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28/03/2010 | 08h11

Conheça o novo e moderno padre da Catedral Metropolitana de Porto Alegre

Aos 33 anos, Padre Jacques adora tecnologia, usa Twitter e é fã de seriados americanos

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Conheça o novo e moderno padre da Catedral Metropolitana de Porto Alegre Ricardo Chaves/
Jovem e com um perfil bem distante do convencional, Padre Jacques é, desde janeiro, o guardião espiritual e físico da Catedral Foto: Ricardo Chaves

Não seria surpreendente se na missa dominical da Catedral Metropolitana de Porto Alegre o sermão do padre Jacques Szortyka viesse inspirado em um dos episódios de House, seriado norte-americano que é fenômeno de audiência no mundo inteiro. Também não seria surpreendente se o padre Jacques reproduzisse aos fiéis diálogos entre o mafioso Dom Corleone e o cardeal de O Poderoso Chefão 3. Menos surpreendente ainda seria esbarrar no padre vestido com calção, camiseta e tênis, cantarolando algum hit de hip hop nas imediações da Usina do Gasômetro. Desde o dia 18 de janeiro, a Catedral Metropolitana de Porto Alegre, a principal igreja da Capital, tem como guardião físico e espiritual um padre nada convencional. Jacques Szortyka assumiu o posto após 10 anos de administração do padre Carlos Steffens, 49 anos, que atualmente se dedica à especialização em direito canônico no Rio de Janeiro. Foge do estereótipo de padre silencioso, de poucas palavras e voz quase inaudível. Tem 33 anos (a idade de Cristo), um par de olhos azuis, é jovem, entusiasmado, faceiro, como bem definiu um casal de noivos que o conheceu após uma das missas de domingo. É também fascinado pela tecnologia. Em seu escritório, na Catedral, tem a companhia inseparável de um notebook e de um smartphone. Pede para ser tratado por tu ou você. E faz questão de estar sempre com a barba e o cabelo impecáveis. O sorriso no rosto não muda nem para discorrer sobre temas desconfortáveis a homens de incontestável fé cristã.

– Já sofri assédio de homens e de mulheres - conta ele, sem o menor constrangimento. – Não posso xingar essas pessoas, porque é o sentimento delas. Mas deixo bem claro que sou muito feliz no sacerdócio.

Passaram-se apenas cinco anos desde sua ordenação como padre até a posse na Catedral Metropolitana. Há dois meses, anunciou em seu Twitter: "Convite: Próximo domingo, às 10h, Dom Dadeus me dará a posse na Catedral de Porto Alegre. Conto com as orações de todos".

Desde então, assume as funções administrativas, como chefiar nove funcionários e zelar pelo espaço físico da catedral. É o mestre da palavra, responsável pelas missas e pela orientação de grupos pastorais e catequeses, além de ministro dos sacramentos, batizados e casamentos. Padre Jacques tem Twitter, Orkut, Facebook, MSN e Skype. É fã do seriado protagonizado por Gregory House, o médico ateu confesso, capaz de desvendar os maiores mistérios da medicina ao diagnosticar casos bizarros. Acredita na religiosidade do personagem –  "um cara que está sempre em busca da verdade". Também adora Glee e Friends. Lança mão da tecnologia para evangelizar e usa trechos de filmes e séries em apresentações de PowerPoint em suas palestras. Bem-humorado, confessa um "pecado":

– Eu sempre baixo pela internet os episódios (dos seriados americanos) antes de passar na TV aqui no Brasil – diverte-se. – Tem até uma comunidade no Orkut que diz 'pirataria não, cópia de segurança' – brinca, tomando chimarrão e exibindo a térmica adesivada com o escudo do Internacional.

Padre Jacques acorda todos os dias às 6h30min e só volta para o quarto que ocupa na Casa Paroquial, um anexo da catedral, às 22h. Nesses dois meses de guardião da igreja, já conquistou a simpatia de todos que por lá trabalham há mais tempo.

– Estou muito motivada com sua chegada, porque ele vai cativar mais fiéis para a Catedral. Seus sermões não deixam ninguém cochilar – comemora Lenedi Ferreira, 62 anos, secretaria da catedral há cinco. – Ele é moderno, mais jovem e mais dinâmico. Por isso mexe mais com a comunidade. É capaz de ir à porta da catedral apertar a mão de cada um dos fiéis.

