Um mês após o acidente em que uma idosa morreu prensada por um elevador em igreja da Capital, a Polícia Civil ouvirá, na tarde desta terça-feira, familiares da vítima e testemunhas que estavam no local no dia da fatalidade.
No dia 3 de dezembro, Zeli da Silva Matos, 80 anos, morreu prensada ao tentar entrar no elevador em um prédio da Igreja Adventista do Sétimo Dia no bairro Passo D'Areia. Na época, a empresa responsável pela fabricação do aparelho, a AGS, alegou que o equipamento ainda passava por testes. A igreja se defendeu dizendo que acreditava que o elevador estava liberado para o uso.
Entre as pessoas que falarão à polícia nesta terça, está a nora da vítima, que estava dentro do elevador no momento do acidente.
De acordo com a delegada-adjunta da 14ª Delegacia de Polícia, Dúnia Rampazzo, a previsão é de que o laudo do Instituto Geral de Perícias esteja concluído até fevereiro. A polícia também aguarda a resposta do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do RS (CREA-RS) a um ofício enviado pela delegacia na última semana de 2011, pedindo um esclarecimento do órgão sobre a adequação do elevador da igreja às normas técnicas para esse tipo de equipamento..
Veja como funcionam os mecanismos de segurança dos elevadores:












