dos pesquisadores que estavam no local na hora do acidente são brasileiros.
— Estou tentando contato por e-mail, mas ainda não recebi nenhuma notícia. Estou monitorando e ansioso por notícias, assim como todos os envolvidos na expedição — afirma.