A rotina do padre é organizada pela secretaria em uma planilha com todos os horários e compromissos do mês. Está completa até agosto. De segunda a sexta, ele reza duas missas, dedica uma hora e meia para manter a saúde e o corpo em forma na academia de ginástica, permite-se meia hora de sesta, duas horas para reuniões de catequese, conselhos e pastorais e outras duas para o estudo.

Em vídeo, confira os bastidores da reportagem:

 



Natural de Eldorado do Sul, sente-se integrado à comunidade e ao bairro. Às quintas-feiras, faz aula de italiano em uma escola no Centro. É um preparatório para a temporada de pós-graduação em filosofia em uma universidade de Roma, na Itália. Quando vai ao supermercado, diverte-se com a surpresa das pessoas frente à sua figura.

– Elas dizem 'mas padre, o senhor aqui?'. Padre tem que comer, né? Não vive de vento –  sorri.

Na contramão da trajetória percorrida por muitos padres – que decidem pelo ofício ainda crianças – ,Jacques optou pela carreira no fim da adolescência, contrariando a vontade dos pais. Primogênito dos três filhos de Joaquim Ribeiro Rodrigues, 57 anos, e Maria Inês Szortyka Rodrigues, 52, teve seu contato mais direto com a igreja aos 18 anos –  impulsionado pela paixão por uma garota. Juntou-se ao grupo de jovens que ela frequentava só para estar mais próximo da amada. Conquistou seu coração e namoraram durante alguns meses. Em pouco tempo, seu interesse inverteu-se.

–  Passei a gostar do grupo pelo grupo, não mais pela guria –  lembra. –  Meus pais brigavam comigo porque eu passava mais tempo na igreja do que em casa.

Não tardou para transformar a rotina. Abandonou as visitas aos CTGs aos sábados, onde adorava dançar, para seguir a disciplina da igreja. A pressão dos pais –  ele pedreiro, ela, costureira –  para que "deixasse disso" não diminuiu. Queriam que Jacques tomasse um rumo na vida. E ele decidiu servir a Aeronáutica. Desistiu no primeiro dia, ao voltar para casa esbaforido depois de uma bateria de testes físicos. Procurou um padre de sua cidade para se aconselhar. Foi quando ouviu uma pergunta que soou como um soco no estômago: "Você nunca pensou em ser padre?".

–  Deus não manda um anjo com a voz do Cid Moreira dizendo qual é a nossa vocação. Ele vai mostrando essa vocação por caminhos que, a princípio, a gente não entende.

Até sua ordenação, quando de fato se tornou padre, aos 28, ele enfrentou nove de estudos em filosofia e teologia, resistindo à tentação de um CTG localizado logo em frente ao seminário, em Viamão. Hoje, se diz feliz e realizado com a escolha vocacional, o que lhe dá tranquilidade e nenhum aborrecimento para tocar em assuntos polêmicos dentro da Igreja Católica, como pedofilia, homossexualidade e camisinha. Com a oratória de quem não contesta o caminho trilhado, sintetiza:

–  Por mais que mude a mentalidade das pessoas, a Igreja jamais vai ter autoridade para permitir questões como a camisinha e o divórcio sem trair o Evangelho.

Sobre homossexualismo, ele lembra de uma conversa com um grupo de jovens:

–  Uma vez me perguntaram: "Padre, então vou viver na secura?". Eu disse: "Olha, meu caro, sou hetero, vivo na secura e sou extremamente feliz". Não é porque sou hetero e tenho atração pelo sexo oposto que terei que ter alguma relação. Com o homossexual, funciona da mesma forma. A Igreja não condena o homossexual, mas o ato homossexual –  explica.

O padre, aliás, não nega a dificuldade do celibato, mas o defende como o grande tesouro da Igreja Católica:

–  Sou homem, e a gente sente atração –  admite. –  Se não sentisse, procuraria um psicólogo para descobrir o que há de errado comigo. Por isso, a orientação espiritual é tão importante, se apegar forte na oração e canalizar as energias. Diante da natureza humana e do assédio, é difícil a luta de viver o celibato, mas, com a graça de Deus, tenho conseguido vencer.

