Peritos do Departamento de Criminalística, que estiveram nos dois alojamentos que pegaram fogo no dia 2 de outubro, concluíram que houve uso de combustível para iniciar um incêndio criminoso em pelo menos um dos dois prédios.
De acordo com o delegado Flávio Conrado, o laudo aponta vários focos de início do fogo.
Segundo o proprietário do pavilhão, os prejuízos com o incêndio passam dos R$ 4 milhões. O delegado ainda aguarda o laudo do segundo alojamento incendiado.
Cerca de 500 trabalhadores perderam documentos, roupas e demais pertences com o fogo. Dois operários foram indiciados por terem orquestrado a rebelião. Ambos foram demitidos pela construtora OAS, responsável pelas obras do estádio do Grêmio.
O incêndio foi provocado por um grupo de trabalhadores revoltados com o atropelamento do colega José Elias Machado, morto ao tentar atravessar a freeway ao sair do canteiro de obras para ir para o dormitório, instalado próximo ao Guaíba.












