O assalto a banco que ocorre na Avenida da Azenha mobiliza familiares dos reféns, que se dirigem a Avenida da Azenha, na Capital. O motoboy Adriano Miranda, 25 anos, aguarda no lado de fora do isolamento por notícias da esposa, a gerente de contas Etiene Ferreira, 26 anos. Empregada no banco há um ano e meio, ela está grávida de oito meses e iniciou a jornada de trabalho às 10h.
– Vim correndo e larguei tudo que estava fazendo. Meu Deus, ela está grávida – dizia Adriano, desesperado.
Assim como Adriano, Jeferson Machado, 33 anos, busca informações da esposa Priscila Machado, 33 anos. A gerente jurídica da agência falava ao telefone com uma amiga quando foi anunciado o assalto.
– Até achei que era brincadeira quando me falaram, mas larguei tudo e vim correndo – afirma Jeferson.
O casal tem dois filhos, de nove anos e um bebê de nove meses.
"Agora, é confiar no trabalho da polícia"
O advogado Fábio Monks, 33 anos, teme pela segurança da esposa Vivian Monks, 33 anos.
– É desesperador. Todo o dia é isso, essa violência. Quando acontece perto de nós, complica.
Vivian é gerente de pessoa física e trabalha desde dezembro na agência.
– Agora, é confiar no trabalho da polícia – conforma-se Fábio.
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