Por canalizar energias, esforça-se em uma rotina espartana de exercícios físicos diários e previne tentações, como sair com grupos de amigos para fazer o que pessoas da sua idade fazem - dançar, paquerar e se divertir.

–  O equilíbrio permite viver o sacerdócio de forma plena. Caso contrário, eu seria o padre santinho diante da comunidade, mas com vida dupla paralela. O coração humano não se realiza dividido.

Defensor da boa aparência de um padre –  "somos a vitrina da paróquia" – , mas crítico da vaidade excessiva, Jacques usa três diferentes perfumes. Em compensação, o guarda-roupa é restrito apenas a trajes de padre e às roupas esportivas. Com elas, malha durante uma hora e meia todos os dias. Nos finais de semana, pratica corrida na Usina do Gasômetro, sempre acompanhado de seu hip hop no MP3 Player. Há três anos, num exame de rotina, levou bronca da médica. Ela o sentenciou à morte antes dos 40 anos caso os triglicerídeos continuassem nas alturas. De lá para cá, perdeu 24 quilos, só come salada e pão integral e abandonou o jantar composto por dois cheeseburgueres e uma pizza grande. À noite, permite-se apenas um lanche leve - e hoje ostenta 90 quilos em 1m83cm.

Devoto de Josemaria Escrivá, fundador da Opus Dei, padre Jacques gostou do best-seller O Código da Vinci, de Dan Brown. Devorou o livro, aliás. Mas observa:

– Quem não tem conhecimento não consegue distinguir entre realidade e ficção. Ele fala em monges da Opus Dei. Não há monges na Opus Dei –  alerta.

Todos os anos, pouco antes da Semana Santa, gosta de assistir ao polêmico filme A Paixão de Cristo, de Mel Gibson, por acreditar que as cenas reproduzem a realidade e "lembram o que o Senhor fez pelo próximo".

De folga às sextas-feiras durante a tarde, costuma visitar a casa dos pais, em Guaíba, e jantar com o irmão mais velho, em Eldorado do Sul. Os dois salários mínimos que recebe por mês são gastos em DVDs, livros de filosofia e presentes para a família. O apego aos pais e aos irmãos é evidente e muitas vezes declarado em olhos marejados. É a mãe, Maria Inês, quem confecciona as roupas de sacerdote do filho: túnicas, batinas e casulas. Tamanho afeto não impede que, vez ou outra, Jacques demonstre certa frustração com a resistência de alguns familiares que, segundo ele, ainda relutam em aceitar sua profissão.

–  Às vezes, tenho de ouvir piadas de mau gosto sobre freiras e sobre a vida "fácil" de um padre. Já tive grandes discussões por causa disso. Apenas sonho em ser visto pelos familiares como um homem normal que é padre –  desabafa.

A mãe jura que esse conflito é passado, tanto que se especializou em confeccionar roupas para padres.

–  Quando soube da decisão de ele se tornar padre, fiquei surpresa, mas aceitei bem –  conta. –  Já meu marido teve uma crise. Não queria de jeito nenhum o filho mais velho padre. Dizia que não tinha criado filho para ser padre. Quando Jacques nos contou que queria ser padre, Joaquim achou que, na verdade, ele não queria era trabalhar. Não quis pagar o primeiro ano de seminário para o filho. Hoje, Joaquim baba por ele, é todo orgulhoso.


 

Comentar esta matéria Comentários (21)

valesca kaufmann

Ñ ERA COMUM ASSISTIR MISSA AOS DOMINGOS, FICAVA MUITO DISTRAIDA.UMA AMIGA CONVIDOU-ME PARA IR NA CATEDRAL NUM SÁBADO NA MISSA DAS 17HRS. FIQUEI EXTASIADA COM O SERMÃO QUE COMEÇAVA ASSIM( DEIXA A VIDA ME LEVAR)E DESTA MÚSICA ELE LEVOU TODOS QUE ALÍ ESTAVAM ATÉ O CÉU.Parabéns padre Jacques.ESTE VAI PARAR EM ROMA!!!!NÃO SERÁ ELE UM GRANDE PAPA UM DIA?

