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Cannes04/11/2011 | 11h34

Dilma e Merkel prometem agir por reforma do Conselho de Segurança da ONU

Presidente brasileira e chanceler alemã querem intensificar esforços para mudanças

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Dilma e Merkel prometem agir por reforma do Conselho de Segurança da ONU Roberto Stuckert Filho/Presidência da República
Dilma conversou com a chanceler da Alemanha nesta sexta-feira Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência da República
Em reunião realizada nesta sexta-feira, em Cannes, a presidente Dilma Rousseff e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, combinaram intensificar os esforços para a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

Os dois países formam o G-4, junto com o Japão e a Índia, e pedem um assento permanente no órgão, hoje formado apenas pelos Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China. Dilma também aceitou convite para visitar a Alemanha em 2012, durante feira de tecnologia. As líderes também conversaram sobre a situação da Síria.

A presidente brasileira disse ainda que vai compatibilizar as datas para a realização do Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, em junho do próximo ano, de forma a não coincidirem com a reunião do G-20 a ser feita no México em 2012.

Para a presidente, o encontro no Rio de Janeiro será palco de debate sobre a economia verde e a erradicação da pobreza. Segundo Dilma, "não haverá metas" para a conferência, que será uma "discussão conceitual sobre o desenvolvimento".

Ambiente

A 17ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-17), que ocorre neste ano em Durban, na àfrica do Sul, não pode repetir o fracasso de Copenhague em 2010, afirmou a presidente Dilma Rousseff.

Em sua participação durante a sessão desta sexta-feira, Dilma falou sobre o tema da energia e meio ambiente. Ela acredita que os países devem assumir compromissos sobre a redução da emissão de gases poluentes e lembrou da meta proposta pelo Brasil, de corte de 36% a 39% em relação à projeção de 2020.

A presidente afirmou que o país está pronto para contribuir, desde que a iniciativa seja compatível com a redução da pobreza.

— Os países desenvolvidos e em desenvolvimento têm responsabilidades comuns e compromissos diferenciados.

Comentar esta matéria Comentários (2)

luiz fernando

Enquanto a presidenta eleita para governar o BRASIL,se preocupa com conselho de segurança,até parece que o BRASIL não está mergulhado em problemas sociais,politicos etc..Sendo que saúde,educação,segurança despontam em evidência da causa da crise social interna.Leis ultrapassadas,corrupção em alta!!!acho que se viajasse pelos estados ouvindo governadores e prefeitos e o POVO seria bem melhor neste momento;turismo pode ser depois que os assuntos internos estejam resolvidos o que não são poucos.

05/11/2011 | 05h10 Denunciar

Rodrigo Edgar da Silveira

É dificil acreditar ou dar crédito, mas sempre deve seguir um tipo de pensamento o que adianta afinal estes encontros, somente para manter aquilo que já está, ou só noticia para jornal ter o que apresentar. disse um avez John Lennon " A guerra a Paz e o amor são tudo ilusão."

04/11/2011 | 12h26 Denunciar

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