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Pânico09/02/2012 | 17h19Atualizada em 09/02/2012 | 19h23

"Larguei tudo e vim correndo", afirma marido de refém em banco

Familiares temem pela vida dos parentes e aguardam informações

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"Larguei tudo e vim correndo", afirma marido de refém em banco Carlos Macedo/Especial
Adriano Miranda teme pela vida da esposa Etiene Foto: Carlos Macedo / Especial

O assalto a banco que ocorre na Avenida da Azenha mobiliza familiares dos reféns, que se dirigem a Avenida da Azenha, na Capital. O motoboy Adriano Miranda, 25 anos, aguarda no lado de fora do isolamento por notícias da esposa, a gerente de contas Etiene Ferreira, 26 anos. Empregada no banco há um ano e meio, ela está grávida de oito meses e iniciou a jornada de trabalho às 10h.

– Vim correndo e larguei tudo que estava fazendo. Meu Deus, ela está grávida – dizia Adriano, desesperado.

Assim como Adriano, Jeferson Machado, 33 anos, busca informações da esposa Priscila Machado, 33 anos. A gerente jurídica da agência falava ao telefone com uma amiga quando foi anunciado o assalto.

– Até achei que era brincadeira quando me falaram, mas larguei tudo e vim correndo – afirma Jeferson.

O casal tem dois filhos, de nove anos e um bebê de nove meses.

"Agora, é confiar no trabalho da polícia"

O advogado Fábio Monks, 33 anos, teme pela segurança da esposa Vivian Monks, 33 anos.

– É desesperador. Todo o dia é isso, essa violência. Quando acontece perto de nós, complica.

Vivian é gerente de pessoa física e trabalha desde dezembro na agência.

– Agora, é confiar no trabalho da polícia – conforma-se Fábio.


Acompanhe ao vivo a situação no local:


Visualizar Clientes são mantidos reféns em agência bancária na Avenida Azenha em um mapa maior

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