03/04/2010 | 00h14 Denunciar

Elisandro Garcia

Em meio a toda essa conspiração e ataques à Igreja, é muito bom perceber que existem Padres com o Jacques, que não só vive o seu sacerdócio de forma exemplar, como também mostra que os padres saem do meio do povo e para o povo. Bela história!

29/03/2010 | 12h09 Denunciar

Filipe Maciel Pereira

Conheço o padre desde quando ele foi meu pároco na paróquia de N. Sra. da Boa Viagem, na cidade de Cachoeirinha. Ele, de fato, é um ótimo padre, não somente no que diz respeito à fidelidade à Igreja, a sua Doutrina e a sua Fé, que professa e defende como quem defende aquilo que de mais precioso que possui, mas quanto a pessoa que é. É um verdadeiro padre (=pai), que elogia quando deve, repreende quando se faz necessário e chama a todos para andar pelo caminho da verdadeira fé, que conduz à Salvação. Ótimo amigo e de caráter indubitável, é um exemplo a ser seguido. Sou seminarista do terceiro ano de filosofia no Seminário de Viamão, e devo a ele muito na minha vocação. Deus o abençõe!

29/03/2010 | 10h56 Denunciar

Marcia Thiesen

Pe. Jacques foi nosso pároco e sentimos saudades. Com seus sermões e devoção a Nossa Senhora reavivou minha fé cristã que andava abalada. Obrigada, Padre.

29/03/2010 | 07h19 Denunciar

Márcio Andrade

Parabéns pela iniciativa do caderno Donna. É preciso mostrar o lado feliz da vida do padre, e isso é a grande maioria: homens que decidiram e são felizes.

29/03/2010 | 05h36 Denunciar

Francisco

Infelizmente a maioria dos jovens padres buscam uma superexposição na mídia, esquecendo-se da necessária discrição. É padre-cantor, padre-boleiro, padre-twitteiro, padre-hip-hop...Um perigoso caminho, que coloca o ego do padre acima daquilo que ele representa e, se estudou, já esqueceu. Lamentável essa doentia necessidade de (a)parecer "na moda, in". Isso em nada ajuda a Igreja a despertar novas vocações ou conquistar novos fiéis. O que manterá a Igreja é aquilo que é eterno: Jesus Cristo. Parafraseando Drummound, seu exemplo prescinde do moderno por ser eterno. Ele, com certeza, não se reconheceria nesses novos sacerdotes-em-série "hiper-modernos e conectados"...sabe-se lá com quem.

29/03/2010 | 00h01 Denunciar

TC

Bacana a reportagem, que mostra a renovação na igreja. Porém, ressaltar na rotina do padre "academia", orkut e etc... Por favor, acho que faltou colocar quantas horas ele dedica a caridade e apoio as comunidades carentes, ou ele não faz isso? Esse não é o propósito de um mundo mais fraterno? Ou o culto ao corpo e essas "modernidades" tem mais valor? Acho ridiculo essa mania de "celebrizar" padres, etc... Certo estão os capuchinhos que vestem um uniforme simples e não se rendem a essas palhaçadas.Sem contar essa puxação de saco toda... Mas, sempre foi assim, e sempre vai ser, Padres com vida de rei, ao invés de viver na simplicidade que Jesus sempre pregou.

28/03/2010 | 22h48 Denunciar

Felipe

Grande padre, homem obediente ao Senhor. Que nosso amado Cristo continue te iluminando irmão.

28/03/2010 | 21h55 Denunciar

Cibele Rodrigues Langanz

O Jovem guardião da Catedral é fora de série mesmo...Pe. Jacques vc é querido por todos nós...Amamos vc...Grande abraço...Tia Amelia, Cibele, Felipe e Luiz Cralos

28/03/2010 | 21h16 Denunciar

Marcos Milan

Quem sabe o Pe Jacques não propõe aos colorados uma novena? Pra que nosso time melhore, só com uma oração "bem forte". Felicidades ao novo pároco da Catedral Metropolitana de POA.

28/03/2010 | 17h54 Denunciar

Elisa

Eu gostaria de saber se o padre Jacques já trabalhou na igreja Boa Viagem em Cachoeirinha?

28/03/2010 | 17h24 Denunciar

Gisiane Andrade

Não querendo ser moralista, mas, acho que um padre não deve viver dessa forma, com bens materiais. Do mesmo modo que as freiras vivem em resignação, os padres também tem que ter uma certa postura. Tem gente que acha que ser padre é uma profissão. Acho que não, é uma escolha. Já ouvi até uns dizerem que receberam o chamado de Deus. Conforme as fotos no caderno impresso, ele tem bens que muitos miseraveis não tem, sei que parece mesquinharia, mas tem costumes que não devem ser alterados. Sei que não vão publicar, enfim, é uma opinião.

28/03/2010 | 17h24 Denunciar

jessica devit

Foi uma materia escelente, pois esse padre é meu primo.. ele é muito querido, e tudo q escreveram é a pura verdade... O unico defeito q ele tem é ser colorado...mas...foi a escolha dele...

28/03/2010 | 16h24 Denunciar

Fernanda Braga Dallarosa

A cada dia que passa admiro ainda mais o Pe. Jacques. Suas palavras são inspiradas e faz as pessoas verem realmente a face de Deus no mundo. Quem o ouve não consegue ficar parado. Quer sair e evangelizar. Ser também um canal de Deus no mundo. Digo isso porque seus ensinamentos são incríveis. Quando fui a sua ordenação eu disse: "ele é o cara!". E não estava errada. Que seu irmão Daniel possa ser num futuro próximo um ótimo sacerdote. Mas ele tem um único defeito: ser colorado.

28/03/2010 | 16h20 Denunciar

Lúcia

Adorei a matéria e estou super motivada a acompanhar uma das missas do padre Jacques.

28/03/2010 | 14h31 Denunciar

Sonia Maria Menezes de Quadros

Fantástica a história de vida e a escolha vocacional que ele fez!!!!!É de pessoas assim q a igreja necessita!!!!Que Deus o abençoe todos os dias!!!!Pena q torce pelo Inter!!!!

28/03/2010 | 14h00 Denunciar

Neusa Laste

Enfim uma reportagem que dà um toque especial a esse jornal - as vezes penso quando leio os titulos, somente para isso è feito um jornal. Nao representa toda a realdade de seus leitores. Parabens ao Jornal e ao Padre custode da Caedrla de POA. A Novena da Dvina Misericordia e as minhas oraçoes sera tb. para ele em modo mais direto agora que o conheci atravès desse artigo. Dio vi benedica! e Boa Pasqua a todos.

28/03/2010 | 13h53 Denunciar

miguel

FANTÁSTICO, TUDO DE BOM EVOLUIDO, O MELHOR PADRE DO MUNDO EM TODOS OS TEMPOS , JÓIA RARA ,OBRA DE DEUS COROADA COM O ESCUDO DO COLORADO,INTERNACIONAL AMADO,GRANDE PADRE QUE DEUS ILUMINES SEU CAMINHO SEMPRE SUA BENÇÃO PADRE P MIM E P COLORADO AMADO

28/03/2010 | 13h47 Denunciar

Carmem

Muito boa e informativa a reportagem sobre Padre Jacques. É legal ter um sacerdote jovem, ligado no mundo atual,novas tecnologias, redes sociais,jovens, adultos de todas as idades. A igreja católica precisa de padres com este perfil e isto não significa que o jovem padre deixe de ser fiel a sua vocação e princípios. Seja bem-vindo (e feliz) padre Jacques.Que Deus o abençoe e a nós também. Abraço Carmem

28/03/2010 | 12h37 Denunciar

Alex

Conheço o Pe. Jacques pessoalmente, e ele é esse aí mesmo. Bem humorado, mostrando que um sacerdote deve ser uma pessoa equilibrada; aliás, não apenas o sacerdote, todos nós também devemos dar atenção aos vários aspectos da vida, como o físico, o intelectual e o espiritual. Parabéns, que Deus continue abençoando o apostolado deste pastor.

28/03/2010 | 12h18 Denunciar

Janaína Pio de Almeida

Na missa do centenário do Internacional ele estava na frente da Catedral com bandeira do Inter junto com os torcedores tirei foto e fiz um video com ele, isso mostra que a vida deles mesmo com a opção de ser padre ele leva uma vida com gostos e paixões como todos e tem bom gosto por escolher o INTER como paixão.

28/03/2010 | 12h18 Denunciar

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